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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Yehuda Glantz cantando Adon Olam

Yehuda Glantz cantando Adon Olam >> Veja mais.

“Todos Contra Zucker” traz de volta o antigo humor judaico

"Todos Contra Zucker" tem o sabor do antigo - e sempre bom - humor judaico. Quer dizer, cheio de ironia fina, insinuações e um senso crítico (e autocrático) aguçado. O filme é dirigido pelo suíço Dani Levy e fala de dois irmãos que precisam se reconciliar para botar a mão numa grana.... >> Veja mais em Estadão (29/02/2008).


>> Veja trailer de Todos Contra Zucker

Yad Va’ed – A Marcha do Hillel: “Um compromisso com a memória”

Estréia polêmico musical sobre o "Diário de Anne Frank"

Uma tragédia do Holocausto pode ser tema de musical? Uma companhia espanhola acredita que sim. Coincidindo com a estréia da peça, um museu exibe pela primeira vez a foto do "único e verdadeiro amor" de Anne Frank..... >> Veja mais em Deutsche Welle, em 28/02/2008.

Arquivo recupera memória da música banida pelos nazistas

Centro da Arte Proscrita, em Schwerin, recupera memória da música banida pelos nazistas. O arquivo reúne partituras e manuscritos de compositores que se exilaram ou acabaram morrendo nos campos de concentração.... >> Veja mais em Deutsche Welle, em 29/02/2008.

As diferenças entre o Judaísmo e o Cristianismo

Há várias distinções substanciais e vitais entre o judaísmo e o cristianismo. Claro, também há muitas semelhanças, basicamente porque o cristianismo surgiu do judaísmo. Todavia, o cristianismo seguiu um outro caminho desde o início, pois suas lideranças romperam com o judaísmo e formaram uma nova religião. Portanto, é um grande equívoco acreditar que ambas as religiões têm a mesma essência, ou ver o cristianismo como uma continuação natural do judaísmo. >> Leia mais...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

A busca de Israel pela Paz

GRÁTIS - Solicite gratuitamente a publicação "A busca de Israel pela Paz" (em PDF), produzida pelo Comitê Judaico Americano e traduzida pela Embaixada de Israel no Brasil. Clique aqui.


Cinema Israelense

Cinema Israelense
Site sobre Cinema israelense facilita contato entre interessados do mundo inteiro


Arquivos secretos da Inquisição são abertos ao público

Dois fatos históricos foram registrados neste 26 de fevereiro de 2008. O primeiro, no Vaticano. Pela primeira vez, foram abertos ao público os arquivos secretos da Inquisição: a operação oficial da Igreja Católica para julgar e punir os casos considerados ofensivos à fé religiosa.

A exposição no Museu do Renascimento, em Roma, reúne documentos históricos produzidos entre 1600 e 1820. Há dez anos, os originais foram postos à disposição apenas de pesquisadores que tinham que conseguir permissões especiais para manusear parte deles.

Entre as relíquias, estão as peças do julgamento de Galileu Galilei. O astrônomo italiano foi condenado pelo tribunal da Inquisição por defender, entre outras coisas, a teoria de Nicolau Copérnico de que a Terra gira ao redor do Sol e não o contrário, como pregava a Igreja Católica na época.

A exposição no Museu do Renascimento, em Roma, reúne documentos históricos produzidos entre 1600 e 1820.

Extraído de:
Jornal Nacional (Globo), em 26/02/2008.


Expoentes judeus relançam diálogo após mudança na oração da Sexta-Feira Santa

Declarações do professor Neusner e de representantes internacionais

Por Jesús Colina

ROMA, terça-feira, 26 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Representantes judeus manifestaram sua vontade de continuar com o diálogo com a Igreja Católica, muito além das interpretações suscitadas pela nova oração da Sexta-Feira Santa proposta para as comunidades que celebrem segundo o missal precedente ao Concílio Vaticano II.

As mensagens, algumas delas dirigidas diretamente à Santa Sé, acontecem depois de duras críticas contra o texto dessa oração, na qual se reza para que os filhos do povo eleito, como o restante das pessoas, possam chegar a reconhecer Jesus Cristo e sua Igreja.

A oração substitui a outra oração que se rezava pelos judeus antes do Concílio Vaticano II e que era percebida como ofensiva em algumas de suas expressões, em parte por causa da difícil história de relações entre cristãos e judeus.

Em declarações aos microfones da «Rádio Vaticano» (7 de fevereiro), o cardeal Walter Kasper, presidente da Comissão Pontifícia para as Relações Religiosas com o Judaísmo, declarou que esta oração, que só rezarão pequeníssimos grupos católicos, pois o resto da Igreja continuará com a oração que havia introduzido Paulo VI, só faz profissão da fé cristã, não busca fazer proselitismo de conversão.

«No passado, com freqüência esta linguagem era de desprezo, como disse Jules Isaac, um judeu famoso. Agora se dá um respeito na diversidade», reconheceu o cardeal.

