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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 9 de janeiro de 2011

¿Vuelve el antisemitismo? (Bernard-Henri Lévy)

Aurora (09/01/2011): ¿Vuelve el antisemitismo? Autor: Bernard-Henri Lévy. La demonización de Israel nunca tendrá fin. Tres acontecimientos recientes, tres signos, obligan a plantear de nuevo esta pregunta. Primero, en Francia, esa extraña campaña a favor del boicot que parece extenderse. Por supuesto, hay situaciones en las que el boicot está justificado. Y soy el primero que lo ha preconizado en los casos en que, resumiendo, el derecho de los pueblos a disponer de su propio destino degenera en derecho de los tiranos a disponer de su propio pueblo o, ya que estamos, del vecino. Pero ¿en el caso de una democracia como Israel? ¿En el caso de la única democracia de Oriente Próximo, es decir, del único Estado de la región en el que las discrepancias políticas pueden resolverse mediante acuerdos? ¿Ante una de las pocas naciones del mundo que a las viejas preguntas de si la democracia se improvisa, de si se puede inventar a partir de la nada y de si puede surgir de pueblos que a menudo no han conocido sino el totalitarismo y la tiranía, respondió con el milagro de un régimen que, desde su nacimiento, fue, en efecto, una democracia? Y qué decir, finalmente, de este castigo colectivo que pretenden infligir a un país que, en su relación con su adversario político, es decir, con la parte palestina: a) cuenta con una fuerte minoría de ciudadanos dispuestos a todas las concesiones; b) cuenta, desde hace mucho tiempo, con una mayoría convertida a la solución de los dos Estados, a cambio de garantías de seguridad; c) no cuenta con casi ningún responsable serio que no se haya resignado, aunque sea a regañadientes, a dar por muerta y enterrada su utopía y a aceptar el reparto de la tierra. Este asunto del boicot, ya sea económico, deportivo o cultural, no tiene sentido. O, si lo tiene, enunciarlo causa escalofríos, hasta tal punto estamos cerca, en este caso, del más irracional, loco y furioso de los odios. >>> Leia mais, clique aqui.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Exposição tematiza o antissemitismo na Alemanha Oriental

Deutsche Welle (25/10/2010): Exposição tematiza o antissemitismo na Alemanha Oriental: Exposição itinerante enfoca tema que foi durante muito tempo tabu: os maus tratos aos judeus na Alemanha Oriental após o fim da Segunda Guerra Mundial. Quando a República Democrática Alemã (RDA) foi fundada, após a Segunda Guerra Mundial, o sistema comunista implantado pretendia ser um recomeço. A proposta era a da igualdade entre todos os cidadãos, deixando de lado o passado, fosse ele nobre ou vergonhoso. Não houve debate sobre o Holocausto ou sobre o que determinadas pessoas fizeram e por que o fizeram. Isso fez com que o antissemitismo persistisse no país, de acordo com os organizadores de uma exposição que trata da discriminação sofrida pelos judeus na RDA, a Alemanha Oriental. Muitos alemães orientais, contudo, ainda têm dificuldades de acreditar que havia espaço para o antissemitismo num Estado que se autointitulava antifascista. Uma exposição itinerante, organizada pela Fundação Amadeu Antonio, tenta explicar aos visitantes como a perseguição, em parte sob os auspícios do Estado, permaneceu sendo parte integrante da vida dos judeus na RDA. Exibida no momento no balneário de Prora, localizado na Ilha de Rügen, no Mar Báltico, a exposição "Nós não tínhamos nada disso!" remete ao tabu em torno do assunto. "A ideia de que uma ideologia de Estado possa automaticamente impedir pessoas de odiar outras é ridícula", diz Annette Kahane, diretora da fundação que organiza a exposição. "Os legisladores no Leste disseram 'de agora em diante todos estão desculpados pelo que aconteceu, ninguém fará nada de errado outra vez e podemos começar a construir nosso Estado comunista' – isso também é ridículo", diz Kahane. A exposição mostra uma evidência atrás da outra de quão antissemita a RDA de fato era. Houve os julgamentos antijudeus e a expurgação de judeus do Partido Comunista nos anos 1950 e a profanação do que havia restado dos cemitérios judaicos. O governo da Alemanha Oriental opunha-se abertamente a Israel, permitindo até mesmo que grupos terroristas palestinos treinassem em território nacional. >>> Veja mais, clique aqui.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Cresce a oferta de material neonazista em alemão na internet

