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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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Mostrando postagens com marcador Judeus. Mostrar todas as postagens
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domingo, 25 de janeiro de 2015

Os judeus e as palavras (Amós Oz e Fania Oz-Salzberger)

Nesse livro que mistura narrativa e erudição, conversa e argumento, o romancista Amós Oz e sua filha, a historiadora Fania Oz-Salzberger, contam as histórias por trás dos nomes, dos textos, das disputas e dos adágios mais duradouros do judaísmo. 
As palavras, eles argumentam, compõem o elo entre Abraão e os judeus de todas as gerações subsequentes. 
Continuidade, mulheres, atemporalidade, individualismo - o rol de temas abordados é vasto. Oz e Oz-Salzberger revisitam personalidades judaicas através das eras, da suposta autora do Cântico dos Cânticos aos obscuros Talmudistas e autores contemporâneos. 
Eles sugerem que a longevidade da cultura judaica, e até mesmo a singularidade do povo judeu, depende não apenas dos lugares, monumentos e personalidades heroicas ou rituais, mas da palavra escrita e do contínuo debate entre gerações. 
Secularistas convictos, pai e filha deixam de lado o fervor religioso para extrair dos textos sagrados toda sua força de documento histórico, sua sonoridade poética e densidade literária. 
Repleto de ensinamentos, lirismo e humor, Os judeus e as palavras oferece um passeio pela tradição judaica e estende a mão a qualquer leitor interessado em se juntar à conversa. >>> Veja mais, clique aqui.

sábado, 29 de março de 2014

Como estrangeiros: os judeus sob Hitler


IHU (28/03/2014): Como estrangeiros: os judeus sob Hitler: Um teólogo e exegeta protestante, conhecido professor de Novo Testamento, idealizador e curador de um importante dicionário (o Theologisches Wörterbuch zum Neuen Testament, que, na edição alemã, chegou a 10 volumes). E um pensador judeu de origem vienense, orgulhoso da sua identidade, talvez o mais famoso depois da morte de Hermann Cohen, também graças às suas obras sobre o hassidismo. Trata-se de Gerhard Kittel e Martin Buber. A reportagem é de Marco Roncalli, publicada no jornal Avvenire, 25-03-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Alunos judeus, islâmicos e cristãos ensinam tolerância em Israel

O Globo online (24/12/2011): Alunos judeus, islâmicos e cristãos ensinam tolerância em Israel: Uma árvore com guirlandas brilhantes, um candelabro com nove velas e o desenho de dois carneiros enfeitam o hall de entrada de uma escola diferente, no coração de Tel Aviv. Os três símbolos religiosos — que representam o Natal, Hanuká e a Festa do Sacrifício, as comemorações de dezembro de cristãos, judeus e muçulmanos — convivem pacificamente no Colégio Bialik-Rogozin, onde 900 crianças de baixa renda de 48 países, com idades entre 5 e 18 anos, encontram-se diariamente para estudar. Algumas nasceram em Israel, outras são filhas de refugiados ou imigrantes. Algumas enfrentam a ameaça de deportação, outras lutam por inclusão mesmo já tendo recebido cidadania. Todas, no entanto, têm algo em comum: histórias de conflito, pobreza e superação para contar. >>> Leia mais, clique aqui.

sábado, 4 de junho de 2011

Primeiro documento em que Hitler defende a matança de judeus é arrematado por museu do Holocausto nos EUA

O Globo (03/06/2011): Primeiro documento em que Hitler defende a matança de judeus é arrematado por museu do Holocausto nos EUA: O primeiro documento em que o ditador nazista austríaco Adolf Hitler defende o extermínio de judeus foi comprado por um museu do Holocausto em Los Angeles por 100 mil libras, informou o jornal britânico "Daily Mail". A carta de 1919 relata os planos do líder nazista para exterminar judeus 21 anos antes de ele começar o massacre antisemita na Rússia e em campos de concentração na Polônia ocupada. Conhecido como "Gemlich Letter", o documento foi enviado para Adolf Gemlich, chefe do exército alemão depois da Primeira Guerra Mundial. Na época, Hitler morava na cidade alemã de Munique. Ao escrever sobre a "questão judaica", Hitler descreve os judeus como uma "raça tuberculosa" e ressalta que há uma necessidade de "eliminar os privilégios dos judeus", evocando uma "lei dos alienígenas'. >>> Leia mais, clique aqui.


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sábado, 5 de março de 2011

Cada Papa tem a sua cruz

IHU (05/03/2011): Cada Papa tem a sua cruz: O mundo árabe insurge, a política italiana está nos limites do colapso, enquanto o presidente do Conselho – quando não se assusta com o risco de novos fundamentalismos – ataca a escola pública no vã e grosseira tentativa de ganhar os favores das hierarquias vaticanas. E o Pontífice, o que faz? Manda publicar, pela editora Herder, de Friburgo, um livro em que finalmente desmente a interpretação "deicida" do Evangelho. Falamos sobre isso com Amos Luzzatto, presidente da União das Comunidades Judaicas Italianas e estudioso que participou de inúmeros encontros nacionais e internacionais sobre os temas da cultura judaica, tendo publicado numerosas obras. A entrevista é de Iaia Vantaggiato, publicada no jornal Il Manifesto, 03-03-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis a entrevista.


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quarta-feira, 2 de março de 2011

Bento XVI em livro: judeus não têm culpa pela morte de Cristo

O Globo online (02/03/2011): Bento XVI em livro: judeus não têm culpa pela morte de Cristo: Em novo livro, o Papa Bento XVI exime pessoalmente os judeus das acusações de que foram responsáveis pela morte de Jesus Cristo, repudiando o conceito de culpa coletiva que tem assombrado há séculos as relações entre cristãos e judeus. >>> Leia mais, clique aqui.