- A Festividade de Purim e o Livro de Ester (2014/5774)
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- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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sábado, 15 de março de 2014
A Festividade de Purim e o Livro de Ester (2014/5774)
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Purim 2012
Se o dia 14 de Adar ocorrer num domingo, o Jejum de Esther é realizado na quinta-feira anterior. Neste ano, o Jejum de Esther é no dia 07/03/2012 (quarta-feira), e Purim se inicia na noite deste mesmo dia, e se estende até o dia seguinte.
Veja mais:
- CJB: Mini-Guia de PURIM
- CJB: Rabino Nilton Bonder: Máscaras e milagres
- Comunidade Shalom: Purim
- Morashá: PURIM
- Agência Judaica: Purim (Chaguim Laktanim)
- Beit Chabad: Purim
- EJ: Purim
- Purim e o Livro de Ester
- Purim e o anti-semitismo (1)
- Purim e o anti-semitismo (2)
- Sukot e Purim na educação infantil: um encontro da infância e da cultura judaica
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O que leva Lula a se aproximar do Irã: presunção ou devaneios diplomáticos?
Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.
Destaque 1
- Comemorando Purim (2010): 27-28 de fevereiro, 2010 – 14-15 de Adar (2) / 5770
- Purim em Tropicasher: “Meguilight”, o “Livro de Esther” em estilo carioca
- Aurora Digital (25/02/2010): Purim: una lectura feminista de la “Meguilá de Ester”: En estos difíciles momentos por los que está atravesando Israel (Irán el Informe Goldstone, etc.), es difícil escribir sobre la situación política, social o militar. En virtud de que estoy pasando por una onda feminista, y está por celebrarse Purim, analizaré un fenómeno que está teniendo lugar en Israel, y precisamente en círculos de mujeres religiosas y ortodoxas. La historia que leemos en Purim, se puede interpretar como un relato de subyugación sexual y de ambición política, cuyos personajes son un rey déspota, un ambicioso criminal, una mujer rebelde y una reina dócil y astuta. La lectura de la “Meguilá” deja incómodas a las feministas judías quienes, desde hace dos décadas, han tratando de encontrar nuevas respuestas a sus mensajes. Para este objeto se están llevando a cabo numerosos eventos en los cuales la “Meguilá” es leída por grupos de mujeres en días de estudio organizados por entidades religiosas como el Instituto Schechter de Estudios Judaícos; Kolech, un movimiento feminista ortodoxo; Tal-Torá, un centro de estudios entre generaciones (madres e hijas). En comunidades de Gush Etzión se regaló a mujeres el “Libro de Ester” en cumpleaños y eventos familiares. stos programas de Purim son parte de un esfuerzo más amplio por parte de un movimiento feminista religioso. Muchas mujeres religiosas constituyen la fuente de sustento primordial de la familia y tienen amplio contacto con el mundo secular. Conscientes de su importancia dentro de su sociedad, tratan de participar más activamente y reclamar su lugar en el estudio de la Torá (e inclusive el Talmud), en el ritual religioso y en la comunidad, y uno de los modos de lograrlo es identificarse con las heroínas judías a través del estudio. Lo que sabemos sobre las mujeres del pasado es sólo lo que los hombres consideraron importante recordar y sus personalidades y sus actos han sido vistos e interpretados a través de un sistema de valores masculinos. Aun tratándose de textos bíblicos, los comentaristas prestaron poca atención a las matriarcas y heroínas militares como Débora o Yael. >>> Leia mais, clique aqui.
Destaque 2
- Vídeo Terra TV: Patinadores ajudam a perseguir suspeitos em Israel: Guarda Civil de Tel Aviv treina 30 patinadores voluntários que vão correr atrás dos fugitivos pelas ruas da cidade.
Destaque 3
- Zé Variedades (26/02/2010): A Rota do Nazismo no Amapá: No Rio Jari no Amapá é possível encontrar uma cruz de madeira que tem como decoração algo muito estranho, estamos falando de nada mais nada menos do que uma suástica. Na cruz se lê Joseph Greiner, morreu em 2.1.1936 “, que foi três anos antes da Segunda Guerra Mundial que começou oficialmente em 1939. Então, o que um nazista estava fazendo no Brasil em 1936?
Destaque 4
Bernardo Sorj, diretor do Centro Edelstein de Pesquisas Socais e professor titular de Sociologia da UFRJ, está lançando o livro “Judaísmo para todos” (editora Civilização Brasileira). A obra argumenta que o judaísmo humanista e secular pode oferecer raízes sem ser sufocante, pode criar comunidades sem ser exclusivo, pode recordar o Holocausto e as perseguições aos Judeus sem associá-los a sentimentos de isolamento, pode apoiar o Estado de Israel sem negar o valor e a autonomia da vida na Diáspora e pode transformar a identidade judaica em uma fonte de orgulho e, ao mesmo tempo, reconhecer a dignidade e o valor de cada ser humano e de cada cultura. Serão realizados debates associados ao lançamento. Estão confirmados os seguintes eventos:
- Rio de Janeiro, na quinta-feira dia 4 de Março, no Midrash (Rua General Venâncio Flores, 184-Leblon, tel. 2239-1800), às 20:00h, com a participação de Arnaldo Bloch e o Rabino Nilton Bonder.
