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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Blog do Marcelo Ninio no Oriente Médio

FSP, Blog do Marcelo Ninio no Oriente Médio: Marcelo Ninio é correspondente em Jerusalém >>> Leia mais

Veto à cidadania de palestinos casados com israelenses divide país

O Globo / Daniela Kresch (19/02/2012): Veto à cidadania de palestinos casados com israelenses divide país: Uma decisão recente da Suprema Corte de Israel acabou com as esperanças de milhares de palestinos casados com israelenses que almejam ser cidadãos do país. Numa sentença de 232 páginas que dividiu o painel de 11 juízes, o Supremo manteve, por 6 votos a 5, a constitucionalidade da polêmica Lei da Cidadania e Entrada em Israel, de 2003. A legislação — que nasceu no auge da Segunda Intifada (2000 a 2005), quando Israel enfrentou uma onda de atentados terroristas palestinos — determina, na prática, que palestinos que se casaram com israelenses depois da aprovação da lei não são elegíveis para receber cidadania. Como a corte, o veredito também divide os israelenses, mas, acima de tudo, pode levar à dissolução de milhares de famílias. >>> Leia mais, clique aqui.

O que os palestinos veem na TV?

Estadão / Marcos Guterman (19/02/2012): O que os palestinos veem na TV?: O jornal israelense Haaretz – que pode ser acusado de tudo, menos de ser de direita ou de apoiar o governo de Israel – publicou interessante reportagem que mostra o incitamento ao ódio veiculado cotidianamente na TV da Autoridade Nacional Palestina – com quem Israel, por suposto, deverá negociar a paz. Segundo o jornal, a TV veicula programas que glorificam terroristas que assassinaram civis inocentes em Israel, comentários que negam o Holocausto e reportagens que consideram Tel Aviv e Haifa como parte da “Palestina ocupada”. >>> Leia mais, clique aqui.

Tel Aviv em movimento

FSP / Marcelo Ninio (21/02/2012): Tel Aviv em movimento: Por 13 votos a 7, o conselho municipal de Tel Aviv aprovou uma decisão que abre caminho para a circulação de ônibus na cidade durante o shabat, o descanso semanal judaico, que vai da noite de sexta à noite de sábado. Perece trivial, mas na eterna disputa entre religiosos e laicos em Israel, é uma pequena revolução. Tem tudo a ver. Tel Aviv é a cidade mais cosmopolita de Israel, dominada por um estilo de vida hedonista, extrovertido e laico, de business, praia, cafés e vida noturna (até um animado baile de Carnaval rolou este ano). Em muita coisa, parece mais o Rio que a circunspecta Jerusalém. (...) Segundo uma ampla pesquisa divulgada recentemente, 80% dos judeus em Israel acreditam em Deus. 43% se consideram “laicos”, 32% “tradicionais”, 15% “religiosos” e 7% “ultraortodoxos”. Além disso, 59% são favoráveis à circulação de transporte público no shabat. Mas o apoio da maioria não deve bastar para influenciar a decisão do governo em relação aos ônibus de Tel Aviv. Em 2012, o interesse político de manter o status quo de 1947 ainda é prioridade. >>> Leia mais, clique aqui. >>> FSP, Blog do Marcelo Ninio no Oriente Médio: Marcelo Ninio é correspondente em Jerusalém >>> Leia mais

EUA e Grã-Bretanha alertam Israel para não começar um ataque ao Irã

Estadão (19/02/2011): EUA e Grã-Bretanha alertam Israel para não começar um ataque ao Irã: Pedido reflete o crescente nervosismo internacional em relação à ameaça de um possível confronto


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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Bahia pode ter artefato judeu do séc. 17

Estadão (19/02/2012): Bahia pode ter artefato judeu do séc. 17: Pesquisadores encontraram o que pode ser o registro material mais antigo da prática da religião judaica na América Portuguesa. Em um hotel do Pelourinho, em Salvador (BA), eles identificaram uma mikvé - local onde são realizados banhos rituais com o sentido de purificação e renovação (mais informações nesta página). A historiadora Suzana Severs, do grupo de pesquisa responsável pela descoberta, explica que a mikvé deve ter a mesma idade do casarão onde foi construída, datado da segunda metade do século 17. Se a hipótese for confirmada, ela é quase tão antiga quanto Kahal Zur Israel, a primeira sinagoga das Américas, localizada no Recife e construída na primeira metade do século 17. Ao contrário da sinagoga pernambucana - edificada durante o período de tolerância religiosa da dominação holandesa -, a mikvé baiana surgiu provavelmente sob as sombras da perseguição desencadeada pela Inquisição portuguesa, cujos ecos chegaram à Colônia com a instalação do tribunal na Bahia. >>> Leia mais, clique aqui.