Entre as reações, destaca um artigo publicado no jornal alemão Die Tagespost, em 23 de fevereiro de 2008, Jacob Neusner, professor de História e Teologia do Judaísmo no Bard College, que apóia a explicação do cardeal, declara que a oração não faz mais que expressar a identidade cristã.

«Israel reza pelos gentios, de maneira que os demais monoteístas, inclusive a Igreja Católica, têm o direito de fazer o mesmo, e ninguém deveria ofender-se por isso. Uma atitude diferente ante os gentios lhes negaria a possibilidade de ter acesso ao Deus uno, que Israel conhece na Torá», explica o professor que lecionou, entre outras universidades, nas de Columbia, Wisconsin-Milwaukee e Flórida do Sul.

«E a oração católica expressa este mesmo espírito generoso que caracteriza o judaísmo no culto. O reino de Deus abre as portas a toda a humanidade e, quando os israelenses no culto rezam pela rápida chegada do reino de Deus, expressam a mesma generosidade de espírito que caracteriza o texto do Papa da oração pelos judeus, ou melhor, pelo ‘santo Israel’, na Sexta-Feira Santa», explica o professor judeu.

A fórmula «rezemos também pelos judeus», como acontece nas orações do povo eleito, «realiza a lógica do monoteísmo e de sua esperança escatológica», conclui Neusner.

Ao Conselho Pontifício para Promoção da Unidade dos Cristãos, em cujo seio se encontra a Comissão Pontifícia para as Relações Religiosas com o Judaísmo, outros representantes de importantes organizações judaicas enviaram mensagens com os que buscam avançar no diálogo que começou com o Concílio Vaticano II.

O World Jewish Congress, por exemplo, em uma carta, propõe avançar no difícil caminho do diálogo para aprofundar precisamente aqueles aspectos que ferem mutuamente os crentes de ambas religiões, com franqueza, respeito e a necessária abertura de espírito.

O cardeal Kasper explicou, em resposta a consultas de organizações judaicas, que o texto da oração se inspira em São Paulo na carta aos Romanos, capítulo 11, no qual se fala também da aliança que não se quebrou entre Deus e o povo judeu. A oração, constata, deixa tudo nas mãos de Deus e não nas nossas. Não fala de atividades missionárias.

Muito além do debate suscitado pela oração, a imensa maioria dos fiéis católicos do mundo continuará rezando a grande intercessão da liturgia da Paixão da Sexta-Feira Santa, segundo o missal adotado em 1969, que entrou em vigor em 1970, sob o papado de Paulo VI: «Rezemos pelos judeus, a quem Deus falou em primeiro lugar, para que progridam no amor de seu Nome e na fidelidade à sua aliança».

Extraído de:
Zenit, em 26/02/2008.

Polônia homenageia mulher que salvou crianças judias

Uma mulher polonesa que ajudou a salvar 2,5 mil crianças judias durante a Segunda Guerra Mundial será homenageada pelo parlamento da Polônia.

Menino que foi mascote da SS nazista era judeu, revela livro

Um menino judeu que teve toda a família morta durante a Segunda Guerra Mundial acabou sendo adotado pela SS nazista e, segundo ele, se tornou “mascote” do grupo.

Exposição mostra passatempos de nazistas em Auschwitz

As fotos obtidas pelo Museu Memorial do Holocausto, em Washington, nos Estados Unidos, fazem parte de um álbum de 116 imagens, que pertencia ao oficial da SS nazista Karl Höcker.

Clique aqui para ver imagens do álbum do oficial da SS.

Mostra lembra papel de trens alemães no Holocausto


Uma exposição na estação de trens Potsdamer Platz, no centro de Berlim, relembra o papel da companhia ferroviária alemã na deportação de judeus para campos de concentração nazistas.

Escolas alemãs usam HQ para explicar Holocausto


Uma história em quadrinhos vai ser utilizada em escolas alemãs para explicar a história do Holocausto nazista a alunos entre 13 e 15 anos de idade.

Veja cenas da história em quadrinhos sobre o holocausto.


O Anti-semitismo nas Américas: Memória e História

O Anti-semitismo nas Américas: Memória e História

Maria Luiza Tucci Carneiro (organizadora)


Preço: R$ 98,00
Assunto: Anti-semitismo
Código USP: 545509
ISBN: 978-85-314-1050-5
Nº de páginas: 744

Esta coletânea reúne contribuições recentes de diversos autores que pesquisam a prática anti-semita na América. O objetivo é questionar a intolerância em diferentes tempos, espaços e aspectos, analisando o anti-semitismo como um fenômeno psicocultural a partir das relações de interação / conflito entre judeus e não-judeus. Daí, a preocupação da maioria dos autores de investigar as raízes deste fenômeno sob o viés da modernidade, da memória coletiva e da persistência dos mitos políticos. As manifestações do anti-semitismo nas Américas não apresentaram o aspecto radical como o da Alemanha nazista, o que não quer dizer que deva ser subestimado como fenômeno social. Assim, é possível identificar correntes distintas do anti-semitismo moderno que, coexistindo num mesmo momento histórico, variam em seus fundamentos e em intensidade.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Neonazismo, Negacionismo e Extremismo Político


