O Globo / Prosa online (28/11/2009): Destino do 'Cemitério das Polacas' provoca polêmica: Abandonado por muitos anos, o Cemitério Israelita de Inhaúma está hoje no centro de uma delicada discussão no seio da comunidade judaica do Rio. O campo-santo é atualmente administrado pela diretoria do Cemitério Comunal Israelita do Caju, que apresentou à Prefeitura um plano de recuperação da área. O projeto prevê a reconstrução de uma capela e de uma área de preparação dos corpos, entre outras intervenções que permitirão a realização de novos enterros no local, oferecendo uma alternativa à necrópole do Caju, que está lotada, enquanto a de Inhaúma ainda tem cerca de 50% de área ociosa. A historiadora Beatriz Kushnir denuncia o projeto como uma tentativa de expurgo da memória das mulheres que constituíram a Associação Beneficente Funerária e Religiosa Israelita. Beatriz aponta que a reforma incluiria o cercamento dos túmulos já existentes, através de muros ou cercas-vivas. A historiadora atribui a medida às normas judaicas que estabelecem o isolamento de prostitutas e suicidas nos cemitérios. — O que se quer fazer é, à força, colocar muretas, cercas-vivas, ou o nome que se der, no cemitério, e condená-las definitivamente como párias. Isso apagaria a memória do local, tiraria dele a ideia de sítio histórico — critica Beatriz. >>> Leia mais, clique aqui.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Destino do 'Cemitério das Polacas' provoca polêmica
Israel disputa posse de manuscritos de Kafka destinados ao arquivo de Marbach
Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.
Destaque 1
Deutsche Welle
- 30/11/2009: Defesa de Demjanjuk compara suposto criminoso nazista a sobreviventes do Holocausto
- 29/11/2009: Israel disputa posse de manuscritos de Kafka destinados ao arquivo de Marbach
Destaque 2
Revista Época (01/12/2009)
- Luís Antônio Giron: Clarice virou pastel
O Globo (01/12/2009)
- Irã ameaça sair de tratado nuclear: País diz que anúncio de mais 10 usinas é resposta a pressão internacional
FSP (01/12/2009)
- Após ordenar reforços, Obama defende em público guerra afegã
- Reino Unido: Gordon Brown confirma 500 novos soldados em missão
- Veteranos de guerra soviética veem repetição de erros
FSP online (01/12/2009)
Estadão (01/12/2009)
- Obama ampliará ofensiva afegã
- Começa julgamento de nazista ucraniano
- Sem alarde, ''TV Saddam'' estreia no mundo árabe
- Gustavo Chacra (30/11/2009): A queda de Dubai e os três tipos de países no mundo árabe (Levante, Magreb e Golfo)
- Marcos Guterman (30/11/2009): Voto suíço revela o medo europeu do islã
JB (01/12/2009)
Terra (01/12/2009)
G1 (01/12/2009)
Último Segundo (01/12/2009)
- Mundo
- Nahum Sirotsky (27/11/2009): Programa nuclear iraniano é um mistério para outros países
Uol Internacional / Mídia Global (01/12/2009)
- FT: Veteranos da guerra soviética veem os Estados Unidos cometendo os mesmos erros no Afeganistão
- NYT: Obama dá ordens às tropas antes de discurso sobre a guerra no Afeganistão
- HT (30/11/2009): Economia em Jerusalém segue em dificuldade, mas ainda há riqueza na cidade
IHU (01/12/2009)
- ''Um resultado chocante. É o triunfo do medo'', afirma politólogo muçulmano: "Um resultado chocante". Tariq Ramadan, um dos máximos especialistas sobre Islã europeu, controverso defensor da necessidade de um enraizamento das comunidades muçulmanas no interior da realidade europeia, reage assim aos resultados do referendo na Suíça. Um país que ele conhece bem, porque é nele em que reside quando não leciona em Oxford ou gira para conferências no resto da Europa. A reportagem é de Francesca Caferri, publicada no jornal La Repubblica, 30-11-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis a entrevista.
Aurora Digital (01/12/2009)
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- Vaad Hashoa Brasil - Comitê do Holocausto Brasil
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30/11/2009
29/11/2009
28/11/2009
27/11/2009
26/11/2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Amós Oz - Música de Câmara Crítica
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Revista Bravo (Nov/2009)
Amós Oz - Música de Câmara Crítica: Em "Cenas da Vida na Aldeia", o israelense Amós Oz segue evitando os heroísmos e grandes acontecimentos. Ele usa a vida doméstica para falar de solidão e preconceito. >>> Leia mais, clique aqui.
