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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 18 de novembro de 2012

Israel e Hamas rumam para conflito inútil em Gaza



Gustavo Chacra (Estadão, em 15/11/2012): Israel e Hamas rumam para conflito inútil em Gaza: Faz quatro anos que Israel lançou uma ampla operação na Faixa de Gaza para tentar conter o lançamento de foguetes do Hamas e outras organizações palestinas contra o sul do território israelense. Depois de três semanas de bombardeios e invasão terrestre, cerca de 1.300 palestinos e 13 israelenses morreram. (...) Agora, o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, cogita levar adiante uma nova ofensiva para conter o lançamento de foguetes. Obviamente, é uma repetição do cenário da virada do ano de 2008 para 2009. O resultado tende a ser parecido, com o agravante de o Hamas ter alguns foguetes com capacidade de atingir Tel Aviv e aumentar as baixas israelenses. (...) Neste momento, os israelenses possuem problemas mais graves. Primeiro, a guerra civil na Síria. Bashar al Assad e seu pai Hafez mantiveram a segurança nas colinas do Golã por mais de 30 anos. Esta estabilidade acabou. O aliado rei Abdullah da Jordânia corre o risco de cair em protestos pró-democracia. O Sinai aos poucos se transforma em um oásis de militantes de organizações inspiradas pela Al Qaeda. O Hezbollah, no Líbano, ainda é a mais poderosa milícia do mundo. Para completar, há a questão iraniana. Já o Hamas demonstra mais uma vez uma inabilidade total. Consegue, como sempre, deteriorar a imagem dos palestinos. (...) A Cisjordânia, com todos os seus problemas, evoluiu bastante ao longo dos últimos quatro anos. Gaza regrediu na história. Se os palestinos quiserem ter um Estado, devem se inspirar em Ramallah, não em Gaza. >>> Leia mais, clique aqui.

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quarta-feira, 25 de março de 2009

Relatos de soldados sobre morte deliberada de civis em Gaza são falsos, diz jornal

FSP (25/03/2009)


Crítica externa não tem eco em israelenses


TOBIAS BUCK

DO "FINANCIAL TIMES"


Abalada por novas acusações de violações durante o conflito em Gaza, a imagem de Israel cai de forma inédita no exterior -onde as alegações de que soldados cometeram "assassinatos a sangue frio" na operação voltaram a resultar em apelos por um tribunal de crimes de guerra da ONU.


Em Israel, porém, a resposta às alegações é contida e defensiva. Embora funcionários do governo tenham prometido investigá-las, ministros insistiram em que não houve nada de errado na conduta do Exército durante a ofensiva de três semanas encerrada em janeiro.


Gabi Ashkenazi, chefe de Estado-Maior das forças de defesa de Israel, foi o primeiro a se pronunciar, alegando que o país tinha "o Exército mais humano do mundo". Para analistas, a alegação reflete o sentimento mais amplo na sociedade.


Tamir Sheafer, professor de ciências políticas na Universidade Hebraica de Jerusalém, diz que as acusações de abusos em larga escala não parecem "ter muito efeito sobre o público". "Durante a guerra já havia relatos sobre muitas vítimas entre civis palestinos. Mesmo então não houve grande resposta do público. A sensação era a de que "eles mereceram"." O entusiasmo e o apoio à guerra em Israel enfraqueceram desde então, mas isso reflete em parte o fato de que a operação não cumpriu seus objetivos. O Hamas, o grupo islâmico que governa Gaza, sobreviveu quase incólume ao conflito, e ataques com foguetes ainda atingem cidades no sul de Israel.


Exército do povo

No entanto, críticas ao Exército propriamente dito continuam raras, a despeito da série de relatórios críticos divulgados nos últimos dias. Na semana passada, jornais israelenses publicaram depoimentos de soldados sobre disparos contra civis desarmados. Anteontem, um relatório de um painel de direitos humanos da ONU trazia alegações como a de que soldados israelenses usaram civis palestinos como escudos humanos.


Alguns comentaristas de esquerda em Israel se uniram às críticas. Em artigo no "Haaretz", Gideon Levy afirmou nesta semana que "as forças de Israel há muito deixaram de ser um Exército de "valores".