Neonazismo, Negacionismo e Extremismo Político

Coord. Luis Milman & Paulo Fagundes Vizentini
Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Índice

Introdução

  1. Neonazismo e revisionismo: Um desafio político.
  2. Além dos hooligans e das eleições na Áustria.
  3. Introdução.

Parte l: Fascismo, Neonazismo e Extremismo Político

1. O ressurgimento da extrema-direita e do neonazismo: a dimensão histórica e internacional.

2. Fascismo e neofascismo na América Latina.

3. A Extrema-direita no poder: o caso da Áustria.

4. O Brasil nos anos 30 e o germanismo: um estudo de caso

Parte 2: Nazismo e Racismo, Negacionismo e Memória

l. A negação dos assassinatos em massa do nacional-socialismo: desafios para a ciência e para a educação política

2. Negacionismo: génese e desenvolvimento do genocídio conceitual.

3. O nazismo como colonização da sociedade.

4. A política da morte do nazismo.

5. As formas de lembrar e o estudo do Holocausto

6. Direitos Humanos e a luta contra o anti-semitismo: relato de uma militância.


O terrorismo e suas manifestações contemporâneas

O terrorismo e suas manifestações contemporâneas

Entrevista com o Prof. Dr. Alexander Zhebit


Coordenador do Grupo de Acompanhamento e

Análise de Terrorismo Internacional (GAATI)

Em: Sinpro SP On-line - Edição nº 189 - 8/2/2008.



1) Como podemos definir o neoterrorismo ou terrorismo contemporâneo? Quais os elementos e significados que compõem esse fenômeno?

O neo-terrorismo não deixou de ser terrorismo, mas adquiriu características novas que o diferenciam do terrorismo clássico. Ele é transnacional ou transfronteiriço e não apenas nacional, o seu alvo não é um governo ou uma estrutura de poder estatal, mas a atual ordem das coisas. Seus meios incluem, em hipótese, armas de destruição em massa, ou seja, armas nucleares, químicas, biológicas e radiológicas, transformando o neoterrorismo em um terrorismo de destruição em massa, devido à ação indiscriminada destas armas. O terreno onde se cultiva são estados falidos ou os que onde o combate pela legitimidade foi perdido ao crime organizado, ao fanatismo e extremismo, onde a sociedade civil foi intimidada de tal maneira que não conseguiu se organizar a fim de resistir a este fenômeno. O termo entra em uso a partir de 11 de setembro de 2001, apesar de ser usado já nos anos 90.

Ler mais...

UFRJ/História (disciplinas) sobre: 1) "Anti-semitismo e racismo na modernidade" e 2) "Nazismo, Neonazismo e Revisionismo"

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais
Departamento de História

Horário 2008/1 – História / Graduação (Diurno)


08h40min às 12:00h
Quarta-feira

Tópico Especial em História Contemporânea II
"Anti-semitismo e racismo na modernidade"
FCH 696
Profa. Monica Grin


12:00h às 15h20min
Segunda-feira

Tópico Especial em História Contemporânea II
"Nazismo, Neonazismo e Revisionismo"
FCH696

Prof. Ricardo Castro


Arte e poder inquisitorial: imagens da saga judaica na Península Ibérica


Dia 27 de março, às 20h - O Centro de História e Cultura Judaica (CHCJ) realiza o curso “Arte e poder inquisitorial: imagens da saga judaica na Península Ibérica”, com a profª.Benair Alcaraz Ribeiro, doutora em História (USP), pesquisadora do Laboratório de Estudos sobre Intolerância (USP) e professora do Departamento de História da UGF. Temas: introdução geral à História da Inquisição e a História da Arte produzida entre os séculos XIV e XIX. A escola flamenga e o estereótipo do judeu. Representações icônicas do período fundacional da Inquisição Ibérica. Informações: 2156-0413 e 2275-7096.


Literatura judaica no contexto latino americano


Dia 18 de março, às 20h - O Centro de História e Cultura Judaica (CHCJ) promove o curso "Literatura judaica no contexto latino americano. Palestrante: profª. dra. Bella Jozef, pofessora Emérita da UFRJ e especialista em Literatura Latino Americana e Teoria Literária. Temas: As vozes antigas do Novo Mundo. Influências bíblicas nas recordações do passado (Jorge Isaacs, Alberto Gerchunoff, Juan Gelman). Informações: 2156-0413 e 2275-7096.

