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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Vídeo: Dilma participa na Bahia de homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Youtube: Dilma participa na Bahia de homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: Salvador (BA), da cerimônia do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. No discurso, a presidenta destacou a escolha de Salvador para a realização do evento por possuir a maior população de afro-descendentes fora da África, além de ter sido palco de lutas históricas, como a própria abolição da escravatura. Dilma reafirmou o compromisso de jamais nos omitirmos (nem nos silenciarmos) diante de massacres como o Holocausto. A presidenta lembrou que o Brasil é signatário de todos os tratados internacionais de combate à discriminação. A presidenta apoiou ainda a construção de uma nova sinagoga em Salvador, com o objetivo de aumentar e socializar ainda mais a cultura judaica no local. >>> Veja o vídeo, clique aqui.


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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: o tema de 2012 são as “Crianças e o Holocausto”

Rádio ONU (27/01/2012): ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: Data, 27 de janeiro, lembra a libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia; tema deste ano são as “Crianças e o Holocausto”. Alunos de todo o mundo vão poder aprender mais sobre as histórias dos sobreviventes do Holocausto com uma nova plataforma online, lançada pelas Nações Unidas. O lançamento coincide com o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, marcado neste 27 de janeiro. A base de dados foi organizada em parceria com o Instituto Shoa, do diretor de cinema Steven Spielberg. Com o aplicativo, IWitness, poderão ser acessados testemunhos de cerca de mil sobreviventes do genocídio praticado pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O projeto também tem o apoio da Universidade do Sul da Califórnia. >>> Leia mais, clique aqui.


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domingo, 25 de dezembro de 2011

ONU aprova norma contra a intolerância religiosa

IHU (22/12/2011): ONU aprova norma contra a intolerância religiosa: Com a sua opção por um meio termo, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou por consenso uma norma em que se apela aos governos mundiais que combatam todos os sinais de intolerância religiosa. A ONU descartou o texto proposto pelo bloco muçulmano, que preferia uma condenação da "difamação religiosa". De acordo com seus críticos no Ocidente, essa terminologia justificaria a "lei da blasfêmia", que permite condenar à morte no Islã aqueles que insultam o Alcorão ou Maomé. A reportagem é de Francisco de Andrés, publicada no sítio ABC, 21-12-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A política externa brasileira e a questão palestina: análise da imprensa e da diplomacia no período de 1945-1951

A política externa brasileira e a questão palestina: análise da imprensa e da diplomacia no período de 1945-1951

André Luís Gonzaga

Dissertação de mestrado em História (UNESP)

Data de defesa: 2008

Resumo: O objetivo da pesquisa foi analisar a participação do Brasil na questão da partilha da Palestina, no âmbito da ONU, pela perspectiva dos jornais O Estado de S. Paulo e Correio da Manhã, apoiado em fontes conservadas no Arquivo Histórico do Itamaraty e no CPDOC, abrangendo o período de 1945-1951. A política externa brasileira buscava aumentar a representatividade do Brasil na nova ordem geopolítica formada após a Segunda Grande Guerra. Por isso, apoiava as propostas norte-americanas nas Nações Unidas. Inclusive o voto brasileiro a favor da partilha da Palestina, na ONU, foi entendido como resultado do alinhamento aos EUA. Os jornais O Estado de S. Paulo e Correio da Manhã deram atenção especial para a questão Palestina. Enquanto que o jornal paulista demonstrava apreço pela posição israelense, uma vez que havia sido decidido de maneira democrática pela ONU a criação do novo Estado, o jornal carioca mostrava-se solidário, mas de maneira tímida, aos palestinos. Com relação às ações da diplomacia brasileira na ONU, o jornal O Estado de São Paulo expressou sua crítica em relação ao desempenho da delegação brasileira. Afirmava que os diplomatas responsáveis por traduzir os anseios e opiniões dos brasileiros na organização internacional estavam mais preocupados com êxitos particulares. O Correio da Manhã observava a questão de outro ângulo. Defendia a diplomacia brasileira e o chefe da delegação do Brasil na ONU, Oswaldo Aranha, oferecendo ao leitor outra interpretação acerca do passado e do presente do principal representante brasileiro nas Nações Unidas. Após a criação do Estado de Israel as relações entre árabes e judeus retrocederam. As guerras, os conflitos diplomáticos e a fragilidade dos acordos ainda assolam o Oriente Médio. Para se compreender os litígios entre árabes e judeus é preciso voltar no tempo, no período da discussão e legitimação do Estado de Israel. Na convicção de que o caminho para a paz na região médio-oriental passa pelo respeito à resolução nº 181 da ONU, que estabeleceu os limites territoriais entre palestinos e israelenses e a internacionalização de Jerusalém, a presente pesquisa apresentou um panorama do conflito na certeza de que quando se aprende com o passado criam-se perspectivas positivas para o futuro.