Mas essa opinião continua a ser minoritária. Como explica Sheafer, o lugar único que o Exército de Israel ocupa na sociedade torna difícil aos cidadãos do país encará-lo de forma crítica. "As forças de Israel são o Exército do povo.


Todo mundo serve o Exército, todo mundo conhece alguém que está servindo o Exército. Não que os israelenses não creiam nos depoimentos dos soldados, mas acham que se trate de incidentes isolados." A crescente condenação internacional não passou despercebida. Mas a opinião que ganha terreno no país é a de que a situação se deve, sobretudo, a uma falha de relações públicas.



O Globo, Mundo, pág25, em 25/03/2009.


Trabalhistas se unem a Likud em Israel


Ehud Barak faz acordo com conservadores e se mantém ministro. Mas seu partido entra rachado

Renata Malkes Especial para O GLOBO


JERUSALÉM. Numa votação apertada, o comitê central do Partido Trabalhista, do ministro da Defesa, Ehud Barak, decidiu apoiar a coalizão formada pelo conservador Benjamin Netanyahu, do direitista Likud. Barak cedeu às investidas do próximo premier israelense e fechou um acordo às pressas na madrugada de ontem, numa barganha política que assegurou sua permanência na pasta da Defesa no próximo governo.


Sete de 13 deputados são contra aliança com Likud O anúncio rachou os trabalhistas e pôs em cheque a credibilidade de Barak, acusado de estar agindo de acordo com seus próprios interesses ao aliar-se a um governo de orientação nacionalista e religiosa.


Enquanto alguns analistas acreditam que a entrada dos 13 deputados trabalhistas na coalizão deve equilibrar o governo Netanyahu, além de amenizar o impacto de uma administração linhadura nas relações com a Casa Branca e os palestinos, muitos duvidam da estabilidade e até mesmo da longevidade do novo governo de Israel.


Com a entrada dos trabalhistas, Netanyahu conseguiu obter uma bancada majoritária de 66 dos 120 deputados do Parlamento.


Em troca do apoio trabalhista, Netanyahu ofereceu ao partido a pasta da Defesa, além de outras quatro pastas ministeriais, dois cargos de vice-ministro e a chefia da disputada comissão de Defesa e Assuntos Externos do Parlamento, numa negociação considerada “escandalosa” pela imprensa local.


Diante da oposição interna ao acordo, Barak levou a proposta à votação e venceu com 680 votos a favor e 570 contra. Além de enfrentar a opinião pública, Barak terá de administrar a insatisfação dentro do partido, já que pelo menos sete dos 13 deputados trabalhistas são contra a aliança com o Likud.


— Quem acha que é mais inteligente reconstruir o Partido Trabalhista como uma quinta força política, na oposição, e não como um contrapeso às partes conservadoras do governo na coalizão, não sabe o que está falando. Não tenho medo de Netanyahu e não estou em busca de interesses pessoais, mas do que é certo para Israel — justificou Barak.


Com o centrista Kadima, de Tzipi Livni, isolado na oposição, a parceria inusitada caiu como uma bomba na já conturbada política do país. No Likud, houve um clima de frustração entre muitos deputados conservadores, que ainda sonhavam com uma cadeira de ministro no próximo governo. Nas alas mais tradicionais do social-democrata Partido Trabalhista, Barak foi vaiado e a confiança na legenda, que já andava baixa, conforme mostrou o mau resultado nas urnas, desmoronou.


— É a maior vergonha da História.


Se estivesse hoje na ativa, não poderia digerir isso. Barak não pleiteou anular os pedidos do partido ortodoxo sefardita Shas por dinheiro, por exemplo. Só pensou no próprio preço pessoal, em manterse no caso — disparou a ex-deputada trabalhista Yael Dayan.


Além da rivalidade entre blocos ideológicos antagônicos e da desconfiança internacional, Netanyahu terá de enfrentar ainda a crise econômica.


Segundo cálculos iniciais, somente as barganhas políticas para formar a base governista e atender às demandas de cada parceiro de coalizão vão custar aos cofres públicos 6,5 bilhões de shekels (cerca de US$ 1,6 bilhão) em verbas exigidas por partidos como o Shas e outros blocos religiosos em troca do apoio ao Likud.