The Cantors: os 3 tenores

Dia 16 de março - Abrindo as comemorações dos 60 anos do Estado de Israel, a FIERJ, o Beit Lubavitch e o Lar da Esperança vão promover uma apresentação de três tenores da sinagoga portuguesa de Amsterdã. Informações: 2294-3138.

Neonazistas: judeus ou não, eis a questão!

Neonazistas: judeus
ou não, eis a questão!


Neonazistas israelenses, advindos da imigração russa maciça foram presos depois de uma série de ataques no Estado Judaico. Não bastasse a notícia ser estarrecedora por si só, alguns veículos divulgaram que se trataria de judeus israelenses, enquanto outros afirmaram justamente o inverso. Vale uma explicação e um esclarescimento: judeus ou não ? Afinal, quem eles são? Neonazistas em seus uniformes típicos: Israelenses? Russos? Judeus? O que há por trás deste novo fenomêno? Para responder esta questão, temos de voltar no tempo. Final da II Guerra Mundial, criação de Israel. Os horrores e as cicatrizes ainda estavam abertas e pulsantes em todo o mundo, e principalmente dentro do povo judeu. David Ben Gurion decide junto com seu gabinete e a Agência Judaica - orgão até então com a função de pré-estado e que a partir deste momento passou a funcionar como aquele que intermediaria a imigração para o novo país - que para fins de lei de retorno e para ser aceito no país e receber os benefícios que são concedidos a todos os judeus, bastaria ser neto de um, ou seja a terceira geração. Era a adoção da “Lei de Nuremberg”. Se eles assim foram considerados para serem mortos como judeus, assim serão considerados para serem recebidos no país judeu.

Bonito na teoria, mas repleto de buracos na prática. Começando pelo fato de que entra em choque direto com a definição religiosa judaica de quem pertence a este povo. Nenhuma linha ou corrente religiosa aceita este padrão. Para o judaísmo, judeu é aquele que nasce filho de uma mãe judia ou passa por um processo de conversão. Com isto, muitos choques aconteceram na hora de se realizar cerimônias religiosas com tais pessoas em Israel, por conta de o Estado dizer uma coisa e a religião de mais de 3 mil anos adotar outra. Segundo e mais importante em nosso caso: boa parte destas pessoas não tem vínculo algum com o judaísmo, interesse algum em ser visto como judeu, já perderam qualquer conexão com a religião. Existem hoje em Israel, bairros inteiros de russos que entraram como "judeus" no país, mas que abertamente praticam o cristianismo lá, não tendo nenhuma ligação maior com a sociedade judaica.

Junto com a máfia, as drogas, a prostituição
em massa, a imigração russa trouxe também,
quase inacreditavelmente, células
neonazistas para dentro de Israel

Porque vieram então? No caso mais grave de falha da "lei do retorno", centenas de milhares de russos não-judeus entraram em Israel para escapar da miséria russa e receber benefícios no novo país, as vezes para isso até forjando documentos e/ou conversões ao judaísmo. Não são caso único - existem entre todos os países que forneceram imigrantes para Israel, inclusive o Brasil - mas com certeza são o mais grave, e que faz com que há anos parlamentares israelenses peçam que a lei do retorno seja revista e se rigorem os processos de absorção. Vale lembrar que mesmo quando se tratava de um judeu de fato, Israel fez vistas grossas para esposa ou marido não judeu, filhos e filhas, pais e mães do conjuge não-judeu etc... De acordo com as notícias dos jornais israelenses, citando fontes oficiais do ministério de absorção, dos cerca de 1,2 milhões de imigrantes russos, cerca de 300.000 não se consideram judeus. Estes apenas, entre os que já se consideram assim. Se formos ver de fato, o número é bem maior, chegando a quase 50% desta população.

Sim, se até agora você ainda não adivinhou a resposta, ai vem ela: os jovens presos são russos de cidadania israelense, porém não-judeus. Junto com a máfia, as drogas, a prostituição em massa, a imigração russa trouxe também, quase inacreditavelmente, células neonazistas para dentro de Israel. No ano passado já, um rapaz que fazia exército há dois anos, foi pego como membro deste grupo nazista, tendo tatuagens de suástica em seu corpo e mantendo material de adoração a Adolf Hitler em casa. Um site foi descoberto e fechado, o "White Aryan Israelis". Sinagogas foram pichadas e agressões a religiosos, trabalhadores ilegais e drogados foram filmadas. O grupo israelense mantêm atráves da Internet contato com a matriz russa e com outros grupos na Europa. Mas não é só a lei de retorno que terá que ser remendada. A própria legislação israelense de combate ao crime, que nunca previu que tal delito pudesse ocorrer em seu solo, terá agora de ser revista. Nas casas dos presos foram encontrados uniformes nazistas, retratos de Hitler, facas, armas e até mesmo TNT. Portanto, por tudo isso vale este esclarescimento. A notícia já é chocante e sensacionalista por si própria, não precisa de inverdades para apimentá-la mais. Nazistas sim. Israelenses sim. Judeus... não!


