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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Israel: encontro dos mundos



Alef News (23/07/2012): Revista aborda belezas de Israel: Em texto assinado pelo repórter Fábio Steinberg, a revista "Viagens S/A" destacou Israel em sua seção “Espaço Férias”. A multiplicidade religiosa de Jerusalém é ilustrada por fotos que representam seus quatro bairros: o judeu, o árabe, o católico e o armênio. A cidade de Tel-Aviv é considerada um moderno centro de diversão, cultura e arte. Já Haifa ganha ênfase na convivência pacífica entre diferentes religiões. Leia a reportagem completa: acesse aqui.

domingo, 22 de julho de 2012

Amidá / Shemonê Esrê


Profa. Dra. Cláudia Andréa Prata Ferreira (UFRJ)
(julho de 2012)

A oração Shemonê Esrê (“18 bênçãos”) é a principal oração da liturgia judaica. A oração é também conhecida pelo nome de Amidá que, em hebraico, significa “em pé”. A oração recebeu a denominação de Amidá por ser a única parte do serviço de orações a qual devemos permanecer de pé, (desde que estejamos em condições para assim ficar). (1) Composta no início do período do Segundo Templo pelos Anshei Knesset HaGuedolá, os Membros da Grande Assembleia, esta oração foi organizada em sua forma atual sob a orientação do Raban Gamliel II.

A Amidá apesar de conhecida como as “18 bênçãos” possui na realidade, 19 preces, cada uma concluindo-se com uma bênção. Originalmente, a Amidá continha apenas 18 preces, mas a 19ª foi adicionada na era Talmúdica. 

Os fiéis recitam a Amidá em silêncio, de pé, com os pés juntos, voltados na direção do Templo de Jerusalém (Mizrach – hebraico, significa “nascente”, “leste”, “oriente” – direção das  orações para os judeus que vivem no Ocidente). Antes de começar, o devoto dá três passos atrás e três passos à frente, colocando-se simbolicamente ante a presença de Deus. Ao acabar, ele se retira da presença de Deus repetindo o procedimento. (2)

Notas:
(1) Morashá (edição 76, junho de 2012): “Em hebraico, Shemonê Esrê significa, literalmente,“dezoito”. A oração original consistia de dezoito bênçãos, mas adicionou-se, posteriormente, uma décima-nona. Contudo, seu nome não foi mudado. O Zohar, obra fundamental da Cabalá, chama a oração de Amidá – a prece “em posição vertical”, por ser recitada de pé. Os dois nomes são igualmente usados”.
(2) Para um estudo mais aprofundado sobre a Amidá / Shemonê Esrê:
GRINBERG, Sérgio. A arte de dizer amên. São Paulo: Maayanot, 2008. p.61-72.
KIRZNER, Yitzchok e AIKEN, Lisa. A arte da prece judaica.  São Paulo: Maayanot, 2001.
MORASHÁ. Revista Morashá. São Paulo: Morashá (edição 76, junho de 2012):

Veja mais:

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Celso Lafer: O Brasil, sua gente e o Oriente Médio


Estadão (15/07/2012): Celso Lafer: O Brasil, sua gente e o Oriente Médio: O Itamaraty realizou em 10 de julho mesa-redonda sobre a construção da paz no Oriente Médio, a partir do ângulo dos insumos criativos que a esse processo possam dar expoentes das comunidades de origem árabe e judaica de países do Mercosul. (...) A experiência brasileira contrasta favoravelmente com a de outros países. Trata-se, assim, de um válido ativo de soft power num mundo fragmentado e permeado por xenofobias, preconceitos e dificuldades em relação ao diferente dos Outros. Não custa lembrar que as culturas perecem no isolamento e se vivificam na interação recíproca. Daí as virtudes e as virtualidades do nosso amálgama. (...) Concluo, por isso, que um dos objetivos do evento do Itamaraty é o de, valendo-se da experiência brasileira, reforçar o alcance da cultura de paz no Oriente Médio. Isso significa, no plano interno, preservar o Brasil de eventual intromissão dos ódios dos conflitos do Oriente Médio em território nacional, sempre um risco com a globalização, que internaliza o mundo na vida dos países. (...) Estas reflexões estão lastreadas nas observações de um estudioso das relações internacionais e na experiência da chefia, em duas oportunidades, do Itamaraty e que, ademais, tem consciência de suas raízes judaicas e do valor primordial da paz - o bem dos bens - na tradição judaica. O Pirkê Avot - A Ética dos Pais -, que recapitula os ensinamentos dessa tradição, preceitua: "Hilel diz: Sê dos discípulos de Aarão, ama a paz e busca a paz" (I. 12). Esse preceito aponta para a necessidade de se empreender um dedicado e contínuo esforço em prol da paz - sempre esquiva conquista da razão política -, posto que, como também ensina A Ética dos Pais, "o mundo se sustenta em três coisas: a verdade, a justiça e a paz" (I. 18) - ensinamento que igualmente compartilho na condição de professor de Filosofia do Direito. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 15 de julho de 2012

Rabinos criticam decisão de corte alemã sobre circuncisão religioas


Deutsche Welle (15/07/2012): Rabinos criticam decisão de corte alemã sobre circuncisão religiosa: Rabinos europeus criticaram decisão de um tribunal alemão, que classificou como lesão corporal a circuncisão religiosa. Religiosos afirmam que é pior ataque à comunidade judaica alemã desde era nazista. >>> Leia mais, clique aqui.

Veja mais:

Buchenwald: espaço de memória e aprendizado


Deutsche Welle (15/07/2012): Buchenwald: espaço de memória e aprendizado: Há 75 anos, em julho de 1937, era construído o campo de concentração Buchenwald em Ettersberg, nas proximidades de Weimar. O Memorial que hoje funciona no lugar atrai visitantes de todo o mundo. >>> Leia mais, clique aqui.

A 125 años del nacimiento de Marc Chagall


Aurora (12/07/2012): A 125 años del nacimiento de Marc Chagall: Marc Chagall fue el primer pintor judío moderno que se inspiró en la religión para su trabajo creativo (rompiendo, pero resignificando la prohibición de hacer imágenes), fue también uno de los testigos que transmitió al mundo la vida judía en los “shtetl” de Rusia. Nació en 1887 Vitebsk, Bielorrusia, en una familia jasídica pobre, bajo el nombre de Moishe Shagal. Era el mayor de sus nueve hijos, estudió por primera vez en un “jeder” (escuela religiosa) antes de trasladarse a una escuela secular rusa, donde comenzó a mostrar su talento artístico. Con el apoyo de su madre, y a pesar de la desaprobación de su padre, Chagall continuó su interés por el arte, fue a San Petersburgo en 1907 para estudiar arte con Léon Bakst. Influenciado por la pintura rusa de su época, Chagall se centró en las imágenes de su infancia. >>> Leia mais, clique aqui.