- São Paulo, na quinta-feira dia 11 de Março, no Instituto Fernando Henrique Cardoso (Rua Formosa, 367, 6º andar, Centro, tel. 3359.5000), às 16:30h, com a participação do Rabino Adrián Gottfried, Boris Fausto e Renato Janine Ribeiro.
- Porto Alegre, dia 23 de Março, no Auditório Maurício Cardoso/ FIRS (Rua General João Telles, 329 – Bairro Bom Fim), às 19:00h, com a participação de Maria Luiza Tucci Carneiro, Ilton Gitz e Anita Brumer. (Fonte: NIEJ/UFRJ).
FSP (28/02/2010)
FSP online (28/02/2010)
Estadão (28/02/2010)
- ISRAEL - Notícias, Fotos e Vídeos sobre Israel
- Oriente Médio
- O que leva Lula a se aproximar do Irã: O importante apoio diplomático do Brasil ao regime cada vez mais isolado do Irã deixa atônita a comunidade internacional. Há várias teorias sobre o comportamento do Brasil, algumas bastante perturbadoras. Nos últimos dias, quando a tradicionalmente cautelosa Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) da ONU finalmente concluiu que o Irã provavelmente vai desenvolver uma arma nuclear, e até a Rússia começou a se distanciar do Irã, o o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manterá seus planos de visitar o Irã em 15 de maio. O Brasil, uma das potências ascendentes do mundo, dará, assim, uma legitimidade a um regime que, além de burlar as normas internacionais sobre energia nuclear, é considerado por boa parte do mundo um dos principais patrocinadores do terrorismo. O Irã é conhecido também por ajudar grupos terroristas islâmicos como o Hezbollah, e promete publicamente varrer Israel da face da Terra. Até o governo populista argentino, que normalmente se alinha com o Brasil em questões de política externa, diz que o Irã esteve por trás dos atentados terroristas do Hezbollah em Buenos Aires nos anos 90. >>> Leia mais, clique aqui.
- Presunção ou devaneios diplomáticos?
- Iraque quer impulsionar negócios com o Brasil
- Sete anos depois, iraquianos põem em dúvida ganhos da era pós-Saddam
- Vida em Bagdá segue difícil, mas melhora é evidente
Terra (28/02/2010)
G1 (28/02/2010)
Último Segundo (28/02/2010)
Uol Internacional / Mídia Global (28/02/2010)
Aurora Digital (28/02/2010)
- Mundo Judío
- Oriente Medio
- Nacional (Israel)
Deutsche Welle (27/02/2010)
BBC Brasil (27/02/2010)
Leia mais:
- Viajantes do Tempo
- Vaad Hashoa Brasil - Comitê do Holocausto Brasil
- ROITBLOG
- AJN
- CIDIPAL (El Centro de Información y Documentación de Israel para América Latina)
- El Reloj
- Iton Gadol
- Aurora Digital
- Haaretz (inglês)
- Israel News Now
- Israel21
- Israelinsider
- Jerusalem Post
- Newseum
- Yediot Achronot (inglês)
Veja mais:
27/02/2010
26/02/2010
25/02/2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Purim: una lectura feminista de la “Meguilá de Ester”
Aurora Digital (25/02/2010)
- Purim: una lectura feminista de la “Meguilá de Ester”: En estos difíciles momentos por los que está atravesando Israel (Irán el Informe Goldstone, etc.), es difícil escribir sobre la situación política, social o militar. En virtud de que estoy pasando por una onda feminista, y está por celebrarse Purim, analizaré un fenómeno que está teniendo lugar en Israel, y precisamente en círculos de mujeres religiosas y ortodoxas. La historia que leemos en Purim, se puede interpretar como un relato de subyugación sexual y de ambición política, cuyos personajes son un rey déspota, un ambicioso criminal, una mujer rebelde y una reina dócil y astuta. La lectura de la “Meguilá” deja incómodas a las feministas judías quienes, desde hace dos décadas, han tratando de encontrar nuevas respuestas a sus mensajes. Para este objeto se están llevando a cabo numerosos eventos en los cuales la “Meguilá” es leída por grupos de mujeres en días de estudio organizados por entidades religiosas como el Instituto Schechter de Estudios Judaícos; Kolech, un movimiento feminista ortodoxo; Tal-Torá, un centro de estudios entre generaciones (madres e hijas). En comunidades de Gush Etzión se regaló a mujeres el “Libro de Ester” en cumpleaños y eventos familiares. stos programas de Purim son parte de un esfuerzo más amplio por parte de un movimiento feminista religioso. Muchas mujeres religiosas constituyen la fuente de sustento primordial de la familia y tienen amplio contacto con el mundo secular. Conscientes de su importancia dentro de su sociedad, tratan de participar más activamente y reclamar su lugar en el estudio de la Torá (e inclusive el Talmud), en el ritual religioso y en la comunidad, y uno de los modos de lograrlo es identificarse con las heroínas judías a través del estudio. Lo que sabemos sobre las mujeres del pasado es sólo lo que los hombres consideraron importante recordar y sus personalidades y sus actos han sido vistos e interpretados a través de un sistema de valores masculinos. Aun tratándose de textos bíblicos, los comentaristas prestaron poca atención a las matriarcas y heroínas militares como Débora o Yael. >>> Leia mais, clique aqui.