Publicado em De Olho na Mídia

Extraído de:
Jornal Alef, edição 1138, em 27/02/2008.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Initiative linking researchers on anti-Semitism

Yale University launched an international association to link researchers on anti-Semitism.

The International Association for the Study of Anti-Semitism, to be headquartered at Yale in New Haven, Conn., is an outgrowth of the Yale Initiative on the Study of Anti-Semitism.

The launch was announced at the Global Forum on Anti-Semitism held this week in Jerusalem.

Charles Small, the director of the Yale initiative, told the assembly that the new association wants to bring together scholars from institutes around the world to ease the exchange of information and promote research.

Small said he hoped the association would help "organize and harness the expertise on this subject matter," especially "during these times when some national leaders and social movements call openly for the destruction of Israel and its people in the most heinous manner, while other leaders and scholars in other parts of the world do not want to fathom this rapidly changing reality."

Membership is open to scholars and professionals in the field, research institutions, universities and their departments, and associations with active scholars exploring related fields.

Extraído de:
JTA Breaking News, em 25/02/2008.

Parlamento de Israel aprova lei antinazismo

GUILA FLINT
de Tel Aviv para a BBC Brasil

O Parlamento de Israel aprovou pela primeira vez, na noite desta segunda-feira, uma lei que proíbe organizações, atividades e propaganda nazistas no país.

De acordo com a nova lei, pessoas envolvidas em "grupos que, de maneira organizada, pregam, incentivam ou incitam o racismo, inclusive os princípios nazistas", serão condenadas a um ano de prisão.

A lei é conseqüência da prisão, em setembro de 2007, de um grupo de jovens israelenses neonazistas. Os oito adolescentes foram acusados de agredir judeus ultra-ortodoxos, homossexuais e trabalhadores estrangeiros.

Na época, a investigação da polícia --iniciada depois que sinagogas foram pichadas com suásticas e dizeres como "morte aos judeus"-- revelou que os jovens eram adeptos da ideologia nazista, o que chocou vários israelenses.

"Em Israel, nunca houve uma lei contra o nazismo, porque ninguém nunca pensou, nem no mais terrível dos sonhos, que aqui pudesse existir esse tipo de fenômeno", disse o deputado Moshe Gafni, um dos autores da proposta de lei.

Anti-racismo
Segundo Gafni, do partido ultra-ortodoxo Yahadut Hatora, sua intenção original era criar uma lei específica contra organizações nazistas, porém na discussão da Comissão Legislativa do Parlamento, a lei foi ampliada e passou a incluir todos os tipos de racismo.

Em Israel já existe uma lei contra propaganda e incitamento ao racismo, a nova lei acrescenta à proibição a formação de organizações racistas.

A lei anti-racista tambem deverá dificultar as atividades de grupos da extrema direita israelense, que pregam o racismo contra árabes.


Leia mais
1.
Governo israelense busca o nazista "Dr. Morte" no Brasil
2.
Morre o industrial Karl Diehl ex-colaborador do nazismo
3.
Hertha Berlim examina sua ligação com o nazismo


Extraído de:
Folha de São Paulo on-line, em 26/02/2008.

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Panorama da História e Geografia Bíblica: Israel na Antigüidade

Curso de extensão – 1º semestre de 2008
Setor Cultural – Faculdade de Letras/UFRJ


Panorama da História e Geografia Bíblica: Israel na Antigüidade


Coordenadora e Docente:
Profa. Dra. Cláudia Andréa Prata Ferreira (UFRJ).
Professora doutora do Setor de Hebraico do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ e do Programa de Pós-graduação em História Comparada (PPGHC) do Departamento de História da UFRJ.

Ementa: Apresentação do panorama histórico do espaço geográfico bíblico e a história de Israel na Antigüidade. É importante conhecer as características geográficas de Israel na Antigüidade e sua realidade política, social e econômica para poder compreender e situar adequadamente os fatos narrados no texto bíblico. A importância da experiência religiosa do povo de Israel. A Bíblia é um conjunto de livros que contêm a narração de tal experiência.

Vagas: 20 - Dia da semana: quarta-feira - Horário: 13:00 h às 15:00 h
Período: de 02/04 a 18/06 (12 encontros)