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29/11/2009
28/11/2009
27/11/2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Irã e Israel: dois pesos e duas medidas
Destaque 1
- Programa do Jô (24/11/2009): Entrevista com William Waack: William Waack falou sobre a entrevista que fez em Teerã com o presidente iraniano Mahmoud Aahmadinejad. a conversa demorou cerca de quatro anos para ser realizada. em 2006, quando produziu um especial para o "jornal da globo" sobre o irã, nem obteve resposta para o pedido de entrevista. Jô disse que tem dificuldades para pronunciar o nome "Ahmadinejad". William falou que ele e seu cinegrafista têm o mesmo problema, então optaram por chamá-lo de armando. Jô também destacou a falta de simpatia do presidente. William disse que ele fala pouco inglês, mas também não se esforça muito para entender. Eles também comentaram sobre a repressão a que as mulheres iranianas são submetidas. William falou que a parte feminina considerada mais sedutora são os cabelos - e por isso têm de ser cobertos. William comentou que a figura mais impressionante que conheceu em quase 40 anos trabalhando como jornalista foi o aiatolá Khomenei, que tinha olhos impressionantes. Apesar de o Jô afirmar que as ideias do aiatolá eram parecidas com as de Gandhi, William afirmou que esta é uma ignorância nossa. Os princípios de Khomenei assemelhavam-se mais aos de Lênin. William falou ainda sobre a beleza de Teerã - moderna e com vida noturna agitada. Antes do início da entrevista com Ahmadinejad, William tentou quebrar o gelo mostrando uma foto com o líder religioso do Irã, o aiatolá Khamenei - no telão, foi mostrada uma imagem deste momento. William também disse ter ficado chocado com a falta de organização técnica dos iranianos. Apesar da boa vontade com estrangeiros, são muito bagunçados. Um dos assessores chamou William e fez alguns pedidos: que não cruzasse as pernas, que não mostrassem Ahmadinejad de olhos fechados e nem mexendo no paletó. Sobre a relação Brasil-Irã, William crê que esta aproximação é uma "sinuca" para nós. Além disso, está impressionado com o peso que assuntos religiosos têm adquirido em questões internacionais. O cinegrafista Ronaldo de Souza estava na plateia.
- Blog do Noblat (27/11/2009): Irã e Israel: dois pesos e duas medidas
Destaque 2
- Sérgio Aguiar Montalvão: A homossexualidade na Bíblia Hebraica: um estudo sobre a prostituição sagrada no antigo Oriente Médio: O trabalho tem o objetivo de apresentar a homossexualidade na Bíblia Hebraica através das passagens de Levítico 18:22, 20:13, Deuteronômio 22:5, 23:18-19, 1º Reis 14:24, 15:12, 22:46 e 2 Reis 23:7; analisar as relações da prostituição cultual masculina dos termos encontrados em Deuteronômio 23:18-19 (qadesh e keleb); os termos da região do Oriente Próximo com o papel da adoração ritual homossexual (qaditu e assinu); as deidades rituais com o rito masculino (Asherah de 2º Reis 23:7 e a Astarte de Kítion do Chipre relacionada ao keleb em Deuteronômio 23:18-19) as quais estão relacionadas aos ritos de fertilidade; trabalhar o contexto histórico no qual a homossexualidade ritual se desenvolveu em Israel e Judá (1º Reis 14:24, 15:12, 22:46 e 2º Reis 23:7); e com a questão das abominações e interditos tanto da homossexualidade (Levítico 18:22 e 20:13) quanto do travestismo (Deuteronômio 22:5). A pesquisa será realizada através de diversos estudos de acadêmicos que discorreram sobre o tema da homossexualidade na Bíblia Hebraica e sobre as suas questões levantadas e conclusões.
sábado, 28 de novembro de 2009
A homossexualidade na Bíblia Hebraica: um estudo sobre a prostituição sagrada no antigo Oriente Médio
Sérgio Aguiar Montalvão
Dissertação de mestrado em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas (USP)
Data da defesa: 07/05/2009.
Resumo: O trabalho tem o objetivo de apresentar a homossexualidade na Bíblia Hebraica através das passagens de Levítico 18:22, 20:13, Deuteronômio 22:5, 23:18-19, 1º Reis 14:24, 15:12, 22:46 e 2 Reis 23:7; analisar as relações da prostituição cultual masculina dos termos encontrados em Deuteronômio 23:18-19 (qadesh e keleb); os termos da região do Oriente Próximo com o papel da adoração ritual homossexual (qaditu e assinu); as deidades rituais com o rito masculino (Asherah de 2º Reis 23:7 e a Astarte de Kítion do Chipre relacionada ao keleb em Deuteronômio 23:18-19) as quais estão relacionadas aos ritos de fertilidade; trabalhar o contexto histórico no qual a homossexualidade ritual se desenvolveu em Israel e Judá (1º Reis 14:24, 15:12, 22:46 e 2º Reis 23:7); e com a questão das abominações e interditos tanto da homossexualidade (Levítico 18:22 e 20:13) quanto do travestismo (Deuteronômio 22:5). A pesquisa será realizada através de diversos estudos de acadêmicos que discorreram sobre o tema da homossexualidade na Bíblia Hebraica e sobre as suas questões levantadas e conclusões.
