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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

En el paraíso de la charia (Pilar Rahola)

Correio Braziliense (26/02/2009)


La Vanguardia (26/02/2009)


Martin Kramer

Seven years ago this week, The Washington Institute for Near East Policy published my book Ivory Towers on Sand: The Failure of Middle Eastern Studies in America. I'm pleased to announce that as of this morning, and for the first time, the entire book is available from the Institute as a free download (pdf). Click here to download.


The book appeared six weeks after 9/11 (here's the New York Times report of its publication), and had a much greater impact than I imagined it would when I wrote it. The Institute and I hope that by making it freely available, Ivory Towers on Sand will live yet another life, especially among today's university and college students. If you are a student or know a student, share the link. If you are in a Middle East course, send the link to your classmates and ask your professor to discuss the book in class. If you are a faculty member, it's now easy to include the book in your next syllabus. (It should definitely be in the syllabus of any course that assigns Zachary Lockman's Contending Visions of the Middle East, where Ivory Towers is critiqued over half a dozen pages. Students should be encouraged to read both books and form their own opinion.)

As an additional incentive to download the book, be advised that the text includes many a reference to the sayings and doings of Rashid Khalidi, the Palestinian-American professor who is much in the news for his long-standing friendship with Barack Obama.



Veja mais:

26/02/2009

25/02/2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A LEGITIMIDADE DE ISRAEL (Manuel Tenenbaum)


A LEGITIMIDADE DE ISRAEL

Manuel Tenenbaum

Diretor Latino-americano do Congresso Judaico Mundial

Especial para a Revista do Kolel Rio, página 9 - Tamuz 5765


Tradução de Rachel Katran


Revistas Kolel Rio

Tamuz 5765 – página 9


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25/02/2009

24/02/2009


domingo, 22 de fevereiro de 2009

Sartre do Hamas (Diogo Mainardi)

Veja.com

Texto integral
Sartre do Hamas


PODCAST
Diogo Mainardi

18 de fevereiro de 2009


- Hamas, Hamas, os judeus na câmara de gás.


O bordão foi entoado na Holanda, durante uma passeata organizada por grupos de esquerda para protestar contra a batalha de Gaza. Dois parlamentares do Partido Socialista participaram da passeata.


O antissemitismo? Foi tomado pela esquerda. Gadi Luzzato Voghera é autor de um ensaio sobre o assunto, "Antissemitismo à esquerda", da editora Einaudi. Professor da universidade de Veneza, judeu e esquerdista, ele comparou a cumplicidade da esquerda européia com o Hamas à cumplicidade da esquerda européia com o stalinismo. Assim como os intelectuais de esquerda, no passado, se recusaram a condenar o totalitarismo de Stalin e o caráter assassino de seu regime, os intelectuais de esquerda, atualmente, acobertam o totalitarismo do Hamas e o caráter terrorista de seu regime - são os Jean-Paul Sartre do Hamas.


O antissemitismo de esquerda é camuflado como antissionismo. Para poder colaborar abertamente com os assassinos do Hamas, os antissemitas de esquerda falsificaram a história, associando os terroristas palestinos aos grupos anticolonialistas do século passado ou ao movimento contra o apartheid na África do Sul, como se Israel fosse um império colonial ou um regime segregacionista. Pior: eles igualaram Gaza ao gueto de Varsóvia, como se Israel fosse a monstruosidade nazista. Em nome do antissionismo, a esquerda acolheu alegremente o despotismo do Hamas, o fundamentalismo religioso, a opressão das mulheres e a retórica genocida contra os judeus.


De setembro para cá, o antissemitismo de esquerda ganhou o impulso da crise financeira internacional. De acordo com uma pesquisa realizada em sete países europeus, 31% dos entrevistados culparam os judeus pelos desastres da economia mundial. É o retorno em grande escala daquele arraigado preconceito antissemita do judeu agiota, do judeu conspirador, do judeu inescrupuloso, do judeu golpista. Agora é a vez do judeu do subprime, do judeu dos ativos tóxicos, do judeu capitalista. Os novos Protocolos dos Sábios do Sião afirmam que o neoliberalismo é obra de judeus apátridas, como Bernard Madoff, e que só a esquerda pode extirpá-lo, com um vigoroso Pogrom keynesiano de investimentos estatais.


A esquerda nem sempre foi assim. Eu, como Tristram Shandy, relato o que aconteceu antes de meu nascimento, quando ainda estava acomodado no útero materno. Passei a gravidez num kibbutz, em Israel. O kibbutz Ashdot Iaakov, pertinho do mar da Galiléia, aos pés das colinas de Golan. Data: 1962. Lá estou eu, boiando no líquido amniótico. Lá está ela, minha mãe, aos 27 anos, grávida de mim, trabalhando na creche do kibbutz. Lá está ele, meu pai, colhendo uvas no vale do Jordão. E lá está ele, meu irmão, aprendendo hebraico na escola. Nenhum deles era - ou é - judeu. O que faziam num kibbutz? Experimentavam a vida comunitária, aquele ideal socializante de irmandade e de partilha dos bens. O ideal socializante, agora, é outro:


- Hamas, Hamas, os judeus na câmara de gás.


