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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 4 de agosto de 2012

Jacob Rosales/Manoel Bocarro Francês: judaísmo, sebastianismo, medicina e ciência na vida intelectual de um médico judeu português do século XVII


Francisco de Assis Moreno de Carvalho
Tese de doutorado em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaica (USP)
Data de defesa: 10/10/2011.
Resumo: O objetivo deste trabalho é abordar a produção intelectual de um médico judeu português, Manoel Bocarro Francês/Jacob Rosales. Personagem pouco estudado, não se inclui entre as figuras centrais no pensamento judaico, nem na medicina e nem na ciência de seu tempo. Mas é um personagem que uniu em sua vida intelectual uma adesão ao judaísmo ao lado de vasta produção e atuação no movimento sebastianista, sendo o único caso conhecido de um judeu que professava sua crença na volta do Encoberto Conviveu e partilhou sua atividade intelectual com grandes figuras de seu tempo, como Galileu Galilei, o famoso médico Zacuto Lusitano e o rabino Menashe ben Israel. Seus escritos eram conhecidos pelo padre Antônio Vieira e a influência dos mesmos no sebastianismo se fizeram sentir em Portugal até o século XIX. Trazer um retrato vivo deste personagem, de suas ideias, contradições e discutir seu lugar na vida intelectual, quer do mundo judaico de sua época quer na história da medicina e do pensamento científico do século XVII, é o objetivo deste trabalho.

Mostra em Bayreuth expõe destinos de músicos vítimas do antissemitismo


Deutsche Welle (29/07/2012): Mostra em Bayreuth expõe destinos de músicos vítimas do antissemitismo: Dos ressentimentos antissemitas do próprio Richard Wagner até o Holocausto nazista parece haver um contínuo. "Vozes silenciadas" explora de frente aspecto delicado na história do clã Wagner. >>> Leia mais, clique aqui.

Gerda Taro é pioneira pouco lembrada da reportagem fotográfica de guerra


Deutsche Welle (26/07/2012): Gerda Taro é pioneira pouco lembrada da reportagem fotográfica de guerra: A judia alemã Gerda Taro é uma das criadoras da moderna fotografia de guerra, ao lado do companheiro Robert Capa. A audácia e a busca constante pela proximidade do fato custaram a ela a vida, quando tinha apenas 26 anos. >>> Leia mais, clique aqui.