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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 4 de setembro de 2011

Elul, un mes para pedir perdón

Aurora Israel (01/09/2011): Elul, un mes para pedir perdón: En estas fechas suele haber una importante peregrinación al Muro de los Lamentos durante las noches y hasta la madrugada. Esta atmósfera atrae también a judíos menos religiosos que acuden para ser parte y apreciar esta masiva afluencia. Estamos comenzando el mes de Elul, que según el calendario judío es el último del año. Como es sabido, en la tradición judía no es tan sencillo dejar atrás el año que pasó y comenzar uno nuevo simplemente con la esperanza de que sea un buen período. La religión nos dice que debemos hacer un balance sobre nuestras acciones en el año que pasó, sacar nuestras conclusiones y pedir perdón. Por eso, Elul es un mes de introspección en que los judíos ortodoxos incorporan a la oración de cada mañana Shajarit, las Slijot, que son las plegarias para pedir perdón y misericordia a Dios. >>> Leia mais, clique aqui.


Veja mais:


A inusitada incorporação do judaísmo em vertentes cristãs brasileiras: algumas reflexões

Revista Brasileira de História das Religiões. ANPUH, Ano IV, n. 10, Maio 2011 - ISSN 1983-2850

A inusitada incorporação do judaísmo em vertentes cristãs brasileiras: algumas reflexões

Profa. Dra. Marta F. Topel (Programa de Pós-Graduação em Estudos Judaicos e Árabes/USP).

RESUMO: O objetivo deste artigo é compreender um fenômeno sobre o qual não há pesquisas no País: a incorporação de símbolos e rituais judeus em diversas correntes evangélicas brasileiras. Nesse afã, fez-se uma breve análise do mercado brasileiro de bens religiosos, colocando a ênfase nas igrejas evangélicas, principalmente, nas igrejas neopentecostais. Foram analisadas as diferentes visões escatológicas cristãs destacando o componente milenarista característico das igrejas evangélicas. A metodologia utilizada foi a análise de material veiculado por distintas igrejas na imprensa e na internet. Como hipóteses explicativas do fenômeno estudado destacam-se a incorporação do dispensacionalismo pelas igrejas evangélicas como um todo, o processo de globalização do religioso e alguns estereótipos existentes entre os membros das igrejas em questão sobre a comunidade judaica brasileira.

PALAVRAS-CHAVE: Judaísmo – Neopentecostalismo – Globalização – Judeofilia - Sincretismo

sábado, 3 de setembro de 2011

A escalada do totalitarismo - e do horror

IHU (03/09/2011): A escalada do totalitarismo - e do horror: O recente lançamento no Brasil de uma série de livros sobre o nazismo mostra que o tema começa a ganhar um espaço inaudito por aqui. É certo que ainda faltam títulos fundamentais, como The Destruction of European Jews, de Raul Hillberg, e Hitler: A Study in Tyranny, de Alan Bullock, e a produção acadêmica brasileira sobre o assunto engatinha. Mas a barbárie nazista, que está longe de perder a atualidade ante a persistência do discurso totalitário, deixou também suas terríveis marcas no Brasil. O envolvimento do País na guerra, a questão dolorosa dos imigrantes judeus em fuga, o suposto antissemitismo do governo Vargas, o interesse dos nazistas pela Amazônia, tudo isso é objeto de pesquisas que põem o Brasil no mapa do Terceiro Reich. Para entender o complexo processo que engendrou o nazismo e o colapso da civilização por ele representado, o melhor começo é a trilogia do historiador britânico Richard Evans sobre a Alemanha de Hitler. O segundo dos três volumes, O Terceiro Reich no Poder, chega agora ao Brasil, pela Planeta. No primeiro, A Chegada do Terceiro Reich, também da Planeta, Evans descreve as raízes filosóficas, ideológicas e culturais do nazismo, além da destruição deliberada do regime democrático para satisfazer a elite conservadora alemã ante o espectro do comunismo. No segundo, Evans mostra como Hitler, uma vez vitorioso, reordenou o Estado e a sociedade alemãs de modo a "coordenar" todas as instâncias da vida nacional - todas funcionando "na direção do Führer", isto é, segundo aquilo que se supunha fosse seu "desejo". É a edificação do totalitarismo, tijolo a tijolo, sem que houvesse oposição significativa. "Ninguém percebeu o quão cruéis e determinados os nazistas eram até que ficou muito tarde", disse Evans nesta entrevista. A entrevista é de Marcos Guterman e publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, 03-09-2011. >>>> Eis a entrevista, clique aqui.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Guia prático para o mês de Elul: rumo ao ano 5772

Clique na imagem para ampliar.

  • Veja mais:
  • CIP: As Grandes Festas
  • CJB: Mini-Guia IAMIM NORAIM
  • Beit Chabad: O Mês de Elul (início em 31 de agosto de 2011)
  • Beit Chabad: Rosh Hashaná (29 e 30 de setembro, 2011 – 1-2 de Tishrei 5772): O Ano Novo judaico é o Dia do Julgamento, quando D'us determina o destino de cada um para o ano que se inicia. Parte principal do serviço de Rosh Hashaná é o toque do shofar, o chifre de carneiro, que desperta as pessoas para o arrependimento. [Leia mais…]
  • Beit Chabad: Yom Kipur (7-8 de outubro, 2011 – 10 de Tishrei): O Dia do Perdão, o mais santo do calendário judaico, é também chamado de Dia do Arrependimento. Marcado por jejum e preces, é o dia de pedir perdão ao próximo e a D'us. O destino de cada um é selado neste dia. [Leia mais…]
  • Revista Morashá: ROSH HASHANÁ
  • Revista Morashá: YOM KIPUR