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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Israel enfrenta crise sobre papel dos ultraortodoxos na sociedade

Último Segundo (18/01/2012): Israel enfrenta crise sobre papel dos ultraortodoxos na sociedade: Episódios envolvendo a comunidade ultraortodoxa, incluindo segregação das mulheres, provoca debate sobre sua posição. >>> Leia mais, clique aqui.


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Cinco mitos sobre a perseguição anticristã

IHU (18/01/2012): Cinco mitos sobre a perseguição anticristã: Em seu discurso anual aos diplomatas do dia 9 de janeiro, o Papa Bento XVI destacou a liberdade religiosa com ênfase nos cristãos perseguidos em todo o mundo. "Em muitos países, os cristãos estão privados dos direitos fundamentais e marginalizados da vida pública", disse ele. "Em outros países, eles suportam ataques violentos contra suas igrejas e seus lares". A análise é de John L. Allen Jr., publicada no sítio National Catholic Reporter, 13-01-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Nesta semana, uma delegação de bispos católicos da Europa e dos EUA tentaram chamar a atenção para um pequeno capítulo dessa história global: a Faixa de Gaza, onde 2.500 cristãos vivem em meio a uma população esmagadoramente muçulmana de 1,5 milhão de pessoas. Eles se encontram presos em um torno formado pela militância islâmica, de um lado, e por um bloqueio imposto pelos israelenses e pelos egípcios, de outro. O bispo inglês William Kenney disse aos cristãos de Gaza, "Você não estão esquecidos". É um sentimento adorável, e os bispos da Coordenação para a Terra Santa, que inclui o bispo de Tucson, Gerald Kicanas, como o representante norte-americano, merecem crédito pelos seus esforços. No entanto, ficamos pensando quanta realidade existe por trás da afirmação de Kenney. O intelectual francês Régis Debray, esquerdista veterano que lutou ao lado de Che Guevara na Bolívia, observou que a perseguição anticristã se desdobra diretamente no ponto cego político do Ocidente – as vítimas são geralmente "muito cristãs" para estimular a esquerda e "muito estrangeiras" para o interesse da direita. Como contribuição para apagar esse ponto cego, vamos desmascarar cinco mitos comuns sobre a perseguição anticristã. >>> Leia mais, clique aqui.

Editora enfrenta polêmica ao reeditar livro de Hitler

Estadão (17/01/2012): Editora enfrenta polêmica ao reeditar livro de Hitler: De tempos em tempos a publicação de uma nova edição de Mein Kampf (Minha Luta), livro escrito por Adolf Hitler nos anos 20 e que seria tomado como "a bíblia nazista", volta ao debate. (...) E a editora britânica Albertas ousou trazer à tona esse assunto tão caro aos alemães. Ela se prepara para começar a vender, no fim do mês e em bancas de jornal da Alemanha, três edições de 16 páginas cada uma com excertos do livro de Hitler acompanhados de comentários críticos. (...) Um pouco antes, em 2010, pesquisadores do Instituto de História Contemporânea de Munique pressionaram o governo para que ele autorizasse uma edição comentada do livro. O argumento foi que em 2015 a obra entrará em domínio público e poderá, então, ser usada por grupos neonazistas para propósitos não muito nobres. Não tiveram sucesso na empreitada. >>> Leia mais, clique aqui.


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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Façam como Israel e entendam que não existe solução para a crise na Síria (por Gustavo Chacra)

Estadão (17/01/2012): Façam como Israel e entendam que não existe solução para a crise na Síria (por Gustavo Chacra): Começaram a surgir os defensores de uma intervenção externa na Síria. Segundo eles, algo precisa ser feito para interromper a matança do regime de Bashar al Assad. A ONU já coloca o total de mortos em mais de 5 mil. Para este número parar de crescer, dizem, a comunidade internacional precisa agir na prática, e não apenas com retórica. (...) A melhor política externa para a Síria até agora é a de Israel. Apenas observar, sem falar muito. Critico muito Netanyahu. Mas ele é o único governante que parece entender a dimensão da crise síria. >>> Leia mais, clique aqui.


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