Programa
01) 02/04 –
O Texto Bíblico “Judaico”: cânone judaico (Esserim Vearbaá).
02) 09/04 – Panorama geográfico: os nomes dados à Terra de Israel através dos tempos, a situação geográfica e o sentido religioso da Terra Prometida.
03) 16/04 – A história das origens. As narrativas da Criação dos povos do Antigo Oriente Próximo e sua influência no texto de Gênesis. O pecado original. Caim e Abel. As duas narrativas do dilúvio. A Torre de Babel.
04) 23/04 - As narrativas dos pais. As origens de Abraão. Vocação, aliança e promessa. Sodoma e Gomorra. O sacrifício de Isaac. A relação entre Jacó e Esaú.
05) 30/04 – O Êxodo: uma história de escravidão e libertação. A história de José. A história de Moisés. As dez pragas. O êxodo e a passagem do mar.
06) 07/05 – A terra onde corre leite e mel. O Decálogo e sua relação com as leis hititas e babilônicas. O período de ocupação da Terra Prometida: o percurso e as etapas da ocupação. A distribuição da terra.
07) 14/05 – O tempo dos Juízes. Os Juízes Maiores e os Juízes Menores.
08) 21/05 – O tempo dos reis. A monarquia em Israel.
09) 28/05 – Profetas e Profetisas na Bíblia.
10) 04/06 – Filosofia grega e a sabedoria hebraica. O diálogo entre helenismo e judaísmo.
11) 11/06 – Panorama da Galiléia do I século: A situação geopolítica da Galiléia e as condições socioeconômicas da região. As relações entre Galiléia e Judéia.
12) 18/06 – O judaísmo no tempo de Jesus. Judaísmo ou Judaísmos?

Programação CHCJ – 1º semestre de 2008

Centro de História e Cultura Judaica
Rua General Severiano, 170/6º.andar Botafogo,
Rio de Janeiro, RJ
Tels. (21) 2156-0413 e 2275-7096
E-mail. chcj@cybernet.com.br


Observação:
turma nova do curso de Tanach, que estará começando a partir de "Bereshit" (Gênesis). As aulas serão ministradas às 4as-feiras no horário de 17:30 às 19:00h.
Início do curso: 05/ 03/ 2008.


Programação CHCJ – 1º semestre de 2008
PROGRAMAÇÃO DO CHCJ

CURSO: 60 ANOS DE HISTÓRIA MODERNA
Profª. Paulo Geiger
Editor, Designer e Consultor do CHCJ.

20/ 05 - O ideal do retorno como elemento da História Judaica.
De como os judeus continuaram a ser um povo só, preservaram seus valores e sua convergência ao longo de 2.000 anos de dispersão.

27/ 05 - 2000 anos depois – o retorno.
De como o vínculo pela religião, pela memória histórica, pela cultura, pela percepção de grupo se transformou num direito como o de todos os povos, à luz de novas idéias e dos novos ideais da modernidade, e de como esse direito gerou um movimento, e o movimento gerou um Estado.

03/ 06 – Cultura e Identidade Judaica em Israel.
De como o moderno estado de seus cidadãos expressa uma identidade judaica, de como uma nação moderna de 60 anos é a continuação da milenar história de um povo, dos dilemas e da singularidade dessa aparente ambigüidade.

17/ 06 – O conflito atual – sua origem e desenvolvimento.
De como uma solução nacional para dois povos, não excludente, foi recusada por um deles originando um conflito; dos complicadores desse conflito, das tentativas de solução, das sucessivas crises, dos fatores locais e internacionais, das perspectivas e perigos.

24/ 06 – Os movimentos de esquerda e os judeus no século XX.
Palestrante: Prof. Dr. Edgar Leite.
- Posições de Lênin sobre o nacionalismo judaico. Polêmicas como Bund e o movimento sionista. Conflitos após a revolução de 1917. O projeto de Birobdijan e seu significado. O fim da seção judaica do Partido. O pós-segunda guerra mundial. A URSS e Israel durante a guerra fria. A política de alianças da URSS no Oriente Médio e suas influências sobre o pensamento de esquerda mundial. A crítica de Herbert Marcuse. Posições após o colapso da URSS.


CURSO: JUDAÍSMO E ISLAMISMO
Profª. Dr. EDGARD LEITE
Doutor em História.Coordenador da Oficina de Estudos da Antiguidade Judaica da UERJ. Professor da UNIRIO.
Profª. Dra. RENATA R. SANCOVSKY
Doutora em História Social – USP. Mestre em História Social - UFRJ
Pesquisadora do Laboratório de Estudos sobre Intolerância - USP
Professora do Departamento de História da UGF
5as. Feiras de 20h às 21h30min.

24/04 - Maomé, O Corão e as relações com os judeus da Península Arábica.
Palestrante: Dra. Renata R. Sancovsky.

15/ 05 - A Espanha Muçulmana e os judeus – os caminhos entre a tolerância e segregação.
Palestrante: Dra. Renata R. Sancovsky.

29/05 – O Império Otomano e os judeus entre os séculos XVI e XIX.
Palestrante: Dra. Renata R. Sancovsky.

05/ 06 – Relações entre judeus e muçulmanos nos séculos XIX, XX e XXI.
Palestrante: Dr. Edgar Leite


CURSO: LITERATURA JUDAICA NO CONTEXTO LATINO AMERICANO
Profª. Dra. BELLA JOZEF
Professora Emérita da UFRJ
Especialista em Literatura Latino Americana e Teoria Literária.

3as. Feiras de 20h às 21h30min.

