Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
Lembrete: Fuerza Solidaria: Venezuela ¿Centro mundial del terrorismo?: Dado que las FARC - aliadas incondicionales del gobierno venezolano- están siendo desmanteladas por el gobierno de Álvaro Uribe, y dado que la Revolución Cubana está herida de muerte, Chávez recurre al fundamentalismo islámico para proteger su revolución. De allí su alineamiento con Hamas, el Hezbollah, y demás grupos terroristas, a la vez que rompe relaciones con Israel.
Palestinos lançam foguete contra sul de Israel: Ao contrário dos Qassam, muito mais precários, de menor tamanho e em poder de várias milícias, os Grad, versão mais avançada do popular Katyusha, são importados e, segundo os serviços de inteligência israelenses, estão unicamente nas mãos do Hamas.
Alef (30/01/2009)
Artigo do professor Efraim Karsh, chefe de Estudos do Mediterrâneo e Oriente Médio na King's College/Universidade de Londres: “O que está por trás da condenação de Israel?”. Leia mais.
JCPA
Efraim Karsh: What's Behind Western Condemnation of Israel´s War against Hamas?:With a unanimity that has become all too familiar, politicians, the media, NGOs, and church leaders across the globe took their cue to denounce Israel's legitimate act of self-defense against one of the world's most extreme terror organizations. This chorus of disapproval is in stark contrast to the utter indifference to far bloodier conflicts that have been going on around the world. >>>Read it all here.
La Pascua y la fiesta de los ázimos: ¿una misma celebración?: La etimología de la palabra “matzá” es ciertamente desconocida. Y como en el caso de ritual de Pascua, también este tipo de pan era conocido en la época pre israelita. En distintos casos se nos cuenta en la Biblia que aparecen horneando estos panes sin levadura, sin ningún significado ritual. La porción de la Torá de la presente semana (parashá Bo [Éxodo 10:1-13:16]) nos cuenta sobre el primer mandamiento que le fue ordenado al pueblo de Israel como tal, a saber: la institución de la Pascua y la fiesta de los ázimos (Éxodo 12:1-28, 43-51; 13:3-10). En su actual contexto literario, esta ordenanza sobre la fiesta se encuentra combinada con la décima plaga (la muerte de los primogénitos) (Éxodo 11:1-10; 12:29-34) y la salida de los israelitas de Egipto (12:35-42). (Nota: Según los biblistas, el largo texto sobre la Pascua parecería ser el resultado de la combinación de distintas fuentes literarias, a saber: una fuente antigua de tradición yahvista [12:21-23, 27b, 29-39]; adiciones en el estilo del Deuteronomio [12:24-27a; 13:3-16; quizá 13:12]; y algunas adiciones de la redacción sacerdotal: las leyes rituales y la significación de la Pascua [12:1-20, 28, 40-51]). >>> Leia mais em Aurora (31/01/2009).
Venezuela ¿Centro mundial del terrorismo?:Dado que las FARC - aliadas incondicionales del gobierno venezolano- están siendo desmanteladas por el gobierno de Álvaro Uribe, y dado que la Revolución Cubana está herida de muerte, Chávez recurre al fundamentalismo islámico para proteger su revolución. De allí su alineamiento con Hamas, el Hezbollah, y demás grupos terroristas, a la vez que rompe relaciones con Israel.
População saúda Erdogan, e Peres diz que relação com Turquia não será afetada
ISTAMBUL. O primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan, foi recebido ontem como herói na volta a seu país, depois de abandonar um debate no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, furioso por ter sido impedido de responder a um discurso em que o presidente de Israel, Shimon Peres, defendera a ação militar na Faixa de Gaza. Empunhando bandeiras turcas e palestinas e cantando “nos orgulhamos do senhor”, cerca de cinco mil turcos se reuniram no aeroporto para recepcioná-lo.
Uma cena parecida foi registrada na Faixa de Gaza, onde bandeiras turcas e do Hamas dividiram espaço durante um ato para cinco mil militantes em que Khalil al-Hayeh, um dos líderes do grupo terrorista, chamou Erdogan de herói e declarou vitória do Hamas no conflito.
— O povo palestino, a resistência e o Hamas saúdam o senhor, Erdogan. Estamos com o senhor e ao lado da Turquia — disse Hayeh, em sua primeira aparição pública desde o início da incursão.
Críticas à Turquia pelo fim da neutralidade
Peres, por sua vez, relatou ter telefonado para o premier turco para dizer que não tomou a discussão “como pessoal” e que a relação dos dois países “poderia permanecer inalterada”.
— Não mudou meu respeito por ele. Tivemos uma troca de pontos de vista e as posições, afinal de contas, são posições — disse Peres.
