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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 8 de julho de 2012

17 de Tamuz e as Três Semanas / Tishá BeAv (julho de 2012 / 5772)


17 de Tamuz e as Três Semanas
8 de julho – 18 de Tamuz (postergado)
As Três Semanas tem início 28 de julho de 2012

Tishá BeAv
28 de julho de 2012 – 9 de Av 5772


Veja mais:
  • CJB: Mini-Guia 17 TAMUZ E TISHA B' AV: O dia 17 (shivah esrei) de Tamuz (em 5772 corresponde a 08/07/2012) marca o início da destruição de Jerusalém (quebra dos muros da cidade), que culminou com a destruição do Templo em 9 de AV (Tishá B’Av), correspondendo, em 5772, à noite de 28/07/2012 e 29/07/2012. >>> Leia mais, clique aqui.
  • Beit Chabad: 17 de Tamuz e as três semanas: Este período entre os jejuns de 17 de Tamuz e 9 de Av inclui três semanas de luto pela destruição de Jerusalém e o exílio do povo judeu. >>> Leia mais, clique aqui.
  • Beit Chabad: Tishá B’Av:  9 de Av é um dia de luto e jejum pela destruição do Templo Sagrado de Jerusalém e exílio do povo judeu. >>> Leia mais, clique aqui.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Judaísmo se destaca pelos altos índices de renda e escolaridade e entre os espíritas, 98,6% são alfabetizados


O Globo online (02/07/2012): Judaísmo se destaca pelos altos índices de renda e escolaridade: Tabulações do Censo 2010 feitas pelo GLOBO revelam que, entre os grupos religiosos com ao menos 100 mil adeptos, um se destaca pela alta renda e escolaridade de seus adeptos: o judaísmo. Neste grupo, mais da metade (62%) dos judeus com mais de 25 anos de idade possuem nível superior completo, o maior percentual entre todas as denominações. A renda média per capita nessa população também é a maior: R$ 4.701. Para a presidente da Federação Israelita do Rio de Janeiro, Sarita Schaffel, os dados são reflexo da doutrina da religião, que estimula a leitura e tem a aquisição de cultura como um de seus pilares. (...) Entre os espíritas, 98,6% são alfabetizados: Outro grupo religioso que chama a atenção pelo alto grau de instrução é o espírita. Os dados dos devotos do espiritismo chamaram atenção pelo número de alfabetizados, 98,6%, o maior entre os quatro maiores grupos religiosos contabilizados pelo estudo — católicos, evangélicos, espíritas e praticantes da umbanda e candomblé. (...) No outro extremo, os grupos religiosos de menor renda e escolaridade são de igrejas evangélicas pentecostais. Na Igreja Evangélica Pentecostal Deus é Amor, apenas 1% possui nível superior completo e a renda média per capita é de R$ 345. >>> Leia mais, clique aqui.

Veja mais:

Topografia do Terror documenta a memória do Holocausto há 25 anos


Deutsche Welle (04/07/2012): Topografia do Terror documenta a memória do Holocausto há 25 anos: No local onde os nazistas planejaram e organizaram o Holocausto fica hoje o centro de documentação Topografia do Terror, um dos principais e mais visitados memoriais de Berlim. >>> Leia mais, clique aqui.

Obama foi o pior presidente para a paz entre israelenses e palestinos?


Estadão (03/07/2012): Gustavo Chacra: Obama foi o pior presidente para a paz entre israelenses e palestinos?: Mitt Romney visitará Israel nas próximas semanas, onde se reunirá com o premiê Benjamin Netanyahu, com quem trabalhou junto em Boston, o presidente Shimon Peres e o premiê palestino, Salam Fayyad. Antes de se mudar para a Casa Branca, Barack Obama também esteve em Jerusalém. Mas não voltou mais com o título de presidente dos Estados Unidos. Uma pena. Na história recente americana, nenhum presidente fez tão pouco pela paz entre israelenses e palestinos como Obama. Simplesmente, as negociações não avançaram nada. Sei que muitos culparão Israel e a Palestina pelo fracasso. Mas eu discordo desta visão. George Bush, o pai, forçou os líderes destes dois povos a sentarem para conversar. Bill Clinton conseguiu implementar os Acordos de Oslo. Mesmo Bush, o filho, em meio à violência da Intifada, tentou uma saída com as negociações de Aqaba e Anápolis. Obama, por sua vez, nada acrescentou. >>> Leia mais, clique aqui.

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terça-feira, 3 de julho de 2012

Pio XII. O Yad Vashem muda a didascália controvertida


IHU (03/07/2012): Pio XII. O Yad Vashem muda a didascália controvertida: A didascália controvertida a respeito da foto de Pio XII no Yad Vashem, no novo museu dedicado ao Holocausto, inaugurado em 2005, está mudando. Foi o que antecipou o jornal israelense Haaretz, confirmado pela direção de Yad Vashem. A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no sítio Vatican Insider, 01-07-2012. A tradução é do Cepat. A nova versão da didascália suaviza um pouco a ponderação contida na versão anterior, levando-se em conta as descobertas históricas mais recentes, pelas quais se deduz a complexidade da figura do Papa Pacelli e do apoio que ofereceu, para tantas ações humanitárias, em favor dos judeus perseguidos durante a Segunda Guerra Mundial. A primeira mudança aparece no título: se antes dizia “Pio XII e o Holocausto”, agora se lê: “O Vaticano e o Holocausto”. Entre as mudanças mais significativas está, sobretudo, a supressão de uma frase que dava para a concordata, entre a Santa Sé e a Alemanha de1933, o valor de reconhecimento do “regime nazista e racista”. Além disso, já não afirma que Pio XII, ao ter se tornado papa, em março de 1939, tenha deixado no esquecimento uma “carta contra o racismo e o antissemitismo preparada por seu predecessor”. É certo que Pacelli não tornou seu, o rascunho de seu predecessor, como é correto que esse texto (ainda cheio do tradicional antijudaísmo católico) poderia obter o efeito contrário ao desejado, tornando compreensível a decisão de Pio XII. Também a acusação de não ter protestado em público, que na primeira versão era muito mais clara, está mais ponderada. Acrescenta-se, com enorme sentido, a citação do fragmento da radiomensagem, de dezembro de 1942, pela qual o Papa falava do destino de “centenas de milhões de pessoas que, sem culpa alguma, às vezes por razões de nacionalidade ou de estirpe, foram destinadas à morte”. Tratava-se de uma clara referência aos campos de concentração, poucos meses depois de começar a terrível “solução final”, ordenada por Hitler; e a palavra “estirpe” era particularmente significativa e, obviamente, referia-se às perseguições raciais. O novo texto define como uma “falta moral” a decisão do Pontífice de não denunciar publicamente a deportação dos judeus e seu extermínio, mas agora o texto parece muito mais equilibrado, porque considera as posturas dos críticos que sustentam que, justamente graças a esta conduta, pôde-se realizar “um número considerável de atividades sigilosas de resgate, em diferentes níveis da Igreja”. >>> Leia mais, clique aqui.

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