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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Colega de Anne Frank conta os horrores que viveu na II Guerra Mundial



TV Globo – Fantástico (26/08/2012): Colega de Anne Frank conta os horrores que viveu na II Guerra Mundial: O programa Fantástico entrevistou, em sua edição de 26 de agosto, Nanette Konig, ex-colega de escola de Anne Frank, que vive em São Paulo. Nanette conta sobre sua amizade com Anne, relata como foi o encontro de ambas no campo de extermínio de Bergen-Belsen e mostra o museu pessoal que montou para explicar à família o que ocorreu durante o Holocausto. O programa mostra ainda Theo Coster, também ex-colega de Anne e autor do livro “Os colegas de Anne Frank - O reencontro dos sobreviventes do liceu judaico“ (Ed. Objetiva), que reuniu na Holanda cinco ex-colegas de escola de Anne Frank para homenageá-la. >>> Veja mais, clique aqui.

domingo, 12 de agosto de 2012

Entrevista com o rabino Nilton Bonder: “A vida não é sobre nós”


Revista Lola Magazine (Lola, edição de agosto de 2012): “A vida não é sobre nós”: Em entrevista a Clarice Niskier o rabino Nilton Bonder diz que o fundamento da vida é participar dela – não tentar ser protagonista.>>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Anne-Marie Slaughter: 'Credibilidade do Brasil ajudará diálogo com Irã', diz analista

Estadão (18/02/2012): Anne-Marie Slaughter: 'Credibilidade do Brasil ajudará diálogo com Irã', diz analista: Em 2010, quando o acordo turco-brasileiro foi rejeitado pelos EUA e demais grandes potências, Anne-Marie Slaughter ocupava um posto-chave na diplomacia americana: no Departamento de Estado, era a diretora de planejamento político, espécie de centro de reflexão e debate dentro da Chancelaria americana. Hoje, a professora de Princeton - e uma das vozes mais influentes tanto em think-tanks quanto nos corredores do poder de Washington - quer o Brasil de volta à mesa de negociação com o Irã. >>> Leia mais, clique aqui.


Veja mais:

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Roda Viva (Amos Oz - 02/01/2012)

Roda Viva (Amos Oz - 02/01/2012): No centro do Roda Viva, escritor israelense fala sobre sua infância, o título de pacifista e o conflito no Oriente Médio. >>> Veja o vídeo, clique aqui.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

“A Europa é cruel e cínica”. Entrevista com Sami Naïr, sociólogo

IHU (12/09/2011): “A Europa é cruel e cínica”. Entrevista com Sami Naïr, sociólogo: A primavera surpreendeu em janeiro os próprios países árabes e o resto da comunidade internacional. Caíram ferozes e vetustas ditaduras. Outras seguem cambaleando. Desde então, os intelectuais tentam explicar como será a configuração do tabuleiro internacional. Segundo e especialista francês Sami Naïr, o futuro é incerto. Mas enquanto a OTAN intervier na região seguirão surgindo respostas neocolonialistas. Naïr, filósofo e sociólogo com raízes argelinas, é da opinião de que os Capacetes Azuis da ONU – e não as tropas da aliança transatlântica – deveriam ser os encarregados de proteger a transição democrática na península arábica. Com dezenas de obras publicadas, Naïr trabalhou junto com Simone de Beauvoir na direção da revista Les Temps Modernes. Em 1997, foi Delegado Interministerial para o Codesenvolvimento e as Migrações Internacionais, quando o socialista Lionel Jospin era o primeiro ministro francês. De 1999 a 2004 foi eurodeputado e atualmente é colunista de vários jornais franceses e do El País, da Espanha. De visita a Buenos Aires para participar do Colóquio Internacional sobre as Revoluções Árabes e a Nova Geopolítica Mundial, pelo Le Monde Diplomatique, Naïr conversou com o Página/12. A entrevista é de Luciana Bertoia e está publicada no jornal argentino Página/12, 09-09-2011. A tradução é do Cepat. Eis a entrevista.

terça-feira, 26 de julho de 2011

“O campo não foi inventado pelos nazistas. Eles só levaram a suas últimas consequências a figura política da exceção”. Entrevista especial com Castor

IHU (26/07/2011): “O campo não foi inventado pelos nazistas. Eles só levaram a suas últimas consequências a figura política da exceção”. Entrevista especial com Castor Ruiz: Projetada internacionalmente a partir de O Homo Sacer: O poder soberano e a vida nua, a obra do filósofo italiano Giorgio Agamben analisa várias figuras políticas clássicas, em especial a do conceito de estado de exceção e suas implicações biopolíticas. “A primeira tese que Agamben propõe é a intrínseca e sutil conexão que existe entre a vida humana e a política desde suas origens. Tal cumplicidade é manifesta no direito que desde seus começos mantém uma paradoxal relação com a vida humana à qual pretende defender, ameaçando-a”. A explicação é do filósofo Castor Ruiz, espanhol radicado no Brasil e docente da Unisinos. De 15 de agosto a 24 de outubro, ele ministrará o curso Giorgio Agamben: “O Homo Sacer I, II, III. A exceção jurídica e o governo da vida humana”, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos em parceria com o Instituto Humanitas Unisinos – IHU. A programação pode ser conferida aqui. Para adiantar alguns dos aspectos sobre essa atividade e a respeito da filosofia de Agamben, a IHU On-Line entrevistou Castor, que falou diretamente da Universidade de Jaume I, na Espanha, onde ministra um curso de verão. Segundo Castor, “o homo sacer é a vida desprovida do direito: excluída da lei que a proteja, encontra-se abandonada. Fora do direito a vida perambula na condição de abandono o que a condena a viver na condição de bando. O direito não pode condenar a vida abandonada, mas também não a protege. O homo sacer não pode ser legalmente condenado, mas pode ser impunemente morto. Por isso é pura vida nua. Uma vida que pode ser sacrificada, morta, explorada, sem que nenhum direito a proteja”. E completa: “O campo é o espaço onde a exceção é a norma. A vida que, de uma ou outra forma, se encontra no campo é uma vida regida pelo arbítrio da exceção. O campo não foi inventado pelos nazistas. Eles só levaram a suas últimas consequências a figura política da exceção e do campo inventada pelo Estado moderno para fazer valer em sua plenitude a vontade soberana do estado de exceção”. Em seu ponto de vista, “os porões de todas as ditaduras, incluída a do Brasil, são os novos campos em que a vontade dos torturadores se torna soberana e a exceção é a norma que se aplica sobre os detentos”. Professor dos cursos de graduação e pós-graduação em Filosofia da Unisinos, Castor Ruiz é graduado em Filosofia pela Universidade de Comillas, na Espanha, mestre em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, e doutor em Filosofia pela Universidade de Deusto, Espanha. É pós-doutor pelo Conselho Superior de Investigações Científicas. Escreveu inúmeras obras, das quais destacamos: As encruzilhadas do humanismo. A subjetividade e alteridade ante os dilemas do poder ético (Petrópolis: Vozes, 2006); Propiedad o alteridad, un dilema de los derechos humanos (Bilbao: Universidad de Deusto, 2006); Os Labirintos do Poder. O poder (do) simbólico e os modos de subjetivação (Porto Alegre: Escritos, 2004) e Os Paradoxos do imaginário (São Leopoldo: Unisinos, 2003). Leia, ainda, o livro eletrônico do XI Simpósio Internacional IHU: o (des) governo biopolítico da vida humana, no qual Castor contribui com o artigo A exceção jurídica na biopolítica moderna, disponível em http://bit.ly/a88wnF. Confira a entrevista. >>> Leia mais, clique aqui.