Deustche Welle (24/08/2010): Cresce a oferta de material neonazista em alemão na internet: Os extremistas de direita alemães estão cada vez mais presentes na internet e usam a rede para divulgar suas mensagens racistas e antissemitas, com o objetivo de conquistar novos adeptos. Essa é a principal conclusão de um relatório anual sobre atividades neonazistas na internet alemã, apresentado nesta terça-feira (24/08) em Berlim pela Jugendschutz.net (literalmente "proteção da juventude"), uma iniciativa dos governos estaduais para a proteção de jovens usuários da internet. Em 2009, foram registrados 1.872 sites da cena neonazista com conteúdo em alemão, 237 a mais do que no ano anterior e 839 a mais do que em 2005. Também a oferta de sites dedicados ao partido extremista NPD cresceu, passando de 190 para 242 entre 2008 e 2009. A Jugendschutz observou, também, que os radicais de direita se comunicam cada vez mais por meio de comunidades próprias, que utilizam para combinar ações e debater suas ideias. Em um ano, o número delas quase triplicou, somando agora mais de 90. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Récord de antisemitismo en el Reino Unido

Aurora Digital (07/02/2010)


John F Hobbins (06/02/2010)


FSP online (24/01/2010)


Veja mais:


terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto / Brasil: Memória do Holocausto e Educação

O Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), como ficou conhecido o extermínio de milhões de judeus e outros grupos considerados indesejados pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial, é celebrado oficialmente em 27 de janeiro.


A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2005, para lembrar o dia da libertação dos prisioneiros do campo de concentração nazista de Auschwitz-Birkenau, no sul da Polônia, ocorrida em 27 de janeiro de 1945.

As Nações Unidas adotaram nova resolução, em janeiro de 2007, condenando as declarações que negarem a ocorrência do Holocausto. O documento, aprovado por consenso por mais de 100 países, teve o Brasil como co-patrocinador.


O texto da resolução rejeita qualquer questionamento de que o Holocausto foi um evento histórico, enfatiza o dever dos Estados-membros de educar futuras gerações sobre os horrores do genocídio e condena todas as manifestações de intolerância ou violência baseadas em origem étnica ou crença.


A resolução pede também ao Secretário-Geral que crie um programa de comunicação sobre o tema "O Holocausto e as Nações Unidas" e que incentive a sociedade civil a promover a memória do Holocausto e iniciativas educativas.


A iniciativa da ONU tem importância no sentido histórico e igualmente pedagógico. Veja o link elaborado pela ONU, clique aqui.


Jan Elliasson, que na ocasião da criação da resolução presidiu a Assembléia Geral, lembrou que parte da missão original da ONU, criada após a Segunda Guerra, era assegurar que atrocidades como o Holocausto não voltariam a acontecer.


Veja mais:


Brasil: Memória do Holocausto e Educação:


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Bento XVI, Santo Agostinho e os judeus


Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Comitê do Holocausto Brasil (13/01/2010)

  • O antissemitismo da Igreja Católica no Brasil por seu próprio punho ou ainda ACSMV: Bento XVI, Santo Agostinho e os judeus: Tendo em vista a próxima viagem de Bento XVI à Terra Santa e os debates teológicos entre a Fraternidade São Pio X e os dicastérios competentes da cúria romana em torno dos temas mais controvertidos do Concílio Vaticano II, desejaria fazer um cotejo entre o ensinamento de Santo Agostinho e uma passagem do Catecismo da Igreja Católica. Há notícias de que os judeus estão descontentes com Bento XVI porque este ainda não disse claramente que eles, por professarem a lei de Moisés, têm a salvação. >>> Leia mais, clique aqui.


Leia mais:


Veja mais:

13/01/2010

12/01/2010

11/01/2010


terça-feira, 12 de janeiro de 2010

David Borensztajn: O Corão e os judeus


Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2

  • Gentiuno – Gente Del siclo XXI: O site é produzido por um grupo de jornalistas e intelectuais judeus e não judeus da Venezuela que é um primor. Artigos interessantes e entrevistas sobre a situação das comunidades em nosso continente. (Dica: Sheila Sacks)


