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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 23 de março de 2009

A última contra Israel...

Reinaldo Azevedo (23/03/2009)


É CHEGADA A HORA DE O MUNDO ÁRABE AJUDAR OS PALESTINOS EM VEZ DE APENAS USÁ-LOS CONTRA ISRAEL


No dia 18, Nonie Darwish escreveu um artigo no The Wall Street Journal (aqui, em inglês) que merece ser lido com toda a atenção. Nonie é egípcia e fundou a organização “Arabs for Israel”, destinada, segundo diz, a promover a paz entre os dois lados. É escritora, jornalista e polemista. Seu livro mais famoso é “Now they call me infidel” (Agora eles me chamam infiel) e tem um subtítulo tão longo quanto revelador: “por que renunciei à jihad e preferi a América, Israel e a guerra contra o terror”. É também autora de “Cruel and Usual Punishment”. Em seu texto no WSJ, toca em algumas questões que, parece-me, são centrais nos embates do Oriente Médio, embora ignoradas pela imprensa ocidental, que costuma ser generosa com o lobby do Hamas. Faço uma tradução comentada de seu artigo nas linhas que seguem.


Nonie lembra que a imprensa costuma atribuir apenas a Israel a responsabilidade pelas deploráveis condições de vida dos palestinos de Gaza. E escreve: elas decorrem de 60 anos de uma política dos países árabes que exige que os palestinos sejam considerados “refugiados” — porque, assim, podem ser usados — manipulados mesmo — para combater Israel. Ela conhece bem a situação. Morou em Gaza nos anos 1950. Seu pai comandava as operações contra Israel naquela área e contava com o sacrifício dos “martires” palestinos. Gaza ainda era a fronteira da luta contra Israel — depois ela se expandiu muito. Em 1956, ele foi morto pelas forças israelenses.


Foi naqueles anos, diz, que a Liga Árabe deu início à sua política para os “refugiados palestinos”. ATENÇÃO, LEITORES. NESTE PONTO, A ARGUMENTAÇÃO DE NONIE É REALMENTE PODEROSA.


1 - Os países árabes começaram a aprovar leis que tornavam impossível a integração dos refugiados palestinos da guerra de 1948 contra Israel;

2 – os filhos dos palestinos nascidos em países árabes e que neles viveram a vida inteira não têm direito à nacionalidade;
3 – cônjuges palestinos de cidadãos de outros países árabes continuam a ser, pasmem!, “refugiados” — estão proibidos de se naturalizar;

4 – esses “refugiados” têm de se lembrar que são “palestinos”, ainda que jamais tenham posto os pés em Gaza ou na Cisjordânia. Sessenta anos! Há "palestinos" em países árabes, sem direito à cidadania, que já são avós. Seus netos, duas gerações à frente, continuam "palestinos" — e isso quer dizer que estão privados dos direitos dos demais nativos.


Diga aí, leitor: você se lembra de algum país ocidental — até mesmo a Itália do demonizado Berlusconi — em que as leis de imigração sejam tão duras? Mas que se note: ELAS SÃO ESPECIALMENTE DURAS PARA OS PALESTINOS!!!

É evidente que essa política que força a identidade condena essa gente toda à miséria, eternizando nos campos. Nonie lembra que o Comissariado da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), financiado pelos países árabes, estimula uma alta taxa de natalidade entre os "refugiados". E rememora uma frase de Yasser Arafat: o útero das mulheres palestinas é (era) a sua melhor arma.


O artigo de Nonie é demolidor. No momento em que os palestinos recebem US$ 4,5 bilhões de ajuda para reconstruir Gaza, ela lembra que um terço dos palestinos ainda vive em campos de refugiados. Por 60 anos, diz, os regimes árabes têm usado terroristas palestinos em sua luta contra Israel. Agora é a vez do Hamas, financiado pelo Irã. Enquanto seus líderes planejam ataques em seus bunkers, os civis ficam no fogo cruzado entre os terroristas e os soldados israelenses.


O resultado desses 60 anos de política árabe é a transformação de Gaza num grande campo de prisioneiros, de 1,5 milhão de pessoas. Tanto Israel como Egito temem a infiltração terrorista a partir da área, especialmente depois da chegada do Hamas ao poder, e mantêm fechadas suas fronteiras. Os palestinos de Gaza continuam a sofrer as conseqüências porque a região continua a abrigar os terroristas. Dois anos depois da saída dos israelenses, os atentados não cessaram. Em vez do processo de paz e da tentativa de criar os dois estados, o Hamas escolheu o confronto. Resultado: mísseis para os israelenses e miséria para os palestinos.

Nonie observa que o Hamas, fantoche do Irã, não é um perigo apenas para Israel, mas também para os palestinos e para os vizinhos árabes, que temem que o radicalismo islâmico crie instabilidade.


Os países árabes declaram seu amor pelo povo palestino, escreve Nonie, mas parecem mais interessados em sacrificá-los. Se eles realmente amam seus irmãos, deveriam pressionar o Hamas a parar com seus foguetes. Num prazo mais longo, o mundo árabe precisa pôr fim à política dos “refugiados palestinos” (com o objetivo de atingir Israel). Mais: é hora, segundo diz, de os 22 países árabes abrirem as suas fronteiras, aceitando os palestinos de Gaza que quiserem começar uma nova vida.