Apesar da recepção calorosa a Erdogan em Istambul e em Gaza, ex-diplomatas na Turquia disseram que a postura do premier poderia minar a posição do país — com o qual Israel tem a melhor relação no Oriente Médio — como mediador do conflito palestino-israelense.
— De agora em diante, a Turquia perdeu sua neutralidade — disse o professor de Relações Internacionais da Universidade de Ankara Huseyin Bagci. — Seu papel de mediador objetivo no Oriente Médio acabou.
Ontem, na inauguração de uma estação de metrô em Istambul, o premier voltou a criticar a matança de civis e defendeu que todos “tomem lados”, argumentando que “silenciar em face à opressão é opressão em si”.
— Não estamos categoricamente acusando Israel, israelenses ou judeus. Nossa crítica é a bombas de fósforo, armas de destruição em massa.
Nossa reação é ao governo de Israel — disse. — Todos devem assumir lados e o lado em que a Turquia está é claro: o lado da paz.
Erdogan disse ter deixado o debate por não ter podido responder a Peres e por ter recebido pouco tempo de fala.
— Você deve estar se sentindo culpado, por isso falou tão alto. Vocês mataram gente. Eu me lembro das crianças mortas — disse, antes de abandonar o evento prometendo nunca mais voltar.
Ontem, em visita a Jerusalém, o enviado americano para o Oriente Médio, George Mitchell, disse que haverá mais retrocessos nas negociações de paz entre Israel e palestinos.
— A violência trágica em Gaza e no sul de Israel é um lembrete de que desafios sérios e difíceis e, infelizmente, retrocessos virão — disse.
Embaixador diz que Israel quer mostrar sua democracia para o mundo:O frágil cessar-fogo na Faixa de Gaza entre o Hamas e Israel não equivale a um cessar fogo na propaganda “de guerra” adotada por Israel com a proximidade das eleições para primeiro-ministro. Após uma guerra marcada pela morte de civis, pelo ataque a alvos das Organizações das Nações Unidas (ONU) e pela morte de crianças, é importante, na avaliação do embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher, mostrar ao mundo que “há democracia em Israel”.
Presidente Shimon Peres diz em Davos não crer em negociação com "fanáticos religiosos", que acusa de estimular terror
Israelense também não aceita negociar com Hamas e diz que dá por encerrado incidente da véspera com o primeiro-ministro turco
CLÓVIS ROSSI
ENVIADO ESPECIAL A DAVOS
O presidente de Israel, Shimon Peres, não escondeu seu desconforto com a perspectiva de que os EUA iniciem um diálogo direto com o Irã. "Não temos nada contra o povo iraniano, e sim contra fanáticos religiosos que querem controlar toda a região", disse Peres ontem em entrevista a um pequeno grupo de jornalistas. Como o diálogo não será com "o povo iraniano", mas com o governo que Israel considera dominado por "fanáticos religiosos", o desconforto fica explícito.
Explícito e explicável: para Peres -e para a maioria dos analistas independentes- o Irã é o padrinho de dois grupos fundamentalistas cuja principal pauta é a destruição do Estado judeu. São o Hizbollah (Partido de Deus), que opera no Líbano, e o Hamas (Movimento de Resistência Islâmico), que controla Gaza.
Se essa análise é correta, um diálogo direto entre os EUA e o Irã se refletiria no Líbano e em Gaza, os dois pontos negros, no momento, para a segurança de Israel. "O Irã financia, arma e estimula esses dois grupos a utilizarem o terrorismo", diz Peres, para apontar para o que considera inimigo principal.
Peres deu por encerrado o incidente da véspera com o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, que abandonou Davos depois de um bate-boca com ele. O presidente israelense telefonou depois para Erdogan e, segundo contou, disse-lhe esperar que um incidente pessoal não interfira nas (boas) relações entre Israel e Turquia, que Peres aponta como "uma escolha melhor para o mundo árabe do que o Irã -"mais avançada, menos fanática e que não quer a bomba [atômica]".
O presidente israelense reclamou também do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que, no debate da véspera, criticara o ataque de Israel ao escritório da ONU em Gaza. "Poderia ter sido mais polido", diz.
O presidente de Israel discorda da visão que predomina na mídia ocidental, segundo a qual Israel perdeu a batalha de imagem com a invasão de Gaza e, portanto, teria ficado isolado -de que o incidente com Erdogan seria um reflexo.
Peres, ao contrário, prefere contar que Israel recebeu, privadamente, pedidos de líderes árabes para que resolvesse o problema do Hamas. A Folha perguntou quais países, mas Peres escapou: "Mesmo que eu lhe dissesse reservadamente, você publicaria".
O presidente israelense faz todo o esforço para demonstrar que nem Israel nem ele têm restrições aos palestinos. Lembrou, por exemplo, que, em certa ocasião, foi ao Parlamento sueco com o então líder Iasser Arafat (1929-2004) pedir recursos para os palestinos.