Irã isolado, mas não pelo Brasil
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Destaque
- Revista veja (Edição 2140 / 25 de novembro de 2009): Ronald Lauder: Ronald Lauder, herdeiro de marca de cosméticos, fundou um museu em Nova York e defende a causa israelita. De passagem pelo Brasil, falou sobre Ahmadinejad e arte
O Globo (28/11/2009)
- Irã isolado, mas não pelo Brasil: Agência da ONU censura programa nuclear, faz exigências e remete caso ao Conselho de Segurança
- 'Nenhum país faz concessão sob pressão': Representante brasileiro na AIEA afirma que sanções da ONU contra o Irã não levam a nada
FSP (28/11/2009)
FSP online (28/11/2009)
Estadão (28/11/2009)
ZH (28/11/2009)
- Mundo
- Itamaraty evita condenar Irã (página 42)
Terra (28/11/2009)
G1 (28/11/2009)
Último Segundo (28/11/2009)
Uol Internacional / Mídia Global (28/11/2009)
Aurora Digital (28/11/2009)
- Mundo Judío
- Oriente Medio
- Nacional (Israel)
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- Viajantes do Tempo
- Vaad Hashoa Brasil - Comitê do Holocausto Brasil
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- El Reloj
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- Haaretz (inglês)
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27/11/2009
26/11/2009
25/11/2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Daniela Kresch analisa o conflito entre israelenses e palestinos
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Destaque
- CB (23/11/2009): Entrevista - Ely Karmon e israelenses acompanham com preocupação aproximação do Irã com o Brasil: O israelense Ely Karmon acompanha com preocupação, como a grande maioria de seus compatriotas, a aproximação do Irã dos países da América do Sul, e, em especial, do Brasil. Quatro dias antes da chegada do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, a Brasília, o especialista do Instituto para Contraterrorismo do Centro Interdisciplinar (IDC) em Herzliya, veio à capital para alertar sobre os riscos de ações terroristas na América do Sul. Segundo ele, o grupo libanês Hezbollah, que faz parte de uma coalizão com Teerã, Damasco e o grupo radical palestino Hamas, já possui células na Tríplice Fronteira, em Isla Margarita (Venezuela) e Iquique (Chile), prontas para atuar. "O atrativo da América do Sul é usar as fraquezas da região. Por exemplo, o fato de não ter serviços policiais suficientemente capacitados para tratar com o Hezbollah", afirma. >>> Leia mais, clique aqui.
Reinaldo Azevedo (27/11/2009)
O Globo (27/11/2009)
- Agência nuclear da ONU vota hoje censura a Irã: Potências ocidentais conseguem apoio de Rússia e China na AIEA, por suspeita de produção de armas atômicas
- A despedida do diplomata que enfrentou Bush
O Globo online (27/11/2009)
- Historiador diz que 150 mil alemães de origem judaica engrossaram exército de Hitler
- Biografia de Clarice Lispector na lista dos 100 melhores do NYT
FSP (27/11/2009)
- Tensão nuclear: ONU vê "beco sem saída" em posição do Irã
- É "genial" Lula receber iraniano, diz Mujica
- Colonos desafiam governo israelense
FSP online (27/11/2009)
Estadão (27/11/2009)
- Gustavo Chacra: A repórter do Estadão em Tel Aviv analisa o conflito entre israelenses e palestinos: Conheci a Daniela Kresch quando cobrimos a eleição israelense em fevereiro deste ano. Ela mora há quase uma década em Tel Aviv e é, na minha opinião, uma das mais preparadas correspondentes no Oriente Médio, independentemente da nacionalidade. As reportagens dela podem ser lidas na edição impressa do Estadão. Além de tudo, é uma grande amiga. Abaixo, a entrevista com ela para o blog. Lembro que a Dani, como convidada, merece respeito. Além disso, esta semana estou de férias e não fico perto do computador o tempo todo. Vou publicar os comentários, mas já adianto as desculpas pela demora. Também responderei todos os comentários do post anterior quando eu estiver de volta a Nova York na segunda. Aliás, farei um post especial apenas comentando as respostas.
ZH (27/11/2009)
CB (27/11/2009)
Terra (27/11/2009)
G1 (27/11/2009)
Último Segundo (27/11/2009)
Uol Internacional / Mídia Global (27/11/2009)
BBC Brasil (27/11/2009)
Aurora Digital (27/11/2009)
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26/11/2009
25/11/2009
24/11/2009
23/11/2009
22/11/2009
21/11/2009
20/11/2009
19/11/2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Chávez e Ahmadinejad 'juntos até o final'
Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.
