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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Ibn Gabirol fue el más importante de los poetas hispano-judíos



Aurora (15/11/2012): Ibn Gabirol fue el más importante de los poetas hispano-judíos: Salomón Ibn Gabirol fue el más importante de los poetas hispano-judíos, además de filósofo y místico. Su nombre en árabe era Abu Ayyud Sulaiman Ibn Yahya Ibn Jebirul y en hebreo, Shlomo ben Yehuda Ibn Gabirol. En su firma acróstica a veces añadía ha-malagi, para indicar que era oriundo de Málaga, lo que más tarde se confundió con el melech (el rey), de ahí el título “Rey Salomón, el Judío”. >>> Leia mais, clique aqui.

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domingo, 8 de julho de 2012

Exegese Judaica na Idade Média


FERREIRA, C. A. P. (2003-2012): O estudo judaico medieval foi o cenário de uma intensa atividade exegética bíblica. Não pretendemos esgotar o tema, mas tão somente apresentar alguns pensadores e as características da exegese medieval judaica.

1ª parte) A exegese medieval judaica nasceu em ambiente árabe-islâmico com Saadia Gaon. Esta nova exegese estendeu-se pelo norte da África até alcançar seu esplendor em Sefarad (termo hebraico para designar Espanha).

2ª parte) A exegese judaica em Sefarad (Espanha): A exegese judaica praticada em Sefarad caracterizava-se por sua reprodução filológica e literal, conseqüência do contato com a língua e a filologia árabes. Contudo, não deixa de cultivar também a exegese filosófica e figurativa. Cabe lembrar que o método filosófico seguiu um caminho anteriormente traçado pela exegese de Saadia Gaon, influenciado pelo neoplatonismo. O estudo da filosofia e da sua aplicação à religião tornou-se um traço característico da cultura judaica em Sefarad.

3ª parte) A exegese judaica na Europa medieval: O perfil da exegese praticada nos demais países da Europa é bem diferente do que era realizado nos países árabes e em Sefarad. Com um grau de educação em geral inferior, privados do contato com a cultura árabe e de uma formação filológica comparável aos exegetas de Sefarad, a única fonte dos exegetas ashkenazim – judeus que viviam na Europa Central e particularmente na Alemanha – eram as versões targúmicas (material em aramaico) e os textos midráshicos e talmúdicos, para cuja interpretação serviam-se do sentido homilético como desenvolvimento do sentido literal.

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