18/ 03 - As vozes antigas do Novo Mundo.
- Influências bíblicas nas recordações do passado. (Jorge Isaacs, Alberto Gerchunoff, Juan Gelman)

25/ 03 - A Diáspora: o imigrante e o outro.
- Exílio e diáspora, a solidão e o desenraizamento. (Ezequiel Rawet, José Kozer, German Rozenmacher, Isaac Goldemberg)

01/ 04 - Entre memória e identidade
- A captação da história do judeu na América Latina através dos personagens. (Moacyr Scliar, Marcos Aguinis, Pedro Orgambide, David Viñas)

08/ 04 - A presença da escritora judia
- O olhar feminino na América Latina e o seu fazer literário. (Clarice Lispector, Marco Glantz, Alejandra Pizarnik, Angelina Muñoz Huberman)


CURSO: OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO E AS ORIGENS DO CRISTIANISMO
Profª. Dr. EDGARD LEITE
Doutor em História.Coordenador da Oficina de Estudos da Antiguidade Judaica da UERJ. Professor da UNIRIO
3as. Feiras de 20h às 21h30min.

15/ 04 - Os manuscritos de Qumran: questões gerais.
História dos achados. Achados prévios, nos séculos XIX e XX. As cavernas e seus conteúdos. Controvérsias políticas, acadêmicas e arqueológicas. Discussões posteriores sobre o conteúdo dos documentos e sua guarda. Teorias sobre as origens dos documentos.

22/ 04 - O mundo que gerou os manuscritos de Qumran.
A Judéia no período do Segundo Templo. Discussões sobre o poder de Jerusalém e resistências políticas e religiosas. Movimentos religiosos da época. O livro de Enoque e o seu judaísmo. O pensamento apocalíptico e suas dimensões teológicas e políticas.

29/ 04 - Textos sagrados e literatura bíblica em Qumran.
Principais textos e documentos encontrados em Qumran. Tipologia e importância. Textos bíblicos encontrados em Qumran: sua natureza.

06/ 05 - Qumran e as origens do cristianismo.
Elementos gerais do pensamento apocalíptico em Qumran. O livro de Daniel, o livro de Enoque e seus temas no restante da literatura religiosa do período do segundo templo. A figura do “filho do homem” e o “filho de Deus” em 4Q246 e 4Q174. A “divinização” de Moisés em 4Q374 . O sacerdócio celestial em 4Q400 e em outros textos de Qumran. Elos com o cristianismo antigo.

13/ 05 - O universo religioso da Judéia durante as ações do Jesus Histórico.
Especulações e teorias sobre as relações entre Jesus e o restante da comunidade judaica. Relações entre Jesus e os fariseus. A primeira guerra judaica e seus efeitos.


CURSO: ARTE E PODER INQUISITORIAL: IMAGENS DA SAGA JUDAICA NA PENÍNSULA IBÉRICA
Profª. Dra. BENAIR ALCARAZ RIBEIRO
Professora e Doutora em História - USP
Pesquisadora do Laboratório de Estudos sobre Intolerância - USP
Professora do Departamento de História da UGF
5as. Feiras de 20h às 21:30min.

27/ 03 - Introdução geral à História da Inquisição e a História da Arte produzida entre os séculos XIV e XIX.
A escola flamenga e o estereótipo do judeu. Representações icônicas do período fundacional da Inquisição Ibérica.

03/ 04 - A Inquisição no tempo dos Áustrias
A perseguição aos artistas em busca de evidências de judaísmo. El Greco e as possíveis relações com a comunidade judaica.

10/ 04 - A exaltação do Barroco
A Gravura e sua expansão. Os viajantes e Relações de autos-de-fé: a contrapropaganda à Inquisição.

17/ 04 - A aversão
Goya e o alcance do combate à Inquisição. Discípulos e seguidores de Goya.

Kitsur Shulchan Aruch (em português)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

40th Annual Conference of the Association for Jewish Studies - Call for Papers

CALL FOR PAPERS
40TH ANNUAL CONFERENCE ASSOCIATION FOR JEWISH STUDIES
DECEMBER 21 - 23, 2008
GRAND HYATT WASHINGTON - WASHINGTON, DC
SUBMISSION DEADLINE: MAY 1, 2008


The Call for Papers for the 40th Annual Conference of the Association for Jewish Studies is now available online at <http://www.ajsnet.org/>. The AJS Conference is the largest annual gathering of Jewish studies scholars worldwide. More than 150 sessions dedicated to all fields of Jewish studies research and scholarship. The online proposal submission site will be open for submissions beginning March 20, 2008; the deadline for submissions is May 1, 2008. You will also find on the AJS website (<http://www.ajsnet.org/conf_2008.html>): sample abstracts; general information about hotel, meals, registration; and information on visiting Washington. The conference will take place December 21 - 23, 2008 at the Grand Hyatt Washington in Washington, DC.