Reinaldo de Azevedo (26/11/2009)
O Globo (26/11/2009)
Pág.36
Pág.37.
FSP (26/11/2009)
- Rio de Janeiro - Carlos Heitor Cony: Casta Suzana: RIO DE JANEIRO - Foram muitos, muitíssimos, os palpites sobre a visita de Ahmadinejad ao Brasil, e nada demais que eu também meta a colher nesse mingau. Sinceramente, achei que as reações, dentro e fora da mídia, nas ruas e nas faculdades, foram legítimas, mas também a atitude do governo, recebendo protocolarmente o presidente do Irã, não deixou de ter a sua serventia. Afinal, os dois países mantêm relações diplomáticas e comerciais, que tendem a aumentar após a visita e os acordos assinados. O fato de Ahmadinejad ser a bisca que é não pode demonizá-lo a ponto de ser uma não pessoa no cenário internacional. Ele ouviu, de corpo presente e com a ajuda da tradução simultânea, tudo o que Lula teve a dizer -e disse-o bem, falando sobre o uso pacífico da energia nuclear e ressaltando a necessidade de um acordo de paz no Oriente Médio. Também condenou o apoio a terroristas, pecado de qual o Irã é costumeiramente acusado. Praticamente, Lula disse tudo o que todos pensam sobre o Irã e sobre o seu atual presidente. A turma que se manifestou contra a visita acredita que o Brasil deva ser uma casta Suzana, senhora acima das contingências terrenas, juiz superior capaz de eleger o bem e reprovar o mal. Ninguém deu ao Brasil -como não deu a nenhum outro país- esse poder teológico ou moral de separar o joio do trigo. Não há dúvida de que o presidente iraniano não é simpático. Sua última eleição provocou muito sangue e ele governa o seu país com mão de ferro, desrespeitando os direitos humanos, calando a oposição, assassinando intelectuais. Tudo isso é verdade, mas o Brasil mantém relações com ele e com seu país, tira vantagens nos acordos comerciais e, hipocrisia à parte, a Casta Suzana não é tão casta assim.
- Marco Aurélio Garcia: A paz desejável
- Brasil esfria percepção de confronto com EUA
- Panos quentes: Amorim nega desconforto com a Casa Branca
- Reação à carta causa incômodo em Washington
- Israel congela colônias na Cisjordânia por 10 meses
- Aliado atende em parte a cobrança dos EUA
- Análise: Netanyahu busca aliviar tensão com Washington
- Irã usa Venezuela para mover verba nos EUA
- Superamigos: Chávez vê Fidel e troca Loas com iraniano em Caracas
- Análise: Figura de Ahmadinejad ofusca questões de fundo
- Enviada de Obama busca "novo diálogo" com o islã
FSP online (26/11/2009)
- Mundo
- Oriente Médio
- ANP rejeita interrupção de assentamentos judaicos na Cisjordânia
- Irã diz que verdadeira preocupação da humanidade é arsenal nuclear americano
Estadão (26/11/2009)
- Ao lado de Ahmadinejad, Chávez elogia Lula
- ''EUA não ficarão mais 8 anos no Afeganistão''
- Israel congelará assentamentos na Cisjordânia
ZH (26/11/2009)
- Mundo
- Um drama do Oriente Médio perto do fim (página 41)
Terra (26/11/2009)
G1 (26/11/2009)
Último Segundo (26/11/2009)
- Mundo
- Nahum Sirotsky: Milhões a Caminho de Meca antes da Festa do Sacrifício: O Islã é a religião que mais cresce. Os muçulmanos já somam um bilhão e 500 milhões. É a segunda religião em numero de crentes. Os cristãos são mais numerosos, porém, os muçulmanos já ultrapassaram o número de católicos. Conhecer o Islã hoje é essencial a todos os países pelos quais estão espalhados seus crentes. No Brasil existe número crescente de convertidos do cristianismo e multiplicam-se mesquitas. >>> Leia mais, clique aqui. Veja mais: Islamismo e Muçulmanos passam de 1,5 bi e são quase 25% da população mundial
Uol Internacional / Mídia Global (26/11/2009)
Pletz (26/11/2009)
Aurora Digital (26/11/2009)
- Mundo Judío
- Oriente Medio
- Nacional (Israel)
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- Viajantes do Tempo
- Vaad Hashoa Brasil - Comitê do Holocausto Brasil
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25/11/2009
24/11/2009
23/11/2009
22/11/2009
21/11/2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Por que Israel ganha a batalha
Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.