Arquivo em PDF – Texto completo.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro)

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro)



A Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou no dia 01 de novembro de 2005 (3ª-feira), a resolução 60/7 que designa 27 de Janeiro, como o Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto. A data é uma homenagem aos seis milhões de judeus e às outras vítimas do extermínio nazista.


Vários países, incluindo Grã-Bretanha, Itália e Alemanha, já consideram 27 de janeiro o dia da memória das vítimas do Holocausto porque foi nessa data, em 1945, que os soviéticos liberaram o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia.


A resolução, proposta por Israel, foi co-patrocinada por outros 104 países e aprovada por consenso (sem necessidade de votação).


O texto da resolução rejeita qualquer questionamento de que o Holocausto foi um evento histórico, enfatiza o dever dos Estados-membros de educar futuras gerações sobre os horrores do genocídio e condena todas as manifestações de intolerância ou violência baseadas em origem étnica ou crença.


A resolução pede também ao Secretário-Geral que crie um programa de comunicação sobre o tema "O Holocausto e as Nações Unidas" e que incentive a sociedade civil a promover a memória do Holocausto e iniciativas educativas.


Jan Elliasson, que na ocasião da criação da resolução presidiu a Assembléia Geral, lembrou que parte da missão original da ONU, criada após a Segunda Guerra, era assegurar que atrocidades como o Holocausto não voltariam a acontecer.



A iniciativa da ONU tem importância no sentido histórico e igualmente pedagógico.



Os principais elementos do Programa compreendem:

  1. O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, 27 de Janeiro: É celebrado em todos os escritórios das Nações Unidas, no mundo inteiro, um dia internacional anual dedicado à memória das vítimas do Holocausto.
  2. Sessão de informação anual para sensibilização para o Holocausto e a prevenção de atos de genocídio: Especialistas partilham as boas práticas no domínio da memória do Holocausto, a fim de incentivar a elaboração de programas de educação e de comunicação com o objetivo de ajudar a evitar futuros atos de genocídio.


Veja o link elaborado pela ONU:

http://www.un.org/holocaustremembrance/



Abaixo, algumas iniciativas inovadoras para o ensino e divulgação dos estudos sobre o Holocausto:


Dica de leitura:

Arquivo Maaravi - Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG - Nº1: Dossiê - Shoah: arquivos do bem, arquivos do mal.



Brasil


Obs. 1: A temática sobre 2ª Guerra Mundial, Nazismo e Holocausto faz parte do ensino da disciplina de História nos ensinos fundamental (ex-1º Grau) e médio (ex-2º Grau).

Obs. 2: A Lei de Diretrizes e Bases permite que sejam destinados 25% da carga horária a atividades diferentes.



UNRIC


Documentário

  • Corría el año: El Holocausto: César Vidal analiza el Holocausto y sus consecuencias. Documental, "El holocausto". Invitados, Ricardo Artola (Escritor) y Uriel Macías, (especialista en bibliografía judaica).



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