É, tempo, escreve a autora, de o mundo árabe realmente ajudar os palestinos, em vez de usá-los.



A última contra Israel...


Ah, sim.


Antes que comece a onda... Jornais brasileiros trazem hoje a informação publicada ontem pelo jornal israelense Haaretz, segundo a qual o Exército de Israel TERIA ordenado ataques também às equipes que socorriam feridos em Gaza.


Evidência? Um pesquisador do Centro Palestino de Direitos Humanos apresentou um papel, que diz ter encontrado na cada de um palestino, onde se lê, em hebraico: “Regra de engajamento: Abrir fogo também contra pessoal de socorro".


Vocês sabem: militares israelenses são estúpidos assim. Quando precisam dar uma ordem ilegal, eles a escrevem. Em breve, alguém encontrará uma outra mais ou menos nestes termos: “Matar velhas e crianças”. É o fim da picada!


Equipes de salvamento, como exceção, não como regra, foram atingidas. Dado o fato, cria-se, então, a motivação política. Tudo faria parte de uma decisão, de um ato deliberado. Alguns inocentes (será?) escrevem: "Ah, não acredita mais nem em notícia dada por jornal judeu?". Huuummm... O Haaretz tem seus radicais anti-Israel, acreditem. Mas nem é isso. Se o Ehud Barak dissesse que aquilo aconteceu, apresentando essa "prova", eu desconfiaria, entenderam? Uma papel escrito em hebraico é agora evidência contra as forças israelenses? Tenham paciência! E por que soldados sairiam a campo carregando a "ordem" no bolso?



Zero Hora (23/03/2009)

Israel atravessa uma fase extremamente difícil. A expressão “atravessa” é proposital, pois é o estado em que vive este pequeno país de 22,1 mil quilômetros quadrados, 1/13 da área do Rio Grande do Sul, e cerca de 7 milhões de habitantes.


Ontem, escapou de sofrer o que estava armado para ser um dos mais violentos atentados de sua existência.


Um carro estacionado perto de um shopping center em Haifa, porto no Mediterrâneo e sede de algumas importantes universidades, provocou suspeita. Estava carregado de bombas perto de explodirem. Domingo é dia normal de trabalho em Israel.


Ao mesmo tempo, há a ameaça do Irã. A posição dos líderes militares israelenses é a de que o país não poderá aceitar um Irã nuclear. Com 1,6 milhão de quilômetros quadrados e 71,2 milhões de habitantes, o Irã estaria próximo de testar sua primeira bomba atômica. E tem o compromisso público de tirar Israel do mapa. Israel, pela sua modesta extensão, não pode aceitar um primeiro ataque.


Existem ainda ameaças de guerra não-convencional, envolvendo o bem armado Hezbollah, xiita, libanês, e o Hamas, palestino, da Faixa de Gaza. E bem mais.


Tudo isto ocorre em meio ao recrudescimento do antissemitismo no mundo e enquanto o país vive o processo de formação do novo governo. Há muito pessimismo entre a população israelense.



Estadão (23/03/2009)


Correio Braziliense (23/03/2009)


FSP online (23/03/2009)


G1 (23/03/2009)


Último Segundo (23/03/2009)


UOL Internaiocnal / Mídia Global (23/03/2009)


Pletz (23/03/2009)


El País (23/03/2009)


La Vanguardia (23/03/2009)



Aurora (23/03/2009)


Ynet (23/03/2009)


Jpost (23/03/2009)


Haaretz (23/03/2009)


RSN (23/03/2009)


March 23, 2009

Part Five: Internet Jihad

By Kathy Shaidle


During the Islamic terror attack in Mumbai, India last year, tech-savvy terrorists used BlackBerries and Google Earth satellite-imaging to plan and carry out their atrocities.


Once again, the West's enemies were employing 21st century technology to spread its dangerous 8th century ideology. Since September 11, 2001, experts have been increasingly concerned about the rapid growth of the "internet jihad." (also read the rest of the series)


The SITE Intelligence Group monitors YouTube, which has become a favorite platform for the disseminate Islamist propaganda and terrorist how-to videos.


For example, a password-protected forum run by Fursan Ghazawat Alnusra ("Knights in Support of the Invasion") offered step-by-step instructions to radical Muslim sympathizers on how to post videos to YouTube. The same radical group has called for an "invasion of Facebook", the hugely popular social networking site.


Facebook and YouTube have strict terms of use allowing them to remove videos and sites that advocate violence, racism and the like. However, given that Facebook's membership is over 175 million and rising, constant monitoring is simply impossible. Banned users can set up replacement websites under false names. By stripping out trigger words like "terrorism" that will get their sites banned, they can outrun the YouTube and Facebook monitors a little longer. (continue to full article)



Spectator (22/03/2009)


RSF

*Obs: Contribuições de Etel S. Wengier e Gustavo Erlichman.


Veja mais:

22/03/2009

21/03/2009

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