Destaque 1
- Revista Leituras na História, Número 23, editora Escala: Imigração Judaica – Judeus no Paraná: Refúgio na terra vermelha: Nos anos que precederam a Segunda Guerra Mundial, alguns judeus perseguidos por Hitler conseguiram fugir para o norte do Paraná. Em uma região ainda sem infraestrutura, eles estabeleceram uma colônia, mas não imaginavam que ali encontrariam admiradores do Terceiro Reich.
Destaque 2
Revista do NIEJ (Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos da UFRJ)
Destaque 3
Destaque 4
- FSP online (23/11/2009): Sergio Malbergier: O pária entre nós
FSP online (25/11/2009)
- Mundo
- Oriente Médio
- Com Ahmadinejad, Chávez diz que Lula fez Brasil deixar de ser "subimpério"
- Erramos: Presidente do Irã é recebido por protestos também em La Paz
- Presidente palestino diz que segue no poder até próxima eleição
- Com diálogo travado, EUA elogiam congelamento de colônias judaicas
- Com Abbas, presidente chilena ecoa rejeição a colônias de Israel
- Diretor da AIEA pede que Irã aproveite oferta de acordo nuclear
- Milhões de peregrinos muçulmanos vão a Meca; veja vídeo
- Netanyahu propõe paralisar construção em colônias por dez meses
- Ahmadinejad encerrará tour pela América do Sul com o aliado Chávez
- Mahmoud Abbas chega ao Chile para reunir-se com Michelle Bachelet
- Ahmadinejad chega à Venezuela para afiançar "sólida" relação
Estadão (25/11/2009)
Terra (25/11/2009)
G1 (25/11/2009)
Último Segundo (25/11/2009)
- Mundo
- 24/11/2009: Livro chama povo judeu de "invenção": Apesar dos registros históricos incompletos e fragmentados, especialistas geralmente concordam que algumas crenças da histórica judaica simplesmente não se sustentam: não houve uma expulsão repentina de todos os judeus de Jerusalém em 70 a.C., por exemplo. Além disso, os judeus modernos devem sua ancestralidade tanto aos convertidos do primeiro milênio e da Idade Média quanto aos judeus da Antiguidade. >>> Leia mais, clique aqui.
Uol Internacional / Mídia Global (25/11/2009)
- EP: Por que Israel ganha a batalha
- LM: Aspirações de grandeza do Brasil na diplomacia mundial justificam visita de Ahmadinejad
- NYT: Obama escreveu para presidente do Brasil sobre o Irã
Zenit (25/11/2009)
- Papa recebe sobrevivente do Holocausto
- 24/11/2009: Fundação Wallenberg certificará ajuda de João XXIII aos judeus
BBC Brasil (25/11/2009)
- Israel
- EUA elogiam proposta de Israel sobre assentamentos
- Netanyahu propõe suspensão de novos assentamentos na Cisjordânia
Pletz (25/11/2009)
- A visita do inominável – por Josef Barat
- Por que Ahmadinejad não vai à Argentina? – por Alberto Dines
- O pária entre nós – por Sérgio Malbergier
Aurora Digital (25/11/2009)
- Mundo Judío
- Oriente Medio
- Nacional (Israel)
Leia mais:
- Viajantes do Tempo
- Vaad Hashoa Brasil - Comitê do Holocausto Brasil
- ROITBLOG
- AJN
- CIDIPAL (El Centro de Información y Documentación de Israel para América Latina)
- El Reloj
- Iton Gadol
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- Haaretz (inglês)
- Israel News Now
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- Newseum
- Yediot Achronot (inglês)
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24/11/2009
23/11/2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Imigração Judaica: Judeus no Paraná, refúgio na terra vermelha
Revista Leituras na História, Número 23, editora Escala
Imigração Judaica – Judeus no Paraná
Refúgio na terra vermelha: Nos anos que precederam a Segunda Guerra Mundial, alguns judeus perseguidos por Hitler conseguiram fugir para o norte do Paraná. Em uma região ainda sem infraestrutura, eles estabeleceram uma colônia, mas não imaginavam que ali encontrariam admiradores do Terceiro Reich.
Veja mais:
Lula criticado por legitimar Ahmadinejad
Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.
Destaque
Reinaldo Azevedo (23 e 24/11/2009)
- EU, O “POLÊMICO”
- O MUNDO PERCEBEU O RIDÍCULO: SÓ AHMADINEJAD GANHOU: O encontro de Mahmoud Ahmadinejad com Luiz Inácio Lula da Silva foi bom apenas para Mahmoud Ahmadinejad: visita um país e um líder em ascensão e, assim, passa a idéia de que está menos isolado do que está. O Brasil perde. E, se quiserem saber, o próprio Lula sai chamuscado. Mas isso, rigorosamente, não é problema meu. Tal encontro, se quiserem saber, se completa com o visita do iraniano a Hugo Chavez. >>> Leia mais, clique aqui.