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After Gaza: what’s behind 21st-century anti-Semitism?

Frank Furedi (19/02/2009): After Gaza: what’s behind 21st-century anti-Semitism? Anti-Israel sentiment is morphing into anti-Jewish sentiment, as more and more people project their disdain for the modern world on to ‘the Jew’: First, a health warning. For some time now it has been difficult to have a grown-up discussion about anti-Semitism. In post-Second World War Europe, this issue, perhaps more than any other, has provoked powerful memories and emotions. The debate about what constitutes anti-Semitism, and where it is being expressed, can be a moral minefield, and it can impact both positively and negatively on European attitudes towards Jewish people. As a result, there are frequently controversies about whether or not a certain statement or act is anti-Semitic. >>> Leia mais, clique aqui.


ICJS (19/02/2009): The Left must stand up to antisemitism: by Philip Spencer: Frank Furedi’s article is a sobering reflection on the connections between anti-Israeli sentiment and anti-Semitism (see After Gaza: what is behind 21st-century anti-Semitism?). The central issues he raises have to do, firstly, with the role that sections of the left have played in legitimising anti-Semitism and, secondly, with how interpretations of the Holocaust are being distorted and abused. These issues, I would suggest, may be still more closely connected than Furedi suggests. >>> Leia mais, clique aqui.


Último Segundo (22/02/2009)


Estadão


FSP online

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Educação e Talmud - uma Releitura da Ética dos Pais

Educação e Talmud - uma Releitura da Ética dos Pais

Ana Szpiczkowski

Antes de dar início a esta explanação sobre judaísmo e educação, proposta deste encontro, gostaria de iniciar com a retomada de alguns princípios básicos judaicos, sustentáculos que facilitam a compreensão desta religião e dos princípios que regem a vida de um dos povos mais antigos da história da humanidade e que permanece vivo até os dias de hoje. >>> Leia mais, clique aqui.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A la buena de Dios

El Pais, Cultura – Fernando Savater (17/02/2009): A la buena de Dios: Es para no creerse lo que aún sigue dando Dios que hablar. Ahora que ya ha vuelto a sus lares el cardenal Bertone (quien por cierto tiene un aire al malvado mago Sokhura que interpretó genialmente Torin Thatcher en Simbad y la princesa) y que nuestras piadosas autoridades se han sacudido de la ropa el olor a incienso, quizá podamos hablar con franqueza de los llamados "autobuses ateos" (?). Reconozco que me cuesta no simpatizar con cualquier iniciativa que escandaliza al obispado, pero en este caso el eslogan ("Probablemente Dios no existe. Despreocúpate y disfruta de la vida") me parece de una ingenuidad teológica propiamente... anglosajona, al estilo por un lado de Richard Dawkins y por el opuesto del poco añorado George W. Bush. >>> Leia mais, clique aqui.


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Publicações sobre Fundamentalismos

Conferencia Magistral: Cátedra UNESCO de Educación para la Paz: Entre el terror y la esperanza: Religión, guerra y paz

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Israel x Gaza x Oriente Médio (58) .... A nota da “OLPT” / A carne barata das crianças palestinas / Mudar as palavras

FSP

Ilustrada: João Pereira Coutinho: Mudar as palavras

ISRAEL ESTÁ novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a "ensinar" os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz.


Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão. Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história. Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados. Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.


Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.


Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.


É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional. Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos "dois Estados". O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.


Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?


Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.
Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.


Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.


Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.


Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para "riscar o Brasil do mapa".


Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está "Brasil", leiam "Israel". Onde está "Uruguai", leiam "Gaza". Onde está "Argentina", leiam "Irã". Onde está "América Latina", leiam "Oriente Médio". E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.


Veja.com

Blog Reinaldo Azevedo: A carne barata das crianças palestinas

Certo! Pode-se afirmar que os militantes do Hamas só usam cadáveres de crianças como bandeiras porque, afinal, há cadáveres de crianças. Sem dúvida, em qualquer guerra, elas são as vítimas que mais chocam e constrangem. Mas o que os terroristas fizeram para poupá-las? Nada! Ao contrário! A carne das crianças palestinas ou das crianças libanesas do Sul do Líbano são as mais baratas do Oriente Médio. Os militantes do Hamas e do Hezbolhah, respectivamente, escondem-se em meio à população civil. A cada criança morta, um triunfo. A imprensa dos países islâmicos faz o uso esperado dos cadáveres. E a dos países ocidentais não fica atrás. A primeira investe no vitimismo; a segunda, na perversão humanista.


A foto de uma criança palestina com lágrimas nos olhos vale por milhares de editoriais censurando Israel. O que sai do olhar treinado e estudado do fotógrafo assume as características de um flagrante. O que é uma escolha confunde-se com um registro objetivo da guerra. Imagens com essas características valem por perguntas: “Mas onde estão as criancinhas israelenses? Cadê os cadáveres dos infantes judeus?”. Também induzem algumas respostas: “Sem elas, só se pode concluir uma coisa: trata-se de uma luta desigual! De uma reação desproporcional! Precisamos de mais cadáveres de judeus para que possamos, então, ser compreensivos com Israel”.


