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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Polêmica na Alemanha: Pato Donald e Hitler juntos em HQ Disney

Publishnews (25/08/2010): Polêmica na Alemanha: Pato Donald e Hitler juntos em HQ Disney: Universo HQ - 23/08/2010 - Por Marcus Ramone. O ex-ditador nazista Adolf Hitler é hoje uma figura tabu na Alemanha. No final da semana passada, um novo episódio envolvendo a imagem do Führer ganhou proporção negativa no país. Desta vez, os quadrinhos Disney estão no olho do furacão. Tudo começou quando um jovem de 15 anos, folheando o gibi Lustiges Taschenbuch # 370 - publicado pela editora Egmont Ehapa Verlag e lançado na Alemanha no dia 6 de novembro de 2007 -, encontrou em alguns quadrinhos da história Die Superschurkenschule (A Escola de Supervilões) um personagem com as feições e postura de Hitler. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 16 de maio de 2010

Exposição mostra raízes judaicas da história em quadrinhos

Deutsche Welle (14/05/2010): Exposição mostra raízes judaicas da história em quadrinhos: Museu Judaico, em Berlim, conta a história dos quadrinhos e desvenda ligação da indústria com as tradições judaicas, do Super-Homem e o Incrível Hulk à revista Mad. >>> Leia mais, clique aqui.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Maus de Art Spiegelman: uma outra história da Shoah

Maus de Art Spiegelman: uma outra história da Shoah

Fabiano Andrade Curi

Dissertação de mestrado em Teoria e História Literária (UNICAMP)

Data da defesa: 20/03/2009.

Resumo: Este texto tem o objetivo de apresentar a obra Maus, de Art Spiegelman, como uma nova forma de transmissão dos traumas da Shoah. Com a proximidade do fim das gerações de sobreviventes, as atenções se voltam para produção daqueles que tiveram contato indireto com a tentativa de aniquilamento de judeus nos campos de extermínio nazistas. Nesse grupo encontra-se o autor da obra que analisamos com um livro no formato de quadrinhos absolutamente inovador não só entre os testemunhos, mas também entre os próprios quadrinhos. A composição de textos e desenhos feita por Spiegelman enfrenta as mesmas limitações de outras obras de testemunhos diretos ou indiretos ao tentar narrar o que não se narra, mas traz elementos bastante interessantes na representação artística da memória, como a adequação dos relatos ao espaço dos quadros, as feições antropomórficas dos personagens e toda a discussão sobre a obra dentro dela mesma. Além disso, Maus traz uma série de experiências nesse tipo de literatura ao justapor a história de sobrevivente de Auschwitz narrada pelo pai com a sua própria vida de filho de sobrevivente com as difíceis implicações dessa situação. Dessa forma, Spiegelman trabalha em diferentes níveis de narrativa, alternando e relacionado biografia e autobiografia.