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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O que resta de Auschwitz e os paradoxos da biopolítica em nosso tempo. Entrevista especial com Oswaldo Giacoia Junior



IHU (21/08/2013): O que resta de Auschwitz e os paradoxos da biopolítica em nosso tempo. Entrevista especial com Oswaldo Giacoia Junior: Livro de Giorgio Agamben inspira debate sobre a biopolítica e a importância do testemunho daqueles homo sacer sobreviventes dos campos de concentração nazista. Acredito que Agamben situa a ética do testemunho no problemático limiar que se situa entre a superação do ressentimento (a proposta de Nietzsche, que inaugura a ética do século XX) e a exigência moral da impossibilidade do esquecimento. Não se pode querer que Auschwitz retorne eternamente, assim como não se pode mais ignorar que o essencial de Auschwitz não tem cessado de se repetir; por mais que o ressentimento pelo que aconteceu, sua condenação, e a exigência de manter viva a memória do acontecido, se exerça sobre nós como uma demanda ética irrecusável”. A afirmação é do filósofo Oswaldo Giacoia Junior, na entrevista concedida com exclusividade, por e-mail, à IHU On-Line. >>> Leia mais, clique aqui.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Buchenwald, o arquivo do inferno



IHU (07/12/2012): Buchenwald, o arquivo do inferno: O Totenbuch, o registro dos mortos no campo de concentração de Buchenwald, gela a pele só de vê-lo em fotografia, com a sua lúgubre capa preta. Ele contém, anotados com obsessiva minúcia, os nomes, as datas, os locais de origem, a hora e o minuto da morte dos deportados. A sua vida é classificada de forma maníaca: os comportamentos durante os interrogatórios e nos barracões, as doenças, as chicotadas, até mesmo o número de piolhos encontrados na última inspeção corporal. A reportagem é de Corrado Stajano, publicada no jornal Corriere della Sera, 05-12-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 15 de julho de 2012

Buchenwald: espaço de memória e aprendizado


Deutsche Welle (15/07/2012): Buchenwald: espaço de memória e aprendizado: Há 75 anos, em julho de 1937, era construído o campo de concentração Buchenwald em Ettersberg, nas proximidades de Weimar. O Memorial que hoje funciona no lugar atrai visitantes de todo o mundo. >>> Leia mais, clique aqui.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Vídeo: Dilma participa na Bahia de homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Youtube: Dilma participa na Bahia de homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: Salvador (BA), da cerimônia do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. No discurso, a presidenta destacou a escolha de Salvador para a realização do evento por possuir a maior população de afro-descendentes fora da África, além de ter sido palco de lutas históricas, como a própria abolição da escravatura. Dilma reafirmou o compromisso de jamais nos omitirmos (nem nos silenciarmos) diante de massacres como o Holocausto. A presidenta lembrou que o Brasil é signatário de todos os tratados internacionais de combate à discriminação. A presidenta apoiou ainda a construção de uma nova sinagoga em Salvador, com o objetivo de aumentar e socializar ainda mais a cultura judaica no local. >>> Veja o vídeo, clique aqui.


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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: o tema de 2012 são as “Crianças e o Holocausto”

Rádio ONU (27/01/2012): ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: Data, 27 de janeiro, lembra a libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia; tema deste ano são as “Crianças e o Holocausto”. Alunos de todo o mundo vão poder aprender mais sobre as histórias dos sobreviventes do Holocausto com uma nova plataforma online, lançada pelas Nações Unidas. O lançamento coincide com o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, marcado neste 27 de janeiro. A base de dados foi organizada em parceria com o Instituto Shoa, do diretor de cinema Steven Spielberg. Com o aplicativo, IWitness, poderão ser acessados testemunhos de cerca de mil sobreviventes do genocídio praticado pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O projeto também tem o apoio da Universidade do Sul da Califórnia. >>> Leia mais, clique aqui.