Conflito no maior município árabe de Israel No norte do país, preocupados com a guerra de nervos da batalha política, cerca de 100 militantes da extrema-direita fizeram uma marcha nacionalista na cidade de Um el-Fahem, o maior município árabe do país.


Munidos de bandeiras de Israel, os manifestantes foram recebidos a pedradas pela população local. Houve violentos choques e 2.500 policiais foram acionados, usando jatos d’água e bombas de gás lacrimogêneo para dispersar a multidão.


Pelo menos 28 pessoas ficaram feridas.


ROTA MINADA

AS FORÇAS Armadas de Israel enfrentam graves acusações de crimes de guerra em Gaza por parte de representantes da ONU e defensores dos direitos humanos.


ALGUMAS DAS denúncias sobre assassinatos de civis palestinos são de soldados israelenses.


NÃO PODE restar dúvida sobre a disposição dos líderes israelenses de investigar a fundo e com firmeza os episódios.

AS FORÇAS da única democracia no Oriente Médio não podem se nivelar a bandos de terroristas que atuam na região.



FSP online (25/03/2009)



JB (25/03/2009)


Estadão (25/03/2009)


Último Segundo (25/03/2009)


Correio Braziliense (25/03/2009)


Zero Hora (25/03/2009)


Cinema (25/03/2009)

  • Assista ao trailer do filme 'Z32': Documentário de Avi Mograbi sobre a difícil entrevista com um soldado israelense que participou da morte de dois palestinos. Ele não quer mostrar seu rosto e discute os métodos do cineasta.


G1 (25/03/2009)


De Olho na Mídia (25/03/2009)


Zenit (25/03/2009)


BBC Brasil (24/03/2009)


Gazeta do Povo (24/03/2009)


Pletz (24/03/2009)


Jornal Nacional (24/03/2009)


Em Cima da Hora (24/03/2009)


Jornal Hoje (24/03/2009)


El Reloj (25/03/2009)


El País (25/03/2009)


Iton Gadol (25/03/2009)


JTA (25/03/2009)


Aurora (25/03/2009)


Haaretz (25/03/2009)


Ynet (25/03/2009)


Jpost (25/03/2009)


Infomedio (24/03/2009)


La Vanguardia (24/03/2009)


Israel Politik (24/03/2009)


Veja mais:

24/03/2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

A última contra Israel...

Reinaldo Azevedo (23/03/2009)


É CHEGADA A HORA DE O MUNDO ÁRABE AJUDAR OS PALESTINOS EM VEZ DE APENAS USÁ-LOS CONTRA ISRAEL


No dia 18, Nonie Darwish escreveu um artigo no The Wall Street Journal (aqui, em inglês) que merece ser lido com toda a atenção. Nonie é egípcia e fundou a organização “Arabs for Israel”, destinada, segundo diz, a promover a paz entre os dois lados. É escritora, jornalista e polemista. Seu livro mais famoso é “Now they call me infidel” (Agora eles me chamam infiel) e tem um subtítulo tão longo quanto revelador: “por que renunciei à jihad e preferi a América, Israel e a guerra contra o terror”. É também autora de “Cruel and Usual Punishment”. Em seu texto no WSJ, toca em algumas questões que, parece-me, são centrais nos embates do Oriente Médio, embora ignoradas pela imprensa ocidental, que costuma ser generosa com o lobby do Hamas. Faço uma tradução comentada de seu artigo nas linhas que seguem.


Nonie lembra que a imprensa costuma atribuir apenas a Israel a responsabilidade pelas deploráveis condições de vida dos palestinos de Gaza. E escreve: elas decorrem de 60 anos de uma política dos países árabes que exige que os palestinos sejam considerados “refugiados” — porque, assim, podem ser usados — manipulados mesmo — para combater Israel. Ela conhece bem a situação. Morou em Gaza nos anos 1950. Seu pai comandava as operações contra Israel naquela área e contava com o sacrifício dos “martires” palestinos. Gaza ainda era a fronteira da luta contra Israel — depois ela se expandiu muito. Em 1956, ele foi morto pelas forças israelenses.


