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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Os imigrantes judeus na literatura brasileira (Profa. Nancy Rosenchan/USP)


Jornal Alef (16/03/2012): Os imigrantes judeus na literatura brasileira (Profa. Nancy Rosenchan/USP): Não fosse a literatura que os registrou e oficializou, termos como "gringuinho", "russo", e sabe-se lá quantos outros qualificativos atribuídos aos imigrantes judeus chegados ao Brasil no século passado provavelmente teriam caído no olvido. O "russo", que podia ser romeno ou polonês, era o judeu que vendia a prestação; o "gringuinho", aquele que falou mal a língua do país, era reconhecido pelos trajes estranhos, talvez um boné, as mangas compridas, arredio, que não conseguia reconhecer o seu espaço, aquele que tentou viver aqui enquanto ainda se agarrava ao lá distante e insidioso. "Gringuinho", personagem de conto com o mesmo nome do livro “Contos do Imigrante”, de Samuel Rawet (José Olympio, 1956), é hoje parte do universo cultural brasileiro. Considerado um dos 100 contos brasileiros mais importantes do século passado, foi e continua sendo analisado e estudado em escolas e universidades do país e também de fora. Matheus Nachtergaele reviveu em 2003 as dores e desencontros do imigrante judeu com a realidade na série “Contos da meia-noite”, produzida pela TV Cultura. >>> Leia mais, clique aqui.

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6º Simpósio Nacional de Estudos Judaicos (USP)


Agência FAPESP (23/04/2012): 6º Simpósio Nacional de Estudos Judaicos: O Centro de Estudos Judaicos (CEJ) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) realizará, nos dias 19 a 21 de junho de 2012, o 6º Simpósio Nacional de Estudos Judaicos.

O objetivo do encontro é dar visibilidade às atividades de pesquisa dos pós-graduandos, propiciando a troca de experiências de pesquisa entre mestrandos e doutorandos e de áreas afins, para que possam discutir diversas abordagens teóricas e metodológicas concernentes à língua hebraica, à cultura e à literatura judaicas.

Os pesquisadores participantes terão a oportunidade de apresentar, em mesas temáticas, o estado atual de seus trabalhos para outros estudantes, orientadores e professores convidados.

O simpósio será realizado no prédio de Ciências Sociais da FFLCH/USP, localizado na Av. Prof. Luciano Gualberto, nº 315, na Cidade Universitária, em São Paulo (SP).

Mais informações e inscrições: www.cej.fflch.usp.br/visimposiojudaica2012.

sábado, 7 de abril de 2012

Thomas L. Friedman: Pelo preço de uma, duas opiniões sobre Oriente Médio


Estadão (06/04/2012): Thomas L. Friedman: Pelo preço de uma, duas opiniões sobre Oriente Médio: Há tanta coisa ocorrendo no Oriente Médio que ficou impossível captar tudo com uma opinião. Portanto, aí vão duas pelo preço de uma. Opinião um: O jornal israelense Haaretz reportou na semana passada que o líder palestino preso Marwan Barghouti "emitiu uma declaração incomum de sua cela. Ele conclamou seu povo a iniciar um levante popular contra Israel, interromper as negociações e a coordenação de segurança e boicotar (Israel). Barghouti recomendou que seu povo optasse por uma oposição não violenta". Barghouti, como observou o Haaretz, "é o líder mais autêntico que a Fatah produziu, e pode liderar seu povo para um acordo... Se Israel tivesse desejado um acordo com os palestinos, ele já o teria soltado da prisão". Tive a oportunidade de conhecer Barghouti antes de suas cinco condenações à prisão perpétua por envolvimento na morte de israelenses. Seu apelo à resistência não violenta é digno de nota e o mais recente de uma série de chamados aos palestinos - provenientes de toda parte - para que promovam seu próprio despertar árabe, mas para fazê-lo sem violência, com desobediência civil ou boicotes a Israel, assentamentos israelenses ou produtos israelenses. Posso perceber, com certeza, a eficácia de uma resistência não violenta dos palestinos à ocupação israelense da Cisjordânia, com uma condição: que eles acompanhem quaisquer boicotes, manifestações ou greves de fome com um mapa detalhado do acordo final de dois Estados que buscam. Apenas pedir "o fim da ocupação" não basta. >>> Leia mais, clique aqui.


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