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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

La liberación de Auschwitz por tropas soviéticas

Aurora (26/01/2012): La liberación de Auschwitz por tropas soviéticas: A mediados de enero de 1945, cuando las fuerzas soviéticas se aproximaban al complejo del campo, las SS comenzaron la evacuación del complejo de Auschwitz: cerca de 60.000 prisioneros fueron forzados a marchar hacia el Oeste, y miles habían sido asesinados en los campos días antes que comenzase esa “marcha de la muerte-”. Decenas de miles de prisioneros, mayoritariamente judíos, fueron obligados a marchar hacia la ciudad de Wodzislaw, en la parte occidental de la Alta Silesia, mientras los SS disparaban contra cualquiera que se quedase atrás. Los prisioneros sufrieron también las condiciones meteorológicas, hambre, etc. Más de 15.000 presos murieron durante la marcha. .>> Leia mais, clique aqui.



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terça-feira, 26 de julho de 2011

“O campo não foi inventado pelos nazistas. Eles só levaram a suas últimas consequências a figura política da exceção”. Entrevista especial com Castor

IHU (26/07/2011): “O campo não foi inventado pelos nazistas. Eles só levaram a suas últimas consequências a figura política da exceção”. Entrevista especial com Castor Ruiz: Projetada internacionalmente a partir de O Homo Sacer: O poder soberano e a vida nua, a obra do filósofo italiano Giorgio Agamben analisa várias figuras políticas clássicas, em especial a do conceito de estado de exceção e suas implicações biopolíticas. “A primeira tese que Agamben propõe é a intrínseca e sutil conexão que existe entre a vida humana e a política desde suas origens. Tal cumplicidade é manifesta no direito que desde seus começos mantém uma paradoxal relação com a vida humana à qual pretende defender, ameaçando-a”. A explicação é do filósofo Castor Ruiz, espanhol radicado no Brasil e docente da Unisinos. De 15 de agosto a 24 de outubro, ele ministrará o curso Giorgio Agamben: “O Homo Sacer I, II, III. A exceção jurídica e o governo da vida humana”, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos em parceria com o Instituto Humanitas Unisinos – IHU. A programação pode ser conferida aqui. Para adiantar alguns dos aspectos sobre essa atividade e a respeito da filosofia de Agamben, a IHU On-Line entrevistou Castor, que falou diretamente da Universidade de Jaume I, na Espanha, onde ministra um curso de verão. Segundo Castor, “o homo sacer é a vida desprovida do direito: excluída da lei que a proteja, encontra-se abandonada. Fora do direito a vida perambula na condição de abandono o que a condena a viver na condição de bando. O direito não pode condenar a vida abandonada, mas também não a protege. O homo sacer não pode ser legalmente condenado, mas pode ser impunemente morto. Por isso é pura vida nua. Uma vida que pode ser sacrificada, morta, explorada, sem que nenhum direito a proteja”. E completa: “O campo é o espaço onde a exceção é a norma. A vida que, de uma ou outra forma, se encontra no campo é uma vida regida pelo arbítrio da exceção. O campo não foi inventado pelos nazistas. Eles só levaram a suas últimas consequências a figura política da exceção e do campo inventada pelo Estado moderno para fazer valer em sua plenitude a vontade soberana do estado de exceção”. Em seu ponto de vista, “os porões de todas as ditaduras, incluída a do Brasil, são os novos campos em que a vontade dos torturadores se torna soberana e a exceção é a norma que se aplica sobre os detentos”. Professor dos cursos de graduação e pós-graduação em Filosofia da Unisinos, Castor Ruiz é graduado em Filosofia pela Universidade de Comillas, na Espanha, mestre em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, e doutor em Filosofia pela Universidade de Deusto, Espanha. É pós-doutor pelo Conselho Superior de Investigações Científicas. Escreveu inúmeras obras, das quais destacamos: As encruzilhadas do humanismo. A subjetividade e alteridade ante os dilemas do poder ético (Petrópolis: Vozes, 2006); Propiedad o alteridad, un dilema de los derechos humanos (Bilbao: Universidad de Deusto, 2006); Os Labirintos do Poder. O poder (do) simbólico e os modos de subjetivação (Porto Alegre: Escritos, 2004) e Os Paradoxos do imaginário (São Leopoldo: Unisinos, 2003). Leia, ainda, o livro eletrônico do XI Simpósio Internacional IHU: o (des) governo biopolítico da vida humana, no qual Castor contribui com o artigo A exceção jurídica na biopolítica moderna, disponível em http://bit.ly/a88wnF. Confira a entrevista. >>> Leia mais, clique aqui.