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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Tu BeAv 5769 (05 de agosto de 2009)

Fonte: Beit Lubavitch New, Número 99, em 29/07/2009.


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Chanceler de Israel diz que Chávez coopera com ala radical do Islã


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Reinaldo Azevedo (31/07/2009)


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30/07/2009

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Gustavo Chacra: Obama já discursou para árabes, iranianos e turcos, mas ignorou Israel


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Destaque


Estadão (30/07/2009)


Barack Obama discursou no Cairo para o mundo islâmico e, acima de tudo, para os árabes. Deu entrevista, pouco depois de tomar posse, para a rede de TV Al Arabyiah. Os iranianos receberam uma mensagem de afeto durante uma celebração persa. O presidente ainda visitou a Turquia, de maioria islâmica, apesar de ser um regime secular.


No Oriente Médio, só faltam os judeus e algumas minorias como a curda. Iranianos, turcos e árabes puderam escutar o que Obama tinha a dizer. Mas, conforme salientou Aluf Benn, colunista do Haaretz, em artigo publicado no New York Times, o presidente dos Estados Unidos ainda não se dirigiu para Israel. Apenas se encontrou com o premiê Benjamin Netanyahu e cobrou o congelamento dos assentamentos. O problema é que não fez um discurso para os israelenses dizendo seus objetivos para alcançar a paz e – importantíssimo para Israel – a segurança, especialmente em relação à ameaça iraniana.


Esta omissão leva os israelenses, de todo o espectro político, a imaginar que Obama, na sua tentativa de se aproximar do mundo islâmico, deixará o Estado judaico isolado. Para os israelenses, isso é muito grave. A percepção em Tel Aviv e Jerusalém Ocidental é de que a comunidade internacional e a imprensa – inclusive americana – possui um viés pró-palestino. A única segurança deles era o governo dos EUA, que, na visão de Israel, agora também pende para o lado árabe na administração de Obama.


Caso não se dirija aos israelenses e explique exatamente o que quer, Obama isolará a mais fundamental peça em qualquer acordo de paz. Sem Israel, não há paz. E os contrários à paz apenas poderão se fortalecer, com o presidente dos Estados Unidos sendo alvo de ataques racistas.


Não seria complicado organizar uma visita para Israel. Já que almeja tanto a paz, Obama deveria visitar Tel Aviv, para ver a cidade mais avançada do Oriente Médio; Jerusalém, pare tentar entender se dá ou não para dividir; Haifa, para observar os resquícios de uma convivência pacífica; Nazaré, para conhecer melhor a vida dos árabes-israelenses; o Golan ocupado ilegalmente, para verificar a frente síria do conflito; e, claro, assentamentos judaicos na Cisjordânica, Ramallah, Hebron e Nablus. Por questões de segurança, dá apenas para entender que o presidente não visite Gaza. Mas o resto seria obrigação dele. Obama não pode perder Israel. Não adianta puxar-saco na época da eleição para ter o voto judaico. Precisa manter a aliança e o respeito quando assume a Presidência.



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30/07/2009

29/07/2009

El movimiento sionista y Max Nordau


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Destaque 1

  • Aurora (30/07/2009): El movimiento sionista y Max Nordau: Ayer, 29 de julio, se conmemoraron 160 años del nacimiento de Max Nordau (en la foto), líder sionista, médico, autor y gran crítico social. >>> Leia mais, clique aqui.


Destaque 2

Aurora (30/07/2009): El Decálogo: el código básico de Israel: La porción de la Torá de la presente semana (parashá Vaetjanán [Deuteronomio 3:23-7:11]) nos cuenta, que al comienzo del segundo discurso (5:1-11:32) pronunciado ``al otro lado del Jordán'' para introducir el gran código deuteronómico (12:1-26:15, 26:16-28:68), Moisés recapituló la historia pasada de Israel, remontándose hasta la teofanía del Horeb/Sinaí y al Decálogo (5:2-31). Según esta versión deuteronomista de los hechos, Yahveh le habría revelado a Israel sólo los ``Diez Mandamientos'' en el Sinaí, mientras que el resto de las leyes habrían sido entregadas al pueblo hebreo por medio de Moisés en las estepas de Moab. (Nota: De acuerdo al libro de Éxodo, Moisés ``refirió al pueblo todas las palabras de Yahveh y todas las normas'' [24:3] en el monte Sinaí, sugiriendo que junto con el Decálogo, también las otras leyes les habrían sido otorgadas a Israel en ese mismo lugar sagrado. La fuente sacerdotal, por su parte, asumió una posición intermedia: Moisés habría recibido en el Sinaí no sólo el Decálogo sino también otras ordenanzas como las referidas al Tabernáculo y los sacrificios [Éxodo 25-29; Levítico 1-7] o las leyes sobre el año sabático y el jubileo [Levítico 25], pero con todo eso las leyes las entregó en las estepas de Moab, principalmente aquellas referidas a la conquista de la tierra y su división [Números 33:50-56; 35:1-8; 36]). (Nota: Para detalles, ver El mundo de la Biblia: Deuteronomio [Tel Aviv, 1999] p. 73).

