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- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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domingo, 1 de abril de 2012
Gustavo Chacra: A Primavera Árabe virou Campeonato Paulista
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
As novas condições estratégicas no Oriente Médio (parte 1)
Carta Maior (22/02/2012): As novas condições estratégicas no Oriente Médio: É comum que se escreva, sempre com algum exagero, que os últimos acontecimentos – sejam de qualquer natureza – mudaram as relações internacionais e as condições estratégicas regionais e/ou globais. Neste início de 2012, contudo, uma visão de conjunto do Oriente Médio/Ásia Central nos mostra que o equilíbrio conseguido com grande esforço depois do fim da Guerra Fria, em 1991, desmoronou. O artigo é do Prof. Dr. Francisco Carlos Teixeira da Silva, Prof. Titular de História Moderna e Contemporânea/IH/UFRJ. >>> Leia mais, clique aqui.
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- Primavera Árabe de 2012: mais tempestades do que flores (pelo Prof. Dr. Mohamed Habib/UNICAMP)
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Síria vira palco de duas Guerras Frias (EUA x Rússia e Irã x Arábia Saudita)
Estadão / Gustavo Chacra (06/02/2012): Síria vira palco de duas Guerras Frias (EUA x Rússia e Irã x Arábia Saudita): Sem a ONU, duas idéias paralelas passam a competir para lidar com a crise na Síria. De um lado, está o bloco dos EUA, França, Reino Unido, países do Golfo Pérsico e Turquia. Eles passarão a armar a oposição, isolar cada vez mais o regime através de medidas como o fechamento da embaixada americana em Damasco hoje e, em breve, reconhecimento da oposição como o governo sírio no exílio, provavelmente com sede em Istambul. (...) Independentemente de quem suceder, eu mantenho a previsão de que a Síria terá meses ou mesmo anos de guerra civil de caráter sectário, com a morte de milhares de pessoas. No fim, como no Líbano, Bósnia ou Iraque, haverá um acerto de divisão sectária de poder em uma democracia frágil. E, mais importante, os olhos do mundo, quando isso acontecer, já estarão na Jordânia. >>> Leia mais, clique aqui.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
''Os islâmicos nos dão medo, mas venceram as eleições''
IHU (25/01/2012): Egito: ''Os islâmicos nos dão medo, mas venceram as eleições'': No dia da primeira sessão do novo parlamento do período pós-Mubarak, fala o porta-voz da Igreja Católica no Egito. A reportagem é do sítio Vatican Insider, 24-01-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Problemas do Egito
Estadão / Visão Global (20/01/2012): Problemas do Egito (por Thomas L.Friedman): Estou sentado na sede de campanha de Abdel Moneim Aboul Fotouh, médico que se separou da Irmandade Muçulmana para candidatar-se à presidência do Egito e tem uma agenda reformadora. Enquanto sua equipe – três jovens profissionais que trabalham voluntariamente – falava-me sobre sua estratégia, um pensamento veio à minha mente: na última semana eu me reuni com egípcios jovens, interessantes e de todas as convicções políticas mais do que nos últimos 30 anos. Não é coincidência. O Egito sob o regime de Hosni Mubarak era um país onde havia apenas uma única pessoa com quem falar, uma pessoa que tinha o poder de decidir. Todo o resto estava apenas esperando por Godot. E as conversas eram todas de cima para baixo. >>> Leia mais, clique aqui.
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- Primavera Árabe de 2012: mais tempestades do que flores (pelo Prof. Dr. Mohamed Habib/UNICAMP)
- Os liberais do Mediterrâneo e os conservadores Golfo na batalha pelo mundo árabe
- Façam como Israel e entendam que não existe solução para a crise na Síria (por Gustavo Chacra)
- Sanções ao Irã (e a qualquer país) não adiantam (por Gustavo Chacra)
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Os liberais do Mediterrâneo e os conservadores Golfo na batalha pelo mundo árabe
Estadão (12/01/2012): Os liberais do Mediterrâneo e os conservadores Golfo na batalha pelo mundo árabe (por Gustavo Chacra): Já escrevi algumas vezes aqui que existe uma Guerra Fria entre a Arábia Saudita e o Irã no Oriente Médio. Isso não é mais novidade para ninguém, assim como os campos de batalha são o Líbano, a Síria, o Iraque e a Palestina. Porém também existe um conflito cada vez maior entre o Mediterrâneo Árabe e o Golfo Árabe. Esta batalha tem tanto um viés político, como também cultural, social e econômico. E, caso a democracia vingue no Egito e na Tunísia, pode se agravar ainda mais no longo prazo. De um lado, estão as monarquias absolutistas do Golfo, como o Qatar, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes e o Kuwait. No campo político, são aliados dos Estados Unidos e não possuem problemas diretamente relacionados a Israel. Na economia, são produtores de petróleo trilionários que aos poucos diversificam a economia. Na cultura, tentam comprar a educação e os museus do Ocidente, literalmente atraindo instituições americanas e européias para as suas capitais. Atrasadas, estas sociedades do golfo beiram o islamofascismo, além de tratarem as mulheres de uma forma medieval. Não produzem escritores, cineastas e acadêmicos. Nem tentem colocar estas profissões no gênero feminino. No passado, já lancei o desafio para citarem uma cineasta saudita. >>> Leia mais, clique aqui.
sábado, 3 de dezembro de 2011
O despertar árabe e Israel
Estadão / Radar Global (01/12/2011): O despertar árabe e Israel (Thomas L. Friedman): Israel enfrenta o maior desgaste de sua situação estratégica desde sua fundação. Hostilizado por seu antigo aliado, a Turquia, suspeita que o Irã, seu arqui-inimigo, esteja desenvolvendo a bomba nuclear. Os dois países mais fortes com os quais tem fronteiras – Síria e Egito – estão mergulhados na revolução. Os dois vizinhos mais fracos – Gaza e o Líbano – são controlados pelo Hamas e pelo Hezbollah. >>> Leia mais, clique aqui.