Perfil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado IV - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
Meus Blogs
domingo, 25 de janeiro de 2015
Os judeus e as palavras (Amós Oz e Fania Oz-Salzberger)
sábado, 29 de março de 2014
Como estrangeiros: os judeus sob Hitler
domingo, 25 de dezembro de 2011
Alunos judeus, islâmicos e cristãos ensinam tolerância em Israel
O Globo online (24/12/2011): Alunos judeus, islâmicos e cristãos ensinam tolerância em Israel: Uma árvore com guirlandas brilhantes, um candelabro com nove velas e o desenho de dois carneiros enfeitam o hall de entrada de uma escola diferente, no coração de Tel Aviv. Os três símbolos religiosos — que representam o Natal, Hanuká e a Festa do Sacrifício, as comemorações de dezembro de cristãos, judeus e muçulmanos — convivem pacificamente no Colégio Bialik-Rogozin, onde 900 crianças de baixa renda de 48 países, com idades entre 5 e 18 anos, encontram-se diariamente para estudar. Algumas nasceram em Israel, outras são filhas de refugiados ou imigrantes. Algumas enfrentam a ameaça de deportação, outras lutam por inclusão mesmo já tendo recebido cidadania. Todas, no entanto, têm algo em comum: histórias de conflito, pobreza e superação para contar. >>> Leia mais, clique aqui.
sábado, 4 de junho de 2011
Primeiro documento em que Hitler defende a matança de judeus é arrematado por museu do Holocausto nos EUA
O Globo (03/06/2011): Primeiro documento em que Hitler defende a matança de judeus é arrematado por museu do Holocausto nos EUA: O primeiro documento em que o ditador nazista austríaco Adolf Hitler defende o extermínio de judeus foi comprado por um museu do Holocausto em Los Angeles por 100 mil libras, informou o jornal britânico "Daily Mail". A carta de 1919 relata os planos do líder nazista para exterminar judeus 21 anos antes de ele começar o massacre antisemita na Rússia e em campos de concentração na Polônia ocupada. Conhecido como "Gemlich Letter", o documento foi enviado para Adolf Gemlich, chefe do exército alemão depois da Primeira Guerra Mundial. Na época, Hitler morava na cidade alemã de Munique. Ao escrever sobre a "questão judaica", Hitler descreve os judeus como uma "raça tuberculosa" e ressalta que há uma necessidade de "eliminar os privilégios dos judeus", evocando uma "lei dos alienígenas'. >>> Leia mais, clique aqui.
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sábado, 5 de março de 2011
Cada Papa tem a sua cruz
IHU (05/03/2011): Cada Papa tem a sua cruz: O mundo árabe insurge, a política italiana está nos limites do colapso, enquanto o presidente do Conselho – quando não se assusta com o risco de novos fundamentalismos – ataca a escola pública no vã e grosseira tentativa de ganhar os favores das hierarquias vaticanas. E o Pontífice, o que faz? Manda publicar, pela editora Herder, de Friburgo, um livro em que finalmente desmente a interpretação "deicida" do Evangelho. Falamos sobre isso com Amos Luzzatto, presidente da União das Comunidades Judaicas Italianas e estudioso que participou de inúmeros encontros nacionais e internacionais sobre os temas da cultura judaica, tendo publicado numerosas obras. A entrevista é de Iaia Vantaggiato, publicada no jornal Il Manifesto, 03-03-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis a entrevista.
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Bento XVI em livro: judeus não têm culpa pela morte de Cristo
O Globo online (02/03/2011): Bento XVI em livro: judeus não têm culpa pela morte de Cristo: Em novo livro, o Papa Bento XVI exime pessoalmente os judeus das acusações de que foram responsáveis pela morte de Jesus Cristo, repudiando o conceito de culpa coletiva que tem assombrado há séculos as relações entre cristãos e judeus. >>> Leia mais, clique aqui.
