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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Paz entre Israel e Palestina ficou mais distante nos anos Obama


Gustavo Chacra (04/06/2012): Paz entre Israel e Palestina ficou mais distante nos anos Obama: Barack Obama fracassou na resolução do conflito entre israelenses e palestinos. Mais grave, na atual administração, os dois lados nunca ficaram tão distantes de um acordo. Mesmo sem violência, ambas as partes buscam alternativas unilaterais, ignorando os Estados Unidos. A Palestina tenta ser membro pleno das Nações Unidas e Israel estuda o estabelecimento de fronteiras unilateralmente.

Nestes três anos no poder, Obama conseguiu ainda a façanha de não ser apoiado nem por palestinos, nem por israelenses. As duas administrações no Oriente Médio o consideram fraco e a favor do lado adversário. Isto é, em Israel, o presidente dos EUA é visto como pró-Palestina. Na Cisjordânia e em Gaza, ele é visto como pró-Israel.

Carter conseguiu levar adiante um acordo de paz entre Israel e Egito. Bush pai forçou os dois lados a se reconhecerem. Clinton quase conseguiu orquestrar um acordo. Bush filho não gostava de Arafat (o líder palestino o enrolou em um episódio envolvendo contrabando de armas em um barco), mas conseguiu levar Abbas a dialogar com os israelenses em Aqaba e Anápolis. Obama, até agora, nada. E seu mandato pode acabar definitivamente em janeiro.

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domingo, 3 de junho de 2012

Síria. Um horror que logo vamos esquecer. Artigo de Robert Fisk


IHU (31/05/2012): Síria. Um horror que logo vamos esquecer. Artigo de Robert Fisk: “Sim, é uma guerra civil. E Houla poderia ser o ponto de ruptura. E agora a ONU é testemunha. Mas o partido Baaz tem raízes mais profundas que o sangue – perguntem a qualquer libanês – e nós, no Ocidente, logo nos esqueceremos de Hula, quando outra imagem de morte no YouTube aparecer em nossas telas da campina síria. Ou do Iêmen. Ou da próxima revolução”, escreve o jornalista Robert Fisk, em artigo publicado no jornal argentino Página/12, 30-05-2012. A tradução é do Cepat.  Eis o artigo, leia mais, clique aqui.

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'À Espera de Turistas' traz o Holocausto visto pelos olhos de hoje


Estadão (01/06/2012): 'À Espera de Turistas' traz o Holocausto visto pelos olhos de hoje: Longa de Robert Thalheim conta a história de um jovem que vai prestar serviços comunitários em Auschwitz e tem de cuidar de um velho sobrevivente do campo de concentração.

Talvez de À Espera de Turistas venha novo alento para o tema do Holocausto. A história é bem bolada. Um rapaz alemão, Sven (Alexander Fehling), vai prestar serviços comunitários em Auschwitz, na Polônia. Lá, tem de cuidar de um velho sobrevivente do campo de concentração, que, aliás, virou ponto de peregrinação, mas também uma espécie de macabra atração turística.

A ideia é, num primeiro momento, neutralizar a imagem do antigo campo de concentração através do olhar de alguém que não alimenta qualquer sentimento particular em relação ao passado. Sven é um jovem alemão. Não se sente culpado pelo que seus antepassados praticaram. Também não alimenta nenhum sentimento positivo ou negativo em relação a esse passado. Vai para a Polônia, e para aquele lugar, particularmente, porque não teve outra alternativa. Ninguém queria ir, ele foi. Avançou na direção de menor resistência, no que pensava ser o mais fácil para si mesmo. >>> Leia mais, clique aqui.