Destaque 3


Destaque 4


Destaque 5

  • “El Reino de Israel existía en el siglo 10 a. C.”: Un gran avance en la investigación de la Biblia arrojó nueva luz sobre el período en que la Biblia se podría haber escrito, con el testimonio de la escritura del hebreo descubierta y que data del siglo 10 AC, anunció la Universidad de Haifa. El profesor Gershon Galil, del Departamento de Estudios Bíblicos en la Universidad de Haifa, recientemente descifró una inscripción que data del siglo 10 aC, y demostró que se trataba de una inscripción en hebreo, lo que representa la escritura hebrea más antigua conocida. ste avance indica que al menos algunas de las escrituras son de cientos de años antes de las fechas que se supusieron, y que el Reino de Israel ya existía en ese momento. El siglo 10 a. C. fue el período del reinado del rey David. La inscripción en sí, que fue escrita en tinta sobre un trozo de cerámica de 15 x 16,5 cm, se descubrió un año y medio atrás en las excavaciones que llevó a cabo el profesor Iosef Garfinkel en Khirbet Qeiyafa, cerca del Valle de Elah. Aunque fue datada en el siglo 10 aC, no estaba inmediatamente claro si fue escrita en hebreo o en otro idioma local. >>> Leia mais, clique aqui.


Destaque 6



Jornal Nacional (12/01/2010)

  • Morre mulher que ajudou Anne Frank no holocausto: Miep Gies era uma das poucas pessoas que conheciam o esconderijo da família Frank e de mais quatro pessoas em Amsterdam. Eles ficaram sem sair do local por dois anos.
  • Físico nuclear iraniano é morto em Teerã: O governo do Irã acusa Israel e os Estados Unidos pelo atentado. A Casa Branca classificou a acusação de absurda. (...) Nesta terça-feira, também em Teerã, começou o julgamento de sete líderes Bahá'í, uma religião que surgiu na antiga Pérsia, que hoje é proibida no Irã. Eles são acusados de espionagem para Israel, blasfêmia contra santidades islâmicas, incitamento contra o governo e de espalhar a corrupção no país. E podem ser condenados à morte por isso. As duas mulheres e os cinco homens estão presos há quase dois anos. Em todo o mundo, os Bahá'í são 7 milhões. Os 300 mil que vivem no Irã denunciam que têm sido perseguidos e hostilizados desde a Revolução dos Aiatolás, em 1979. A sede mundial Bahá'í fica hoje na cidade israelense de Haifa. Nos Estados Unidos, o departamento de Estado condenou o julgamento de pessoas que, segundo o governo americano, estão presas sem nenhuma prova de culpa. Líderes Bahá'í de outros países, inclusive do Brasil, também condenaram a prisão e o julgamento do grupo no Irã. "É uma comunidade internacional, onde em todos os países é reconhecida como uma comunidade pacífica, que trabalha para o estabelecimento da paz, da harmonia. Então, realmente, não tem nenhum fundamento essas acusações, agora a perseguição é implacável", declarou GUITTY MILANI, do colegiado da comunidade Bahá'í. >>> Texto e vídeo, clique aqui.


Deutsche Welle (12/01/2010)


Zenit (12/01/2010)

  • Tumba em Jerusalém confirmaria autenticidade do Santo Sudário: A “Tumba do Sudário”, recentemente descoberta em Jerusalém, confirmaria a autenticidade do Santo Sudário. É o que afirma o físico do Centro Espanhol Sindologia, César Barta. Arqueólogos da Universidade Hebraica encontraram, recentemente, fragmentos de um sudário numa tumba da primeira metade do século I, no cemitério de Haceldama, o “Campo de Sangue” que teria sido comprado com as 30 moedas recebidas por Judas. A tumba está localizada no vale inferior do Hinnon, ao lado do túmulo de Anna, sogro de Caifás, o que parece indicar que se tratava de uma pessoa de família nobre ou sacerdotal. Segundo o especialista em tecidos antigos Orit Shamir, os tecidos utilizados para envolver o corpo são de boa qualidade, condizentes com uma pessoa de posses, mas ainda assim muito menos elaborado que o tecido do Santo Sudário de Turim. O estudo foi publicado no periódico PloS ONE Journal, apresentando a descoberta como uma evidência que colocaria em dúvida a autenticidade do Sudário de Turim. Os autores “concluem que este último não corresponde à mesma época dos fragmentos encontrados na tumba. >>> Leia mais, clique aqui.
  • Gratidão da Terra Santa a Bento XVI: Bento XVI “não perde nenhuma oportunidade de recordar a todos, em todas as sedes, a importância e a sensibilidade” do Oriente Médio, “sublinhando também os direitos fundamentais que ambas as populações têm e fazendo-o com muita clareza”. “Por isso, há uma grande gratidão por parte da população” a ele, afirmou ontem o Pe. Pierbattista Pizzaballa, custódio da Tierra Santa, em uma entrevista divulgada pela Rádio Vaticano. A ação do Papa, observou o custódio, é particularmente importante em um momento no qual a situação do Oriente Médio se converteu ainda em mais difícil por causa da decisão do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de construir uma barreira ao longo da fronteira com o Egito, para impedir a entrada dos imigrantes clandestinos procedentes da África, definidos por ele como “terroristas”. O premier assegurou, não obstante, que Israel continuará acolhendo os prófugos que procedem de regiões de conflito. >>> Leia mais, clique aqui.
  • Íntima relação entre Antigo e Novo Testamento na liturgia cristã: Em seu artigo, originalmente escrito em inglês, o Pe. Paul Gunter, OSB, professor do Pontifício Instituto Litúrgico de Roma e consultor do Ofício de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, apresenta a relação entre o Antigo e o Novo Testamento na liturgia cristã. Convidamos os leitores a fazerem uma leitura atenta, frase por frase, desta contribuição, sintética em extensão, ainda que densa nos conteúdos e rica em ideias úteis para posteriores aprofundamentos. (Mauro Gagliardi) >>> Leia mais, clique aqui.