- E NO ORIENTE MÉDIO? NADA? NADA!: Só para não dizerem que ignorei a patacoada. Qual é a chance de o Brasil passar a ser influente na política do Oriente Médio? Recebendo Ahmadinejad, e com esse discurso, nenhuma! Nem Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina, vê isso com bons olhos. Os aiatolás financiam o Hamas, rival de morte do Fatah, o grupo de Abbas, que governa a Cisjordânia. Lula só deu o passo da arrogância. Nada mais.
- “PENETRAÇÃO E DIÁLOGO”
- DOIS DEPUTADOS E UMA FAIXA
- Pelo menos um macho para afrontar Ahmadinejad. E é gay
- Eis um artigo que honra a democracia e a civilidade
- O DISCURSO APARENTEMENTE MAIS AMENO DO BANDIDO É AINDA MAIS PERIGOSO
O Globo (24/11/2009)
Pág.1: Lula criticado por legitimar Ahmadinejad
Brasil defende direito do Irã a programa nuclear e tem apoio para vaga no Conselho de Segurança da ONU
A recepção ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, rendeu críticas ao presidente Lula nos meios diplomático e acadêmico na Europa e nos Estados Unidos.
Para analistas, a visita dá legitimidade a Ahmadinejad no momento em que ele é pressionado pela comunidade internacional a permitir o monitoramento do programa nuclear iraniano, e após uma reeleição marcada por fraudes. Lula reuniuse com ele por cerca de três horas e, na saída, defendeu o direito de o governo iraniano desenvolver programa nuclear para uso pacífico.
“O Brasil sonha com um Oriente Médio livre de armas nucleares”, disse. Ahmadinejad discursou em apoio à pretensão brasileira de uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU. O iraniano, que enfrentou constrangimento e protestos na visita ao Congresso, cancelou palestra em faculdade por falta de segurança.
Páginas 27 e 28, Míriam Leitão e Luiz Garcia
Pág.27.
Pág.28.
FSP (24/11/2009)
- Brasília - Eliane Cantanhêde: Antes perto do que inacessível
- Lula recebe Ahmadinejad, mas faz críticas veladas ao Irã
- Entrevista: "O Brasil deveria se envergonhar"
- Entrevista: "O Brasil terá relações com quem quiser"
- "Interessante": Kofi Annan compara iraniano a George W. Bush
- Protestos reúnem cerca de cem pessoas em Brasília
- Iraniano reivindica autoria de proposta de acordo nuclear
- Gravata é proibida por lei no Irã
- Análise: Um sóbrio alinhamento com as potências
Brasília - Eliane Cantanhêde: Antes perto do que inacessível
BRASÍLIA - Mahmoud Ahmadinejad vem aumentando sua presença na América do Sul, que fica logo abaixo e sofre influência direta do arqui-inimigo do Irã, os EUA. Não deve ser por acaso.
Primeiro, Ahmadinejad passou a visitar a Venezuela com uma frequência curiosa. Depois, aproximou-se do Equador e da Bolívia. Agora, botou literalmente os pés no Brasil, trazendo mais de 200 empresários de vários ramos, de agricultura a energia.
Diplomacia se faz muito pelos interesses bilaterais, um pouco pelos regionais e às vezes pelos multilaterais.
Na vinda de Ahmadinejad, esses três ingredientes estiveram fortemente presentes, enquanto gays, feministas, bahá'ís e judeus gritavam do lado de fora dos palácios. Para o mundo ouvir. A visita é mais um marco da polêmica política externa brasileira, que já criou "frisson" com uma cúpula Mercosul-países árabes em Brasília e atraiu ao país num só mês os presidentes de Israel, da Autoridade Palestina e agora do Irã.
A intenção não é assumir um lado da questão, nem apoiar o regime iraniano, muito menos compactuar com as barbaridades de Ahmadinejad, que nega o Holocausto e já pregou "varrer Israel do mapa".
É, ao contrário, fazer como o Brasil faz inclusive com a Venezuela de Chávez: perto o suficiente para ter penetração e diálogo, longe o necessário para não se comprometer com regimes, governos ou decisões pontuais. Ao contrário, tendo força moral para criticá-los. É melhor ter o Irã por perto e submetido a alguns compromissos do que tê-lo isolado para fazer o que bem entender. Aliás, o simples fato de haver uma crescente oposição interna é bom sinal. Ahmadinejad sabe que ela não está sozinha e que o mundo está de olho. Não deixa de ser uma forma de proteção.
Engana-se quem acha que é uma ação do Brasil veladamente contra os EUA. Ao contrário, trata-se de um jogo bem combinado.