E o ato essencialmente imoral do terrorismo islâmico — mais um — perde relevo para a comoção. Mais eficientes do que os foguetes do Hamas, são os cadáveres das crianças palestinas. São bombas de efeito moral que explodem no território israelense e demonizam um país que só não foi extinto em razão da sua tenacidade — também a militar. “Ora, então Israel que evite a reação”. É? E como agir, então, para conter o agressor? Reação proporcional?


Reação proporcional? Deve-se levar isso a sério? Terão os israelenses de fabricar seus foguetes quase domésticos par jogar em Gaza ou no Sul do Líbano? Seria legítimo treinar homens-bomba, que morreriam, então, em nome de Iahweh? Devem os israelenses ser “proporcionais” também no nível de exposição de seu próprio povo à fúria do inimigo, de sorte que também possam exibir, com vitimismo triunfante, seus cadáveres pelas ruas, passando-os de mão em mão, numa espécie de catarse da morte?


De fato, Israel não tem saída. A não ser lutar. A guerra de propaganda contra os adoradores de cadáveres, o país já perdeu. Resta-lhe fazer todos os esforços para não ser derrotado no terreno propriamente militar. É a sua contribuição do momento ao triunfo da civilização.


Blog Reinaldo Azevedo: A nota da “OLPT”

O PT, oh surpresa!!!, divulgou um nota de repúdio a Israel. Por que não? O texto, vocês verão, também poderia ser enquadrado no crime de terrorismo, mas contra a língua portuguesa. Segue em vermelho. Intervenho em azul.


PT condena ataques criminosos

Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado.
Não aceitamos a "justificativa" apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques.


Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice e Guernica são dois exemplos disso.


Viram só? Lembram-se do que escrevi na madrugada? Eis ali a associação entre a ação israelense e os nazistas. O que foi mesmo que escrevi? Sempre que se faz isso:

a) maximiza-se a tragédia presente dos palestinos;

b) minimiza-se a tragédia passada dos judeus:

c) apaga-se da história o fato de que o Hamas é a força agressora, e Israel, o país agredido;

d) equiparam-se os judeus aos nazistas que tentaram exterminá-los, o que, por razões que dispensam a exposição, diminui a culpa dos algozes;

e) cria-se uma equivalência que aponta para uma indagação monstruosa: não seria o povo vítima do Holocausto um tanto merecedor daquele destino já que incapaz de aprender com a história?


O governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques.
AQUI ESTÁ UMA DAS FORMIDÁVEIS MENTIRAS DA NOTA. Não, os EUA não dispõem dos meios para impedir os ataques. Não há ou haverá governo americano — de Bush, de Obama ou de qualquer outro — capaz de impedir Israel de se defender. E não só em relação ao Hamas. Se a Europa e os EUA permitirem, por exemplo, que o Irã faça a sua bomba, Israel irá à luta. Nem que seja sozinho.


Feitos sob pretexto de "combater o terrorismo", os ataques de Israel terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, aumentando a tensão mundial.

Duas canalhices morais em tão poucas linhas!

1 - O texto ignora os ataques feitos pelo Hamas — considerados apenas “pretextos”.

2 – A nota do PT pretende ser uma peça de fina teoria política. Observem que tem a ousadia de dar aula de realismo aos EUA e a Israel, como a dizer: “Se vocês não quiserem que o ódio contra vocês aumente, então os ataques têm de parar agora”. Vale dizer: “A melhor maneira que você têm de combater o inimigo é ceder às suas pressões e chantagens”. Ah, claro: até parece que o PT está realmente preocupado com a reputação dos EUA e de Israel...


O Partido dos Trabalhadores soma sua voz à condenação dos ataques que estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o território palestino e convoca seus militantes a engrossarem as manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em todo o Brasil e no mundo.
De fato, os petistas conseguem “engrossar” qualquer coisa... Ah, sim: “manifestação pela paz” é sinônimo de condenação a Israel e, pois, da continuidade do ataques do Hamas. Na prática, o que se pede é que o terroristas continuem a lançar “em paz” os seus foguetes.

O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina.

...E apóia os foguetes do Hamas


Ricardo Berzoini

Presidente nacional do PT

Valter Pomar

Secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores

Berzoini é o camarada que, apropriadamente, costumo chamar de Berzoniev. Pomar? Ah, é o atual chefão do Foro de São Paulo, aquela entidade que congrega as esquerdas latino-americanas, inclusive o Partido Comunista Cubano, que responde por quase 100 mil mortos no seu esforço para construir o “novo homem”. Mortes justas, como sabemos, que honram o pacifismo e o humanismo.


E, como é sabido, a posição do PT é também a do governo brasileiro: sempre simpático às ditaduras, hostil, sempre que possível, às democracias. No começo dos anos 1980, quando praticamente todas as facções terroristas palestinas estavam abrigadas na então OLP (Organização para a Libertação da Palestina), uma amiga já chamava o PT de “OLPT”. Justo e premonitório.


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