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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 12 de agosto de 2012

Entrevista com o rabino Nilton Bonder: “A vida não é sobre nós”


Revista Lola Magazine (Lola, edição de agosto de 2012): “A vida não é sobre nós”: Em entrevista a Clarice Niskier o rabino Nilton Bonder diz que o fundamento da vida é participar dela – não tentar ser protagonista.>>> Leia mais, clique aqui.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Tirar sapatos para rever idéias e buscar a paz

Tirar sapatos para rever idéias e buscar a paz

Rabino Nilton Bonder lança livro sobre peregrinação que fez pelo Oriente Médio seguindo os passos de Abraão


Rachel Bertol

O Globo, Segundo Caderno, página 2,em 15/10/2008.


Há dois anos, o rabino Nilton Bonder recebeu um convite que não conseguiu recusar, apesar da agenda concorrida, com casamentos e barmitzvás que devia celebrar. Um professor de Harvard, William Ury, chefe do Departamento de Mediação de Conflitos, chamou-o para ser o único rabino da delegação que iria trilhar, pela primeira vez, o Caminho de Abraão, trajeto turístico-religioso de 1.200 quilômetros que busca refazer no Oriente Médio os passos do patriarca das religiões monoteístas.


A experiência, em novembro de 2006, foi tão marcante — e, muitas vezes, difícil — para Bonder que ele resolveu compartilhar em um livro a história dos percalços que encontrou. Em “Tirando os sapatos” (Rocco), que autografa hoje, às 19h30m, na Travessa do Shopping Leblon, ele conta como chegou a sentir medo na peregrinação da Turquia à Cisjordânia — um medo bastante complexo: de renegar seus fundamentos, de se perder, de sucumbir ao ódio ao outro e, sobretudo, ao ódio de si próprio. Como diz no prefácio o jornalista Ali Kamel, ao nos convidar “a tirar os sapatos”, Bonder “acaba por se revelar por inteiro, como que despido de qualquer proteção”. “Tirar os sapatos” foi a metáfora que encontrou para traduzir sua experiência. — Quis usar muito essa idéia do tirar os sapatos justamente como ato de despojamento das certezas. É importante o movimento de sair dos sapatos, sejam eles quais forem: é o movimento de sair da padronização e arejar as idéias pisando em solo vivo, revendo olhares e escutas — afirma.


Obra tem primeira pessoa como fio condutor

O livro intercala dois tipos de relato: o que escreveu de seu punho, com considerações mais subjetivas, e a ágil narrativa da viagem, compilada pela jornalista Tania Menai a partir de entrevista com o rabino. Diferentemente de boa parte dos livros de Bonder, autor de “A alma imoral” (adaptada para o teatro por Clarice Niskier), a nova obra tem como fio condutor a primeira pessoa.


Na viagem, mais do que tolerar, o desafio foi exercer a hospitalidade. “Nenhum viajante pode sobreviver sem hospitalidade. Há vários níveis de hospitalidade, das mais rudimentares às mais calorosas. Porém, sem hospitalidade não há viagem, não há vida. Essa é a grande virtude que Abraão terá que conhecer e cultivar. Ele se faz um mestre da hospitalidade”, escreve. — A própria figura de Abraão é muito bonita, bastante presente naquela região. Inspira algo que é o contrário do que se imaginaria de povos em guerra, em meio à grande instabilidade política: uma hospitalidade enorme, uma coisa que vai ganhando e amolecendo o coração de forma muito humana. Este é o ponto alto: a capacidade de rever conceitos.


O caminho permite enxergar o ser humano na sua humanidade mais intensa. É um caminho de muita esperança. O trajeto — mapeado aos poucos pela ONG Abraham Path Iniciative — começou em Sanliurfa, na Turquia, cidade a 40 quilômetros de Haran, onde Abraão ouviu o chamado de Deus. De lá, o grupo seguiu por cidades da Síria e da Jordânia, passou por Jerusalém e se despediu em Hebron, no túmulo do patriarca. Em Belém, Bonder se sentiu incomodado como muro construído para separar israelenses e palestinos. No entanto, diz que suas críticas não têm teor político: — Eu me dou o direito de criticar porque esta é minha identidade, mas não faço em nenhum momento uma leitura política. Eu me permito, porque isso é tirar os sapatos: as pessoas só vão encontrar a paz se todo mundo tirar os sapatos, se cada um sair dos seus fundamentos e acolher o outro. Faço isso diante da minha cultura, mas não estou avalizando um lado ou outro.


O livro não é uma declaração política, mas o desejo de que as pessoas possam olhar para o lado, e alarguem a possibilidade de tolerância e convivência em busca de paz.



domingo, 28 de setembro de 2008

Tirando os sapatos: Os Caminhos de Abrahão e o Meu Fundamentalismo

TIRANDO OS SAPATOS
Os Caminhos de Abrahão e o Meu Fundamentalismo
Rabino Nilton Bonder


O livro relata uma viagem que o rabino fez por duas semanas, em 2006, pelo chamado "caminho de Abraão", no Oriente Médio. A experiência foi contada em forma de diário, apresentado por meio de uma entrevista realizada pela jornalista Tania Menai e de textos filosóficos de autoria do próprio rabino. Bonder aborda a importância dos caminhos, como o de Santiago de Compostela, como um resgate de uma prática milenar de peregrinação. E isso significa mais do que se deslocar de um lugar para outro - significa sair da própria cultura. O peregrino inicia a jornada com uma visão de mundo, com uma perspectiva, e aos poucos vai se desfazendo de sua bagagem, sendo profundamente transformado.

15 de outubro (4ª feira)
19:00hLivraria da Travessa Leblon
shopping Leblon - Av. Afrânio de Melo Franco, 290 lj 205


domingo, 10 de agosto de 2008

Ética, Visões e Rock & Roll - A Mística Radical dos Profetas. Curso com o Rabino Nilton Bonder.

03, 10 e 17 de setembro

quartas-feiras - 19:30 H

Leblon Corporate

Rua Dias Ferreira, 190

Rio de Janeiro, RJ


O curso analisa o mais antigo e importante movimento místico do judaismo, que resultou no legado literário e ético dos profetas – os primeiros a postular uma visão comprometida com a conduta e a ampliação de estados de consciência.


Uma homenagem aos anos 60, em especial ao ano de 1968, que completa 40 anos e foi marcado pela influência que o modelo profético teve sobre o movimento hippie e da Nova Era.


Os profetas são a manifestação mística mais antiga e indígena de Israel. A mística deles se envolve de esoterismo, alucinações, ética radical e desleixo físico.


Qualquer semelhança com os fenômenos de transformação e rebeldia dos anos 60 não é mera coincidência.


Venha penetrar neste mundo de radical lucidez que, tal qual cometa, de tanto em tanto, revisita nossas consciências.

domingo, 1 de junho de 2008

Rabino Nilton Bonder no Irritando Fernanda Young

No bate-papo, eles falam sobre judaísmo, tradições da religião, cabala e sobre as irritações do entrevistado.

GNT - Irritando Fernanda Young
01 de Junho - Domingo - 00:00H
Net / Sky- Canal 41

Horários alternativos: domingos, às 5h30; terças, às 22h; quartas, às 9h30; e sextas, às 11h30

ASSISTA AO VÍDEO - Segunda-feira, 26/05/2008 - Rabino Nilton Bonder confessa suas irritações para Fernanda Young

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