FSP online (24/11/2009)
- Mundo
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- Irã proíbe circulação de jornal por publicar foto de templo banido
- Irã reduz o tom e diz querer garantias para envio de urânio ao exterior
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- Obama se reúne com militares para analisar estratégia no Afeganistão
- Reino Unido inicia inquérito sobre Guerra do Iraque; Blair é testemunha
- Para "El País", visita de líder iraniano pode tirar prestígio de Lula
- Após obter apoio de Lula, Ahmadinejad segue para Bolívia e Venezuela
Estadão (24/11/2009)
- Energia nuclear é direito do Irã, diz Lula
- Para líder, EUA não têm coragem de atacar
- Tradução vira ''telefone sem fio''
- Brasil se choca com esforço dos EUA para conter Irã
- Frase sobre Holocausto gera protesto
- Bahá''ís no Brasil denunciam 250 execuções no país
- Ahmadinejad busca legitimar reeleição no Irã
- Jordânia: Rei Abdullah manda dissolver o Parlamento
- Oriente Médio: Israel cede e Hamas deve soltar soldado em breve
- Gustavo Chacra (23/11/2009): As relações do Brasil com o Oriente Médio, de Dom Pedro a Ahmadinejad
JB (24/11/2009)
- Para especialistas, não vale a pena isolar país - Pág. 4
- Brasil é o país que mais vende para o Irã na AL - Pág. 4
JB online (24/11/2009)
ZH (24/11/2009)
CB (24/11/2009)
GP (24/11/2009)
Paraná online (24/11/2009)
Terra (24/11/2009)
G1 (24/11/2009)
Bom Dia Brasil (24/11/2009)
- Encontro entre Ahmadinejad e Lula atrai os olhares do mundo: Em visita ao Brasil, o presidente do Irã descartou, com ironia, ameaças militares contra seu país. O polêmico Mahmoud Ahmadinejad disse que os EUA e Israel não têm coragem de invadir o Irã.
Em Cima da Hora (24/11/2009)
- Ahmadinejad: 'armas e ameaças pertencem ao passado': O presidente iraniano afirmou em entrevista coletiva que Estados Unidos e Israel não têm coragem de invadir o Irã. A visita do político causou polêmica entre os parlamentares.
Último Segundo (24/11/2009)
Uol Internacional / Mídia Global (24/11/2009)
- EP: Caracas-Damasco-Teerã, um voo muito misterioso
- HT: Lições de Nuremberg: as vantagens de uma corte civil para julgar os acusados pelos atentados de 11 setembro
- LM: Um filme sobre a violência conjugal liberta a fala das palestinas
- LM: Israel-Palestina: vinte anos de destruição e devastação
- NYT: Irã amplia esforço para conter a oposição
- NYT: Israel e Hamas podem estar próximos de troca de prisioneiros
Pletz (24/11/2009)
Aurora Digital (24/11/2009)
- Mundo Judío
- Oriente Medio
- Nacional (Israel)
Leia mais:
- Viajantes do Tempo
- Vaad Hashoa Brasil - Comitê do Holocausto Brasil
- ROITBLOG
- AJN
- CIDIPAL (El Centro de Información y Documentación de Israel para América Latina)
- El Reloj
- Iton Gadol
- Aurora Digital
- Haaretz (inglês)
- Israel News Now
- Israel21
- Israelinsider
- Jerusalem Post
- Newseum
- Yediot Achronot (inglês)
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24/11/2009
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17/11/2009
Ahmadinejad e os direitos humanos
Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.
Destaque
Zenit (23/00/2009)
- Papa exorta à paz e ao diálogo inter-religioso no Oriente Médio
- As relações entre Irã e Santa Sé, segundo embaixador
O Globo (23/11/2009)
Página 7 - Ahmadinejad e os direitos humanos
DENIS LERRER ROSENFIELD
A diplo-MÁ-cia brasileira segue o seu curso acelerado em direção ao não reconhecimento dos direitos humanos, embora, às vezes, se compraza em dizer que faz precisamente o contrário. A visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, é mais um exemplo da omissão diplomática que beira a hipocrisia. Ela é posterior, por exemplo, ao constrangedor silêncio em relação a Darfour, oeste do Sudão, onde tribos negras, não muçulmanas, são massacradas por um governo islâmico radical, genocida.
Trata-se de um genocídio em pleno século XXI, com o qual o governo não deixa de compactuar, também em nome de conversas de “bastidores”, supostamente mais eficazes. Os mortos que o digam! Enquanto isto os assassinatos em massa prosseguem, com mais de 200.000 pessoas eliminadas, além daquelas que são mutiladas por toda a vida.
Na comemoração do Dia da Consciência Negra, esta poderia ter sido uma bandeira que deveria ser levantada com força, em nome da condenação mais enérgica do extermínio dessas tribos negras africanas.