Veja mais:
- Comemorando Purim (2010): 27-28 de fevereiro, 2010 – 14-15 de Adar (2) / 5770
- Purim em Tropicasher: “Meguilight”, o “Livro de Esther” em estilo carioca
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
A leitura da Meguilá (Esther) nos tempos talmúdicos
Purim
27-28 de fevereiro, 2010 – 14-15 de Adar (2) / 5770
A leitura da Meguilá nos tempos talmúdicos
Nos tempos talmúdicos, uma estipulação especial permitia aos judeus que moravam em pequenas aldeias ou vilas escutassem a Leitura da Meguilá (Livro de Ester) na segunda-feira ou quinta-feira antes de Purim – os dias em que os aldeões iam à cidade porque os tribunais estavam em sessão. Dependendo da configuração do ano, isso significava que a Meguilá podia ser lida de 11 de Adar até 15 o mais tardar – mas não antes ou depois destas datas (Talmud, início do Tratado Meguilá). Extraído de: www.chabad.org.br
Veja mais:
Purim 2010: em ritmo de preparação!!
Sukot e Purim na educação infantil: um encontro da infância e da cultura judaica
El Libro de Esther: ¿humanismo hebreo?
CJB: Mini-Guia de PURIM 5770 (2010)
CJB (Nilton Bonder): Máscaras e milagres
Comunidade Shalom: Purim
CIP (Porquês do judaísmo): Chanuká e Purim
Morashá: PURIM
Agência Judaica: Purim (Chaguim Laktanim)
José Luiz Goldfarb: Purim, festa total
Beit Chabad: Purim
Aish Brasil: O ABC de Purim
Rabino Kalman Packouz: Purim, a comemoração
JHOM: Purim
JVL: Purim
TVBM: Purim Journal
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Purim Sameach 2010/5770
Purim
27-28 de fevereiro, 2010 – 14-15 de Adar (2) / 5770
Veja mais:
- Purim 2010: em ritmo de preparação!!
- Purim e o Livro de Ester
- Sukot e Purim na educação infantil: um encontro da infância e da cultura judaica
- El Libro de Esther: ¿humanismo hebreo?
- A Festa de Purim (Noob Cruz)
- CJB: Mini-Guia de PURIM 5770 (2010)
- CJB (Nilton Bonder): Máscaras e milagres
- Comunidade Shalom: Purim
- CIP (Porquês do judaísmo): Chanuká e Purim
- Morashá: PURIM
- Agência Judaica: Purim (Chaguim Laktanim)
- José Luiz Goldfarb: Purim, festa total
- Beit Chabad: Purim
- Aish Brasil: O ABC de Purim
- Rabino Kalman Packouz: Purim, a comemoração
- JHOM: Purim
- JVL: Purim
- TVBM: Purim Journal
- JG: Jewish Graphics
sexta-feira, 6 de março de 2009
El Libro de Esther: ¿humanismo hebreo?
Aurora Digital (05/03/2009): El Libro de Esther: ¿humanismo hebreo?: Autor: Dra. Sara Strassberg-Dayá: La fiesta de Purim es parte importante del folklore judío y la celebran en todo el mundo, de distintas maneras, judíos religiosos y laicos que concuerdan en considerarla símbolo de la salvación del pueblo judío de manos de sus enemigos a través de las generaciones. En Israel se tiende a considerar a Purim principalmente como festividad de los niños que se disfrazan y como ocasión de desfiles pintorescos por las calles de las principales ciudades del país además de las fiestas de máscaras de los mayores, en resumen, algo así como un Carnaval judío, tiempo de alegría y diversión. Para la mayoría de la población más que los contenidos temáticos se destacan las costumbres y tradiciones especiales, así como la atmósfera de celebración pública en condiciones de independencia nacional. >>> Leia mais, clique aqui.
Leia mais:
- Purim 2009
- Purim
- Purim e o Livro de Ester
- Sukot e Purim na educação infantil: um encontro da infância e da cultura judaica
- A Festa de Purim (Noob Cruz)
- A Festividade de Purim e o Livro de Ester
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- CJB: Mini-Guia de PURIM 2009
- Purim (Chaguim Laktanim)
- Purim (Beit Chabad)
- Purim (Morashá)
- JTA (04/03/2009): Megillat Esther: A contemporary struggle between good and evil: The story of Esther, Mordechai and Haman is really a contemporary tale about our struggle between good and evil inclinations.


