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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

6º Simpósio Nacional de Estudos Judaicos (USP)


Agência FAPESP (23/04/2012): 6º Simpósio Nacional de Estudos Judaicos: O Centro de Estudos Judaicos (CEJ) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) realizará, nos dias 19 a 21 de junho de 2012, o 6º Simpósio Nacional de Estudos Judaicos.

O objetivo do encontro é dar visibilidade às atividades de pesquisa dos pós-graduandos, propiciando a troca de experiências de pesquisa entre mestrandos e doutorandos e de áreas afins, para que possam discutir diversas abordagens teóricas e metodológicas concernentes à língua hebraica, à cultura e à literatura judaicas.

Os pesquisadores participantes terão a oportunidade de apresentar, em mesas temáticas, o estado atual de seus trabalhos para outros estudantes, orientadores e professores convidados.

O simpósio será realizado no prédio de Ciências Sociais da FFLCH/USP, localizado na Av. Prof. Luciano Gualberto, nº 315, na Cidade Universitária, em São Paulo (SP).

Mais informações e inscrições: www.cej.fflch.usp.br/visimposiojudaica2012.

sábado, 7 de abril de 2012

Thomas L. Friedman: Pelo preço de uma, duas opiniões sobre Oriente Médio


Estadão (06/04/2012): Thomas L. Friedman: Pelo preço de uma, duas opiniões sobre Oriente Médio: Há tanta coisa ocorrendo no Oriente Médio que ficou impossível captar tudo com uma opinião. Portanto, aí vão duas pelo preço de uma. Opinião um: O jornal israelense Haaretz reportou na semana passada que o líder palestino preso Marwan Barghouti "emitiu uma declaração incomum de sua cela. Ele conclamou seu povo a iniciar um levante popular contra Israel, interromper as negociações e a coordenação de segurança e boicotar (Israel). Barghouti recomendou que seu povo optasse por uma oposição não violenta". Barghouti, como observou o Haaretz, "é o líder mais autêntico que a Fatah produziu, e pode liderar seu povo para um acordo... Se Israel tivesse desejado um acordo com os palestinos, ele já o teria soltado da prisão". Tive a oportunidade de conhecer Barghouti antes de suas cinco condenações à prisão perpétua por envolvimento na morte de israelenses. Seu apelo à resistência não violenta é digno de nota e o mais recente de uma série de chamados aos palestinos - provenientes de toda parte - para que promovam seu próprio despertar árabe, mas para fazê-lo sem violência, com desobediência civil ou boicotes a Israel, assentamentos israelenses ou produtos israelenses. Posso perceber, com certeza, a eficácia de uma resistência não violenta dos palestinos à ocupação israelense da Cisjordânia, com uma condição: que eles acompanhem quaisquer boicotes, manifestações ou greves de fome com um mapa detalhado do acordo final de dois Estados que buscam. Apenas pedir "o fim da ocupação" não basta. >>> Leia mais, clique aqui.


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Marcos Guterman: O que deve ser dito sobre Günter Grass


Estadão (04/04/2012): Marcos Guterman: O que deve ser dito sobre Günter Grass: Günter Grass, Prêmio Nobel de Literatura, publicou um poema nos jornais alemães nesta quarta-feira no qual diz que “o poderio nuclear de Israel é uma ameaça a uma já frágil paz mundial”.

O título do poema é “Was gesagt werden muss”, ou “O que deve ser dito” – uma expressão alemã que significa “Não há lei contra dizer isso” e que em geral inicia conversas informais contra os imigrantes ou contra Israel. Normalmente essa expressão vem acompanhada de uma ressalva importante – quem a enuncia costuma dizer que tem “amigos” imigrantes ou judeus, para escapar da acusação de xenofobia ou de antissemitismo. Grass faz exatamente isso, ao se dizer “alinhado a Israel”.

No entanto, Grass revela seu antissemitismo por inteiro quando escreve que se manteve em silêncio sobre o assunto até agora porque se sentiu “constrangido” ante a “promessa de punição” caso fizesse críticas a Israel na Alemanha. Com isso, ele reforça o mito do poder judaico onipresente, como se os críticos de Israel não pudessem se expressar graças à força incontornável dos conspiradores de Sião.

Günter Grass sabe perfeitamente que as críticas a Israel não só são permitidas na Alemanha como são constantes. Mas parece que, volta e meia, o pequeno nazista que ele foi, vestido com uniforme da Waffen SS, torna a emergir – e agora, ironicamente, em nome da “paz mundial”. >>> Leia mais, clique aqui.

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domingo, 1 de abril de 2012

Gustavo Chacra: A Primavera Árabe virou Campeonato Paulista


Estadão (30/03/2012): Gustavo Chacra: A Primavera Árabe virou Campeonato Paulista: A Primavera Árabe começa a se tornar o Campeonato Paulista, deixando de ter o impacto de uma Copa do Mundo. No ano passado, o planeta parou para ver as manifestações na Praça Tahrir, no Cairo, a queda e o assassinato de Kadafi, em Trípoli, e o início da violenta repressão de Assad, em Homs. Agora, apenas os mais fanáticos pelo assunto acompanham o desenrolar da política doméstica do Egito. As mortes na Síria perdem a força com uma comunidade internacional resignada a mais uma guerra civil sectária no Oriente Médio. A federalização e radicalização da Líbia interessa a poucos. A possível divisão do Yemen mais uma vez em sul e norte passa ignorada. >>> Leia mais, clique aqui.


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Marcos Guterman: Roger Waters é antissemita?


Estadão (01/04/2012): Marcos Guterman: Roger Waters é antissemita?: Roger Waters, o polêmico ex-integrante do Pink Floyd que está no Brasil com seu show The Wall, costuma ser bastante crítico a Israel. Em apresentação recente em São Paulo, no fantástico show The Dark Side of The Moon, ele tocou uma música, “Leaving Beirut”, em que esculhamba Israel, os EUA et caterva. A canção é ruim e não faz jus à obra de Waters, mas isso é irrelevante. O ativismo altermundista do ex-Floyd é só uma coisa chata a que fãs incondicionais, como eu, nos deixamos submeter em respeito ao ídolo. É equivalente ao vegetarianismo radical de Paul McCartney – não dá para deixar de amar o ex-Beatle só porque ele faz campanha a favor do alface e contra a picanha. Ademais, Waters não deixa de ter razão em certos aspectos – a ocupação israelense de terras palestinas é uma mancha na trajetória do país e tem de ser criticada, embora ele o faça sem citar o terrorismo palestino. Como o astro britânico não é um cientista político, ele não é obrigado a ser coerente ou ponderado; trata-se apenas de um voluntarioso artista cuja obra se notabilizou por atacar os muros e a opressão, muitas vezes de modo tolo. >>> Leia mais, clique aqui.


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