Instituto Millenium

  • David Borensztajn (11/12/2009): O Corão e os judeus: A relação do Islã com os judeus e o ódio pregado textualmente no Corão vem desde o tempo de Maomé que, insatisfeito com a resistência dos judeus que viviam na Arábia, e que não queriam se converter à nova religião por ele criada, passou a hostilizá-los, a combatê-los e a nomeá-los como inimigos. O Islã funda-se num tripé constituído pelo Corão, pelos Hadiths que são comentários ao Corão e pela vida de Maomé, considerado o mais perfeito dos seres humanos que já habitaram o planeta. O Corão é imutável, não pode ser reescrito, o que faz com que não exista diferença entre seus seguidores ou fiéis, isto é, não existem os radicais nem os moderados, como tolamente ficam apregoando a mídia e os políticos ocidentais apaziguadores. O que há são muçulmanos que já adotaram o estilo de vida ocidental, com suas liberdades e costumes, ou seja, que se tornaram laicos. Não há no Corão qualquer alusão à moderação ou radicalização. >>> Leia mais, clique aqui.
  • David Borensztajn (02/12/2009): Antissemitismo latente: Com certeza você já deve ter ouvido muitas vezes que “aqui no Brasil antissemitismo não tem tradição histórica” ou que “no Brasil há tolerância religiosa”. Isto, no entanto, não é propriamente a verdade, e o antissemitismo de certos intelectuais brasileiros vem de longa data, para não falar de políticas oficiais antissemitas, como no governo de Getúlio Vargas, o que já foi longa e meticulosamente analisado por Maria Luiza Tucci Carneiro, no seu consagrado “O antissemitismo na Era Vargas”. Muito embora tenhamos uma lei com penas severas para o preconceito de religião, raça ou cor, ainda se podem encontrar, via internet ou sebos, muitos livros que propagam idéias e mitos sobre os judeus e sua suposta dominação do mundo, clichês que jamais cessaram de existir e que hoje estão presentes com muita força no mundo islâmico, através dos sermões dos mulás nas mesquitas, onde Israel é tido como o pequeno Satã que junto com os Estados Unidos procura dominar o planeta. Certo “erudito” brasileiro, nascido no final do século XIX, tem uma prolífica obra a respeito do que considera ser a influência judaica na História do Brasil. Estou me referindo a Gustavo Barroso, membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia de História de Portugal, da Royal Society of London, do Instituto Coimbra de Portugal, da Sociedade de História Argentina e de mais uma porção de instituições do mesmo quilate, além de ter sido agraciado com muitas comendas, inclusive a Legião de Honra da França apenas para mencionar uma, tendo sido um dos maiores arautos de idéias nazistas no Brasil em seu tempo, além de partidário do integralismo, versão tupiniquim do nazi-fascismo. >>> Leia mais, clique aqui.


Carta Maior (11/01/2010)

  • Emir Sader: Política e religião: Misturar religião com política, ter Estados religiosos – Irã, Israel, Vaticano, como exemplos – desemboca em visões ditatoriais, até mesmo totalitárias. Na democracia, os direitos individuais e coletivos devem ser garantidos para todos, igualmente. >>> Leia o post na íntegra


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12/01/2010

11/01/2010

10/01/2010