Hamas e OLP
Peres insiste também na tremenda complexidade da questão israelo-palestina, "pelos 2.000 anos de história, pelas religiões [que têm locais sagrados na região] e pelas emoções" que o tema desperta. Tanto é assim que todas as sessões sobre Oriente Médio realizadas em Davos tiveram lotação completa, mesmo em meio a uma crise econômica, que é o tema preferido para os empresários, a clientela de Davos.
A Folha lembrou a Peres, 85 anos, que ele era do tempo em que Israel considerava a OLP (Organização para a Libertação da Palestina) e Arafat, seu líder máximo, como "terroristas", o que não impediu a negociação que desaguou nos Acordos de Oslo, o ponto mais próximo da paz a que se chegou.
"Seria possível imaginar ainda no seu tempo de vida idêntica negociação com o Hamas?"
Peres preferiu contar a história de uma reunião da Internacional Socialista, da qual era vice-presidente como representante do Partido Trabalhista israelense, em que foi apresentada moção para que a OLP fosse aceita na Internacional. Peres foi o único a se opor, e disse que, em vez de pressioná-lo a aceitar a OLP, deveriam pressionar Arafat para que mudasse a carta de fundação da OLP que, como hoje a do Hamas, pregava a destruição de Israel.
Foi o que fez a Internacional Socialista com êxito. Por isso, Peres sugere que a comunidade internacional pressione o Hamas a mudar: "Eles têm que mudar, para o benefício de suas próprias crianças".
Grupo intimida opositores e críticos, mas ao mesmo tempo é visto por palestinos de Gaza como seu defensor ante Israel
RAPHAEL GOMIDE
ENVIADO ESPECIAL À FAIXA DE GAZA
Treze dias após a trégua com Israel, o grupo extremista islâmico Hamas mantém-se no poder e no controle da faixa de Gaza com as mesmas armas usadas antes da ofensiva militar israelense: discurso religioso e anti-israelense, opressão violenta a opiniões divergentes e assistencialismo.
Com a maior parte das instalações do governo destruídas, o Hamas improvisa a gestão nos prédios públicos que restaram. O Hospital Shifa, o maior da faixa de Gaza, tem servido como gabinete provisório para o vice-ministro da Saúde do Hamas, Basim Naym, e sua equipe direta. Como outras autoridades graduadas do grupo, Naym tem aparecido pouco em público, temendo ser alvo de Israel.
O ressentimento atávico dos palestinos com Israel, agravado pelas mais de 1.300 mortes e a destruição que ficaram de saldo dos 22 dias da ofensiva israelense, alimenta a visão aparentemente predominante de que o Hamas, vencedor das eleições legislativas palestinas de 2006, é a "resistência" organizada para defender Gaza. A ação de Israel teve como objetivo declarado enfraquecer o governo do grupo, e como justificativa, os disparos de foguetes pelos extremistas contra seu território nos últimos oito anos.
Ontem, o Hamas promoveu um comício em Gaza que reuniu mais de 5.000 pessoas e marcou a primeira aparição pública, após a ofensiva, de Khalil al Hayeh. O legislador, um dos líderes do grupo em Gaza, declarou vitória ante Israel no conflito. "Dizemos com orgulho que Gaza venceu a guerra, a resistência venceu a guerra, e o Hamas venceu a guerra."
Repressão
Mas, se existe a percepção de que o Hamas representa a resistência legítima, por outro lado a violenta repressão a vozes contrárias ao grupo cala uma oposição tensa e impotente.
Vítimas relataram à Folha casos de tortura, de baleados nas pernas por criticarem o governo e de assassinatos. "O Hamas não é só um partido, é uma religião. Eles usam palavras do Corão, e somos um povo religioso", diz o comerciante Bassam Diazada, crítico do grupo.
Durante a guerra, temendo um golpe interno, o Hamas enviou emissários a pessoas ligadas ao Fatah - o partido laico, encabeçado pelo presidente Mahmoud Abbas, domina a Autoridade Nacional Palestina e rompeu com o rival islâmico em junho de 2007 após disputas sobre as forças de segurança e a formação do gabinete.
Um comerciante contou que homens armados o visitaram e determinaram que não saísse de casa. Para enfatizar a intimidação, atiraram nos pneus de seu carro.
A opressão nem sempre é visível ao estrangeiro, mas, como em favelas brasileiras dominadas pelo tráfico, prepondera a lei do silêncio em Gaza. Diante de uma população desconfiada e traumatizada pela guerra, é preciso recorrer a laços familiares para obter depoimentos críticos ao Hamas.