Foi naqueles anos, diz, que a Liga Árabe deu início à sua política para os “refugiados palestinos”. ATENÇÃO, LEITORES. NESTE PONTO, A ARGUMENTAÇÃO DE NONIE É REALMENTE PODEROSA.


1 - Os países árabes começaram a aprovar leis que tornavam impossível a integração dos refugiados palestinos da guerra de 1948 contra Israel;

2 – os filhos dos palestinos nascidos em países árabes e que neles viveram a vida inteira não têm direito à nacionalidade;
3 – cônjuges palestinos de cidadãos de outros países árabes continuam a ser, pasmem!, “refugiados” — estão proibidos de se naturalizar;

4 – esses “refugiados” têm de se lembrar que são “palestinos”, ainda que jamais tenham posto os pés em Gaza ou na Cisjordânia. Sessenta anos! Há "palestinos" em países árabes, sem direito à cidadania, que já são avós. Seus netos, duas gerações à frente, continuam "palestinos" — e isso quer dizer que estão privados dos direitos dos demais nativos.


Diga aí, leitor: você se lembra de algum país ocidental — até mesmo a Itália do demonizado Berlusconi — em que as leis de imigração sejam tão duras? Mas que se note: ELAS SÃO ESPECIALMENTE DURAS PARA OS PALESTINOS!!!

É evidente que essa política que força a identidade condena essa gente toda à miséria, eternizando nos campos. Nonie lembra que o Comissariado da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), financiado pelos países árabes, estimula uma alta taxa de natalidade entre os "refugiados". E rememora uma frase de Yasser Arafat: o útero das mulheres palestinas é (era) a sua melhor arma.


O artigo de Nonie é demolidor. No momento em que os palestinos recebem US$ 4,5 bilhões de ajuda para reconstruir Gaza, ela lembra que um terço dos palestinos ainda vive em campos de refugiados. Por 60 anos, diz, os regimes árabes têm usado terroristas palestinos em sua luta contra Israel. Agora é a vez do Hamas, financiado pelo Irã. Enquanto seus líderes planejam ataques em seus bunkers, os civis ficam no fogo cruzado entre os terroristas e os soldados israelenses.


O resultado desses 60 anos de política árabe é a transformação de Gaza num grande campo de prisioneiros, de 1,5 milhão de pessoas. Tanto Israel como Egito temem a infiltração terrorista a partir da área, especialmente depois da chegada do Hamas ao poder, e mantêm fechadas suas fronteiras. Os palestinos de Gaza continuam a sofrer as conseqüências porque a região continua a abrigar os terroristas. Dois anos depois da saída dos israelenses, os atentados não cessaram. Em vez do processo de paz e da tentativa de criar os dois estados, o Hamas escolheu o confronto. Resultado: mísseis para os israelenses e miséria para os palestinos.

Nonie observa que o Hamas, fantoche do Irã, não é um perigo apenas para Israel, mas também para os palestinos e para os vizinhos árabes, que temem que o radicalismo islâmico crie instabilidade.


Os países árabes declaram seu amor pelo povo palestino, escreve Nonie, mas parecem mais interessados em sacrificá-los. Se eles realmente amam seus irmãos, deveriam pressionar o Hamas a parar com seus foguetes. Num prazo mais longo, o mundo árabe precisa pôr fim à política dos “refugiados palestinos” (com o objetivo de atingir Israel). Mais: é hora, segundo diz, de os 22 países árabes abrirem as suas fronteiras, aceitando os palestinos de Gaza que quiserem começar uma nova vida.


É, tempo, escreve a autora, de o mundo árabe realmente ajudar os palestinos, em vez de usá-los.



A última contra Israel...


Ah, sim.


Antes que comece a onda... Jornais brasileiros trazem hoje a informação publicada ontem pelo jornal israelense Haaretz, segundo a qual o Exército de Israel TERIA ordenado ataques também às equipes que socorriam feridos em Gaza.


Evidência? Um pesquisador do Centro Palestino de Direitos Humanos apresentou um papel, que diz ter encontrado na cada de um palestino, onde se lê, em hebraico: “Regra de engajamento: Abrir fogo também contra pessoal de socorro".


