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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 7 de abril de 2012

Marcos Guterman: O que deve ser dito sobre Günter Grass


Estadão (04/04/2012): Marcos Guterman: O que deve ser dito sobre Günter Grass: Günter Grass, Prêmio Nobel de Literatura, publicou um poema nos jornais alemães nesta quarta-feira no qual diz que “o poderio nuclear de Israel é uma ameaça a uma já frágil paz mundial”.

O título do poema é “Was gesagt werden muss”, ou “O que deve ser dito” – uma expressão alemã que significa “Não há lei contra dizer isso” e que em geral inicia conversas informais contra os imigrantes ou contra Israel. Normalmente essa expressão vem acompanhada de uma ressalva importante – quem a enuncia costuma dizer que tem “amigos” imigrantes ou judeus, para escapar da acusação de xenofobia ou de antissemitismo. Grass faz exatamente isso, ao se dizer “alinhado a Israel”.

No entanto, Grass revela seu antissemitismo por inteiro quando escreve que se manteve em silêncio sobre o assunto até agora porque se sentiu “constrangido” ante a “promessa de punição” caso fizesse críticas a Israel na Alemanha. Com isso, ele reforça o mito do poder judaico onipresente, como se os críticos de Israel não pudessem se expressar graças à força incontornável dos conspiradores de Sião.

Günter Grass sabe perfeitamente que as críticas a Israel não só são permitidas na Alemanha como são constantes. Mas parece que, volta e meia, o pequeno nazista que ele foi, vestido com uniforme da Waffen SS, torna a emergir – e agora, ironicamente, em nome da “paz mundial”. >>> Leia mais, clique aqui.

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domingo, 1 de abril de 2012

Gustavo Chacra: A Primavera Árabe virou Campeonato Paulista


Estadão (30/03/2012): Gustavo Chacra: A Primavera Árabe virou Campeonato Paulista: A Primavera Árabe começa a se tornar o Campeonato Paulista, deixando de ter o impacto de uma Copa do Mundo. No ano passado, o planeta parou para ver as manifestações na Praça Tahrir, no Cairo, a queda e o assassinato de Kadafi, em Trípoli, e o início da violenta repressão de Assad, em Homs. Agora, apenas os mais fanáticos pelo assunto acompanham o desenrolar da política doméstica do Egito. As mortes na Síria perdem a força com uma comunidade internacional resignada a mais uma guerra civil sectária no Oriente Médio. A federalização e radicalização da Líbia interessa a poucos. A possível divisão do Yemen mais uma vez em sul e norte passa ignorada. >>> Leia mais, clique aqui.


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Marcos Guterman: Roger Waters é antissemita?


Estadão (01/04/2012): Marcos Guterman: Roger Waters é antissemita?: Roger Waters, o polêmico ex-integrante do Pink Floyd que está no Brasil com seu show The Wall, costuma ser bastante crítico a Israel. Em apresentação recente em São Paulo, no fantástico show The Dark Side of The Moon, ele tocou uma música, “Leaving Beirut”, em que esculhamba Israel, os EUA et caterva. A canção é ruim e não faz jus à obra de Waters, mas isso é irrelevante. O ativismo altermundista do ex-Floyd é só uma coisa chata a que fãs incondicionais, como eu, nos deixamos submeter em respeito ao ídolo. É equivalente ao vegetarianismo radical de Paul McCartney – não dá para deixar de amar o ex-Beatle só porque ele faz campanha a favor do alface e contra a picanha. Ademais, Waters não deixa de ter razão em certos aspectos – a ocupação israelense de terras palestinas é uma mancha na trajetória do país e tem de ser criticada, embora ele o faça sem citar o terrorismo palestino. Como o astro britânico não é um cientista político, ele não é obrigado a ser coerente ou ponderado; trata-se apenas de um voluntarioso artista cuja obra se notabilizou por atacar os muros e a opressão, muitas vezes de modo tolo. >>> Leia mais, clique aqui.


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quarta-feira, 28 de março de 2012

Los superhéroes más famosos tienen origen judío


Aurora Israel (20/03/2012): Los superhéroes más famosos tienen origen judío: Una exposición alojada en la Biblioteca Provincial de Jaén, en el sur de España, tiene como propósito de desvelar las claves judías que sustentan el origen y la epopeya de algunos de los superhéroes más celebres. La exposición, "Superhéroes, identidad secreta", que está organizada por la delegación de Sefarad-Israel en Andalucía, junto con Asociación Cultural "Viñeta 6" (comic), permanecerá abierta hasta el 16 de abril. Está formada por una serie de paneles donde figuran imágenes y datos relativos entre otros a las equivalencias entre Hulk y el Gólem, la condición de superviviente del Holocausto del Profesor Magneto, las analogías entre Spiderman y el Rey David protegidos ambos por una araña o el nombre aborigen de Superman (Kal-El) que en hebreo significa "La voz de Dios". >>> Leia mais, clique aqui.

8º Confarad RJ 2012


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8º Confarad RJ 2012: Sefaraditas, a cultura mediterrânea em nossos dias/A mídia sefaradi no mundo / Situação política no Oriente Médio hoje / Conversões e retornos >>> Leia mais, clique aqui.