En la antigüedad, la mayoría de los intérpretes entendieron que Dios le habría revelado a Israel el Decálogo en su totalidad. Como decía Flavio Josefo (siglo I e.c.): ``Todos oyeron una voz que les llegaba de arriba, de tal modo que no se les escapó ni una sola de las palabras [...] La multitud se regocijó al oír a Dios mismo dar los preceptos de los cuales les había hablado Moisés, y la congregación se disolvió'' (Antigüedades Judías III, v, iv-vi; en: Obras Completas de Flavio Josefo [Buenos Aires: Acervo Cultural/ Editores, 1961] págs. 189-190). Sin embargo, otros estudiosos concluyeron que sólo los dos primeros mandamientos habrían sido oídos por el pueblo directamente de la boca de Dios mismo, mientras que el resto de los mismos habrían sido comunicados a Israel por Moisés. Como lo afirmaba Rabí Josué: ``Los israelitas oyeron solamente dos mandamientos: Yo soy Yahveh tu Dios ... y No habrá para ti otros dioses delante de mí'' (Cantar de los Cantares Rabba 1:2 [traducción mía]). Según J. Kugel, esta conclusión se habría debido al fenómeno literario, que después del uso de la primera persona en los dos primeros mandamientos (``Yo, Yahveh, soy tu Dios...''; ``No habrá para ti otros dioses delante de mí...''), el texto utiliza a partir de aquí en adelante la tercera persona para referirse a Dios (¿No tomarás en falso el nombre de Yahveh, tu Dios; porque Yahveh no dejará...''). (Nota: Para más detalles, ver The Bible as It Was [Cambridge, Ma./London, England: The Belknap Press of Harvard University Press, 20004] págs. 376-377). >>> Leia mais, clique aqui.



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Reinaldo Azevedo (30/07/2009)


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30/07/2009

29/07/2009

Colombia refuerza su seguridad ante la posible presencia de Hezbollah


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29/07/2009

quarta-feira, 29 de julho de 2009

El uso de la lengua hebrea por novelistas palestino-israelíes: el caso de Šammās y de Kashua


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FSP online (29/07/2009)


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  • Blog do Noblat (29/07/2009): Luiz Cláudio Cunha: O Brasil entra em campo: Todos lembram da cena comovente, após a virada de 3 a 2 contra os Estados Unidos no último domingo de junho, na final da Copa das Confederações, em Joanesburgo: os jogadores da seleção brasileira ajoelhados no gramado, erguendo e deitando várias vezes a testa no chão, voltados para Meca, erguendo as duas mãos em agradecimento às graças do profeta Maomé... (...) A Fifa viu – e não entendeu. Fez um alerta à CBF para "moderar" a atitude dos jogadores mais religiosos e só não puniu os atletas porque a rezadeira aconteceu após o apito final do juiz. "Religião não tem lugar no futebol", disse Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação de futebol da Dinamarca, que reclamou do exagero brasileiro à Fifa. "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Não podemos deixar a política entrar no futebol, e a religião também precisa ficar fora", disse o cartola ao jornal Politiken, de Copenhague. No Brasil, todo mundo viu, mas ninguém estranhou, nem reclamou – como certamente fariam, com indignação, se houvesse uma explícita manifestação muçulmana em campo. Aquele gesto de contrição planetária no sul da África, via satélite, acabou revelando um pouco mais de um fenômeno cada vez menos sutil da realidade brasileira: a invasão da religião nas instâncias de poder, nas frestas da sociedade, sob o patrocínio ou complacência das autoridades, atropelando o caráter laico que deveria prevalecer no país há 120 anos, desde a proclamação da República. >>> Leia mais, clique aqui.


Destaque 3

MEAH 56 (2007) - Pags.181-205

Resumen: En este artículo se verán cuales han sido las motivaciones que han empujado a algunos novelistas palestino-israelíes a escribir sus obras en hebreo. Los palestinosisraelíes se enfrentan al problema de una doble identidad que a veces resulta difícilmente conciliable. Como ciudadanos israelíes se encuentran en un entorno muy diferente del que viven sus hermanos árabes palestinos y, como árabes, tienen que soportar una situación de discriminación. Este problema aparece reflejado en sus obras narrativas; autores como ‘AÐallh Manýr, Na‘m ‘Ar×yd, Antón amm×s o Sayyed Kashua han expresado en hebreo todas sus preocupaciones, sus dudas, y han denunciado la discriminación que sufren al ser considerados ciudadanos de segunda clase.



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29/07/2009