Vocês sabem: militares israelenses são estúpidos assim. Quando precisam dar uma ordem ilegal, eles a escrevem. Em breve, alguém encontrará uma outra mais ou menos nestes termos: “Matar velhas e crianças”. É o fim da picada!


Equipes de salvamento, como exceção, não como regra, foram atingidas. Dado o fato, cria-se, então, a motivação política. Tudo faria parte de uma decisão, de um ato deliberado. Alguns inocentes (será?) escrevem: "Ah, não acredita mais nem em notícia dada por jornal judeu?". Huuummm... O Haaretz tem seus radicais anti-Israel, acreditem. Mas nem é isso. Se o Ehud Barak dissesse que aquilo aconteceu, apresentando essa "prova", eu desconfiaria, entenderam? Uma papel escrito em hebraico é agora evidência contra as forças israelenses? Tenham paciência! E por que soldados sairiam a campo carregando a "ordem" no bolso?



Zero Hora (23/03/2009)

Israel atravessa uma fase extremamente difícil. A expressão “atravessa” é proposital, pois é o estado em que vive este pequeno país de 22,1 mil quilômetros quadrados, 1/13 da área do Rio Grande do Sul, e cerca de 7 milhões de habitantes.


Ontem, escapou de sofrer o que estava armado para ser um dos mais violentos atentados de sua existência.


Um carro estacionado perto de um shopping center em Haifa, porto no Mediterrâneo e sede de algumas importantes universidades, provocou suspeita. Estava carregado de bombas perto de explodirem. Domingo é dia normal de trabalho em Israel.


Ao mesmo tempo, há a ameaça do Irã. A posição dos líderes militares israelenses é a de que o país não poderá aceitar um Irã nuclear. Com 1,6 milhão de quilômetros quadrados e 71,2 milhões de habitantes, o Irã estaria próximo de testar sua primeira bomba atômica. E tem o compromisso público de tirar Israel do mapa. Israel, pela sua modesta extensão, não pode aceitar um primeiro ataque.


Existem ainda ameaças de guerra não-convencional, envolvendo o bem armado Hezbollah, xiita, libanês, e o Hamas, palestino, da Faixa de Gaza. E bem mais.


Tudo isto ocorre em meio ao recrudescimento do antissemitismo no mundo e enquanto o país vive o processo de formação do novo governo. Há muito pessimismo entre a população israelense.



Estadão (23/03/2009)


Correio Braziliense (23/03/2009)


FSP online (23/03/2009)


G1 (23/03/2009)


Último Segundo (23/03/2009)


UOL Internaiocnal / Mídia Global (23/03/2009)


Pletz (23/03/2009)


El País (23/03/2009)


La Vanguardia (23/03/2009)



Aurora (23/03/2009)


Ynet (23/03/2009)


Jpost (23/03/2009)


Haaretz (23/03/2009)


RSN (23/03/2009)


March 23, 2009

Part Five: Internet Jihad

By Kathy Shaidle


During the Islamic terror attack in Mumbai, India last year, tech-savvy terrorists used BlackBerries and Google Earth satellite-imaging to plan and carry out their atrocities.


Once again, the West's enemies were employing 21st century technology to spread its dangerous 8th century ideology. Since September 11, 2001, experts have been increasingly concerned about the rapid growth of the "internet jihad." (also read the rest of the series)


The SITE Intelligence Group monitors YouTube, which has become a favorite platform for the disseminate Islamist propaganda and terrorist how-to videos.


For example, a password-protected forum run by Fursan Ghazawat Alnusra ("Knights in Support of the Invasion") offered step-by-step instructions to radical Muslim sympathizers on how to post videos to YouTube. The same radical group has called for an "invasion of Facebook", the hugely popular social networking site.


Facebook and YouTube have strict terms of use allowing them to remove videos and sites that advocate violence, racism and the like. However, given that Facebook's membership is over 175 million and rising, constant monitoring is simply impossible. Banned users can set up replacement websites under false names. By stripping out trigger words like "terrorism" that will get their sites banned, they can outrun the YouTube and Facebook monitors a little longer. (continue to full article)



Spectator (22/03/2009)


RSF

*Obs: Contribuições de Etel S. Wengier e Gustavo Erlichman.


Veja mais:

22/03/2009

21/03/2009