The AJS will host a Sessions Seeking Participants web page to facilitate the organization of conference session proposals. Session organizers seeking participants for their proposed panels, roundtables, meetings, or seminars may list their proposed session topics on the AJS website, along with their contact information. Those interested in joining one of the sessions may contact the organizer directly about submitting a proposal. For more information, go to <http://www.ajsnet.org/session.htm>. The page includes instructions on how to submit a proposed topic and contact a session organizer.

Please contact the AJS office at ajs@ajs.cjh.org or 917.606.8249
if you have any questions about the conference.

Association for Jewish Studies
Located at the Center for Jewish History
15 W. 16th Street

New York, New York 10011
Phone: 917.606.8249
E-mail: ajs@ajs.cjh.org
Web: <http://www.ajsnet.org/>

Israel Geography Game (Flash)

The J Site - Jewish Education and Entertainment - This Jewish educational site includes: My Hebrew Songbook, Israel Geography Game, Language Match Game, Hebrew Sign Maker and more.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Conferência em Israel discute anti-semitismo

A vice-primeira ministra de Israel, Tzipi Livni, e o ministro para Assuntos da Diáspora e Combate ao Anti-Semitismo, Isaac Herzog, vão inaugurar a “Conferência Internacional Anual do Fórum Global para Combate ao Anti-Semitismo” hoje (dia 24 de fevereiro), às 15h, com transmissão ao vivo (clique aqui).

Festividade de Purim - Dica de links

Festividade de Purim

Dica de links

http://www.agenciajudaica.com.br/downloads/chaguim_laktanim/purim.pdf

http://www.culturajudaica.org.br/festasjudaicas/purim/purim.htm

http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=647&p=0

http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=563&p=0

http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=58&p=0

http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=57&p=0

http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=56&p=0

http://www.chabad.org.br/datas/purim/index.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/leis_costumes/pur10.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/leis_costumes/pur11.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/historia/pur03.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/historia/pur01.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/mensagem/pur03.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/mensagem/pur04.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/mensagem/pur05.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur22.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur21.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur20.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur19.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur17.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur16.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur15.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur14.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur06.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur07.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/artigos/pur09.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/culinaria/pur12.html

http://www.chabad.org.br/datas/purim/piadas/pur08.html

http://www.chabad.org.br/kids/kids.htm

http://www.aishbrasil.com.br/new/artigo_abc.asp

http://www.cjb.org.br/netsach/festas/purim/purim.htm

http://www.cjb.org.br/tiferet/culto/purim_2007.pdf

http://www.netjudaica.com.br/novaNetJudaica/Default.asp?subMenu=Religiao&novaPagina=Textos/mostraCat.asp&id=13

http://www.riototal.com.br/comunidade-judaica/juda1f7.htm

http://www.riototal.com.br/comunidade-judaica/juda1b4.htm

http://www.riototal.com.br/comunidade-judaica/juda1f6.htm

http://www.chabad.org/holidays/purim/default_cdo/flash/true

http://www.torahtots.com/holidays/purim/purim.htm

http://www.torahtots.com/calendar/adar25768.htm

http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Judaism/holiday9.html

http://info.jpost.com/2000/Supplements/Purim/

http://info.jpost.com/1999/Drybones/PURIM/

http://urj.org/holidays/purim/index.cfm?

http://www.ou.org/chagim/purim/when.htm

http://www.ou.org/chagim/purim/mitzvot.htm

http://judaism.about.com/od/purim/Purim.htm


Leia mais em:
Chaguim laktanim
A Festividade de Purim e o Livro de Ester
Shushan Purim Pequeno

Shushan Purim Pequeno

Meguilá Ester

Quinta-feira 21 de fevereiro (2008) - 15 de Adar I (5768)
Leis e Costumes: Shushan Purim Pequeno

Em anos normais, o dia 15 de Adar celebra Shushan Purim, a festa que comemora – em Jerusalém e outras cidades com muralhas - a salvação do povo judeu do terrível decreto de Haman no ano 3405 da criação (356 AEC). Em um ano “grávido”, onde temos dois meses de Adar, como o deste ano, Purim é celebrado no mês de Adar II, e o dia 15 de Adar I é designado como Shushan Purim Catan“Pequeno Shushan Purim”. Não há costumes especiais para este dia, no entanto, Tachanun (“súplicas”) é omitido das rezas durante o dia e há a proibição de jejuar ou fazer discurso fúnebre neste dia.

O código de Leis judaicas cita a opinião de que deve-se aumentar em festividades e alegrias, mas frisa que não há qualquer obrigação de proceder desta forma; no entanto, a pessoa deve aumentar de alguma forma o espírito festivo, pois “A pessoa bondosa está sempre com o coração festivo.” (Shulchan Aruch, Orach Chaim 697:1).


Leia mais em:

Chaguim laktanim
A Festividade de Purim e o Livro de Ester