As perguntas e respostas sobre os extremistas são sempre em voz baixa. Quando um estranho se aproxima, para-se de falar. "Não falo de política com os fregueses. É muito perigoso discordar publicamente do Hamas. Corre-se risco de morte ou de levar tiros nas pernas, ter a loja fuzilada ou destruída. E ainda escrevem na loja: traidor, como se fosse a favor de Israel", contou Ibrahim Dia, dono de uma sapataria. Um amigo lhe mostrou as marcas das pancadas e queimaduras nas costas.
Polícia nas ruas
O palestino comum, sem filiação partidária, tem sentimentos conflitantes. Uma coisa, porém, é unânime: a repulsa a Israel, considerado culpado da guerra, mesmo por moderados e integrantes do Fatah.
Diferentemente dos governos de Israel e dos EUA, a maioria dos palestinos não vê o Hamas como "terrorista" -e até se surpreende com a pergunta-, mas como "nacionalista".
Nas ruas, a presença do Estado volta aos poucos, na forma de policiais civis, desarmados, controlando o trânsito e policiais militares, armados com fuzis AK-47. Eventualmente, homens de negro portando fuzis circulam em bairros da capital e cidades vizinhas a Gaza.
Vez por outra, irrompe uma rajada de tiros à distância, sem provocar reação dos passantes.
Nesta semana, o hospital centralizou os pedidos de indenização a parentes de mortos, feridos e por casas destruídas, atraindo grande movimento. Na falta de estrutura e de papel timbrado, qualquer pedaço de papel servia de autorização, mediante carimbo e a assinatura de um membro do gabinete.
O Hamas dá 500 a feridos, 1.000 aos parentes de mortos (a quem só se referem como "mártires"), 2.000 por casa parcialmente danificada e 4.000 para as completamente destruídas.
"É o que o governo pode oferecer agora. Mas investigamos se foram feridos no ataque mesmo", diz Samy Hassan, autoridade do ministério.
JB (31/01/2009)
Líder do Hamas declara vitória - Pág. 20: Mitchell antecipa mais retrocessos e Obama autoriza envio de US$ 20 milhões em ajuda. Mais de 5 mil pessoas se reuniram ontem em Gaza para ver o principal líder do grupo militante Hamas declarar vitória no confronto de 23 dias com Israel, que deixou 1.300 palestinos mortos, a maioria civis, e cerca de 5 mil feridos. Treze israelenses também morreram nos confrontos.
Gaza e Manágua na mira da União Européia - Pág. 21:No dia 18 de dezembro o Parlamento Europeu (PE) aprovava uma resolução denominada Os ataque contra os defensores dos direitos humanos, das liberdades públicas e da democracias na Nicarágua, que foi aprovada pelo grupo Popular, o Liberal, Europa das Nações e também pelos "socialistas". Contra votaram Esquerda Unitária e os Verdes. (...)É assim que a classe política européia em geral tem feito autênticas manobras para tentar colocar à mesma altura a agressão israelense e a defesa palestina. Aqueles que negaram a ajuda humanitária à Nicarágua sem piedade alguma, não se atreveram a enfrentar Israel. Os acontecimentos em Gaza e Manágua são também um claro aviso para países como Venezuela, Bolívia, Cuba, Equador, El Salvador, Argentina, Irã, Paraguai etc, de que os EUA e a UE, sempre que preciso, estarão dispostos a apoiar qualquer variante desestabilizadora ou se calar ante qualquer ataque armado por mais absurdo que seja. Para "esmagar uma mosca", congelaram a ajuda humanitária e não respeitaram a soberania de um país. Por uma agressão criminal, se calarão enquanto brindam por um melhor ano.
Edição nº 21- Ano III - Janeiro/Fevereiro 2009 - ISSN: 1809-2888
Artigo de Genivalda Araujo Cravo dos Santos: Tecendo alguns aspectos identitários e psicológicos do fundamentalismo: O objetivo deste trabalho é refletir, a partir dos autores aqui citados, alguns aspectos identitários e psicológicos contidos no fundamentalismo. Para tanto citaremos alguns casos exemplos de fundamentalismo religioso e econômico/político. Esperamos tecer algumas características históricas e sociológicas desses aspectos e apontar possíveis correlações entre os diversos tipos de fundamentalismos.
MICHELOTO, Antonio Ricardo. Fundamentalismo religioso e violência política: ensaio sobre possíveis relações. Revista Múltipla, Brasília, v. 7 n. 12, pp. 17-36, jun 2002.
Resumo: Neste pequeno ensaio sociológico, o autor discute a questão do fundamentalismo religioso e suas diversas manifestações contemporâneas, analisando os fatores históricos e culturais responsáveis por essa forma radical de oposição ao mundo moderno. Analisa também algumas circunstâncias em que a resposta fundamentalista transforma-se em violência política cometida contra indivíduos, grupos sociais e/ou nações. O ponto de vista defendido é o de que a própria modernidade, por sua parcialidade e contradições, estimula o fundamentalismo e as ações violentas nele eventualmente apoiadas ou por ele justificadas.