A vinda de Ahmadinejad se faz, precisamente, depois de uma “eleição”, condenada nacional e internacionalmente por ter sido fraudada, inclusive por aiatolás do próprio regime, entre os quais um ex-presidente e um ex-primeiroministro. Mesmo eles se insurgiram contra a guinada cada vez mais totalitária do regime, procurando, assim, distinguir duas formas de islamismo, o radical, de tendências totalitárias, e o que não o é. Foram escorraçados, menosprezados, e alguns de seus aliados e parentes foram torturados e assassinados.
Os clamores foram gerais, com a população ousando ir às ruas para protestar.
E o fizeram com coragem, porque tiveram de se enfrentar com a famigerada Guarda Revolucionária, espécie de SS do governo iraniano. Enquanto isto, o presidente Lula se contentou em dizer que se tratava de um mero jogo de futebol, com os perdedores chiando por sua derrota. É uma afronta aos que, lá, lutam pela democracia, pelas liberdades.
O presidente iraniano tem em seu currículo, que mais se aproxima a uma folha corrida, uma série de declarações e atitudes que bem ilustra sua mentalidade totalitária. Não cessa de declarar a “inexistência do holocausto judeu”, que eliminou 6 milhões de pessoas, apenas por pertencerem a um outro credo religioso.
Prega a eliminação do Estado de Israel, imiscuindo-se diretamente nos conflitos do Oriente Médio, armando e financiando o Hamas e o Hezbollah, que compartilham a mesma ideologia.
Inclusive, o presidente da autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, condena energicamente essa ingerência na Faixa de Gaza. Deve-se, aqui, distinguir a recepção feita ao presidente da Autoridade Palestina, homem de paz e diálogo, que em tudo se distingue do presidente iraniano.
Misturar as duas coisas só pode ser fruto do desconhecimento ou da má-fé, com essa última alternativa sendo a mais provável.
As perseguições feitas pelo governo Ahmadinejad atingem com força a comunidade baha’i, pelo simples fato de se tratar de um credo religioso que diverge da religião oficial. São perseguidos.
O governo teocrático do Irã não suporta a divergência, a oposição, tudo identificando a condutas “desviantes”, que devem ser eliminadas em nome da “saúde”, da “pureza” política, de seu regime. Comportamentos “desviantes” são também aqueles dos homossexuais, objeto de condenações e perseguições, que bem revelam a natureza totalitária do regime dos aiatolás, avesso à tolerância religiosa, moral e política. As mulheres, igualmente, são consideradas como seres inferiores, que não podem dispor da sua capacidade de livre escolha, devendo se submeter a líderes religiosos que impõem seus códigos de conduta. Deve-se aqui ressaltar que, antes da chegada dos aiatolás ao poder, as mulheres iranianas gozavam de uma liberdade muito maior, a situação atual configurando um claro retrocesso.
Ora, é esse regime que o governo brasileiro toma por digno de acolhimento e, inclusive, considerando tudo aquilo que se passa naquele país como sendo um mero produto de simples disputas internas. O nosso presidente ainda chegou a dizer que o projeto nuclear iraniano era “pacífico”, por acreditar simplesmente na palavra de Ahmadinejad.
Pode-se acreditar na palavra de uma pessoa que nega fatos históricos? Pode-se acreditar na palavra de uma pessoa que frauda as eleições em seu próprio país? Pode-se acreditar na palavra de uma pessoa que elimina a liberdade de imprensa e dos meios de comunicação em geral? Pode-se acreditar na palavra de uma pessoa que impõe suas decisões por intermédio de sua polícia política, sua SS, sua Guarda Revolucionária? Procurar respaldar a diplo-MÁ-cia brasileira em nome de uma suposta não ingerência em assuntos internos de outro país é mais uma hipocrisia manifesta, pois é isto, precisamente, que o Brasil está fazendo em Honduras, com a embaixada tornada em foco de insurgência bolivariana, também ela de corte totalitário. Contra todos os tratados internacionais, a embaixada concedeu não um “refúgio” de Zelaya, mas lhe ofereceu um quartel-general, a partir do qual as diretrizes de Chávez são propagadas pelo mundo, graças à TeleSur, também lá instalada. A incoerência diplomática é patente, no momento mesmo em que eleições constitucionalmente estipuladas, antes mesmo da deposição de Zelaya, estão para serem realizadas.
A fraude eleitoral no Irã é elogiada, é assunto interno, enquanto as eleições hondurenhas são condenadas.
Parece que a nossa diplo-MÁ-cia tem uma afinidade eletiva com regimes totalitários, algo nunca antes visto em nossa história diplomática. O tal do diálogo Sul/Sul é nada mais do que uma máscara que vela uma opção pelo desrespeito progressivo a escolhas democráticas e ao respeito dos direitos humanos.
Se esse é o preço a ser pago por um assento no Conselho de Segurança da ONU, a pergunta que se impõe é a seguinte: vale o preço?
DENIS LERRER ROSENFIELD é professor de filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
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