Nosso Blog é melhor visualizado no navegador Mozilla Firefox.

Pesquisar este blog

Carregando...

Total de visualizações de página

Google+ Followers

Follow by Email

Perfil

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado II - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

Translate

Seguidores

sábado, 14 de junho de 2014

FL/UFRJ: Especialização em Estudos Hebraicos e Judaicos - ano letivo de 2015

 
 
FL/UFRJ: Especialização em Estudos Hebraicos e Judaicos - ano letivo de 2015

O Departamento de Letras Orientais e Eslavas (FL/UFRJ), o Colegiado de Pós-Graduação e Pesquisa (FL/UFRJ) e a Congregação da Faculdade de Letras da UFRJ aprovaram a criação - ou melhor, a reativação - da Especialização de Estudos Hebraicos e Judaicos do Setor de Língua e Literatura Hebraicas (ano letivo de 2015 – arquivos em anexo). Segue para aprovação das demais instâncias universitárias da UFRJ. 
              
Faremos ampla divulgação no final do ano de 2014 (já com as datas de inscrição e o edital). A data provável de inscrição deve ser em janeiro de 2015. 

Período: março a dezembro de 2015
Horário e dias: 2as e 4as-feiras (turno da tarde)
Local: Faculdade de Letras/UFRJ (Campus: Ilha do Fundão)

Coordenação e Corpo docente

Número de Disciplinas: 6 disciplinas de 60 horas cada (4 créditos cada)
1 – Língua Hebraica Moderna
2 – Bíblia e Talmud: Língua e Literatura
3 - Literatura Israelense Moderna e Contemporânea
4 – Sionismo e Sociedade Israelense Contemporânea
5 – Judaísmo: Ética e Filosofia (Medievo ao Contemporâneo)
6 – As Diásporas Judaicas (Línguas e Literaturas)
Orientação: 02 disciplinas de 30 horas cada (2 créditos cada)

Informações: Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu FL/UFRJ

Setor de Língua e Literatura Hebraicas

sábado, 29 de março de 2014

Shoah, a experiência cinematográfica subvertida para retratar o horror do nazismo



IHU (27/03/2014): Shoah, a experiência cinematográfica subvertida para retratar o horror do nazismo: Para o cinema, o ano de 1985 já era marcante simplesmente pelo fato de se celebrar o centenário da chamada sétima arte. E é neste limiar que Claude Lanzmann lança sua primorosa obra intitulada Shoah (Documentário/Testemunhos, França, 1985, parte 1, 147 min), que subverte os cânones cinematográficos, exibe um filme de nove horas e inventa uma nova linguagem para tratar de um tema que foi capaz de quebrar paradigmas da filosofia, da psicologia e do próprio cinema: o holocausto. "Esse documentário é fundamental, tanto na história do cinema quanto do conhecimento, pois rompe com a forma usual do que era fazer cinema convencional e mesmo o documentário. É um filme que não tem trilha sonora - a única música é a cantada pelos próprios sobreviventes -, e o cinema, mesmo o mudo, sempre foi sonorizado por músicas, ao menos. Nesse filme, não; o que se ouve é o barulho dos equipamentos, das pessoas, etc.", explica Robson de Freitas Pereira, psicanalista da Associação Psicanalítica de Porto Alegre – APPOA e conferencista do evento A proposta estético-política de Claude Lanzmann no Documentário Shoah. >>> Leia mais, clique aqui.

Como estrangeiros: os judeus sob Hitler


IHU (28/03/2014): Como estrangeiros: os judeus sob Hitler: Um teólogo e exegeta protestante, conhecido professor de Novo Testamento, idealizador e curador de um importante dicionário (o Theologisches Wörterbuch zum Neuen Testament, que, na edição alemã, chegou a 10 volumes). E um pensador judeu de origem vienense, orgulhoso da sua identidade, talvez o mais famoso depois da morte de Hermann Cohen, também graças às suas obras sobre o hassidismo. Trata-se de Gerhard Kittel e Martin Buber. A reportagem é de Marco Roncalli, publicada no jornal Avvenire, 25-03-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 26 de janeiro de 2014

2014: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro)



Veja mais: