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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 1 de abril de 2012

Gustavo Chacra: A Primavera Árabe virou Campeonato Paulista


Estadão (30/03/2012): Gustavo Chacra: A Primavera Árabe virou Campeonato Paulista: A Primavera Árabe começa a se tornar o Campeonato Paulista, deixando de ter o impacto de uma Copa do Mundo. No ano passado, o planeta parou para ver as manifestações na Praça Tahrir, no Cairo, a queda e o assassinato de Kadafi, em Trípoli, e o início da violenta repressão de Assad, em Homs. Agora, apenas os mais fanáticos pelo assunto acompanham o desenrolar da política doméstica do Egito. As mortes na Síria perdem a força com uma comunidade internacional resignada a mais uma guerra civil sectária no Oriente Médio. A federalização e radicalização da Líbia interessa a poucos. A possível divisão do Yemen mais uma vez em sul e norte passa ignorada. >>> Leia mais, clique aqui.


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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

As novas condições estratégicas no Oriente Médio (parte 1)

Carta Maior (22/02/2012): As novas condições estratégicas no Oriente Médio: É comum que se escreva, sempre com algum exagero, que os últimos acontecimentos – sejam de qualquer natureza – mudaram as relações internacionais e as condições estratégicas regionais e/ou globais. Neste início de 2012, contudo, uma visão de conjunto do Oriente Médio/Ásia Central nos mostra que o equilíbrio conseguido com grande esforço depois do fim da Guerra Fria, em 1991, desmoronou. O artigo é do Prof. Dr. Francisco Carlos Teixeira da Silva, Prof. Titular de História Moderna e Contemporânea/IH/UFRJ. >>> Leia mais, clique aqui.


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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Síria vira palco de duas Guerras Frias (EUA x Rússia e Irã x Arábia Saudita)

Estadão / Gustavo Chacra (06/02/2012): Síria vira palco de duas Guerras Frias (EUA x Rússia e Irã x Arábia Saudita): Sem a ONU, duas idéias paralelas passam a competir para lidar com a crise na Síria. De um lado, está o bloco dos EUA, França, Reino Unido, países do Golfo Pérsico e Turquia. Eles passarão a armar a oposição, isolar cada vez mais o regime através de medidas como o fechamento da embaixada americana em Damasco hoje e, em breve, reconhecimento da oposição como o governo sírio no exílio, provavelmente com sede em Istambul. (...) Independentemente de quem suceder, eu mantenho a previsão de que a Síria terá meses ou mesmo anos de guerra civil de caráter sectário, com a morte de milhares de pessoas. No fim, como no Líbano, Bósnia ou Iraque, haverá um acerto de divisão sectária de poder em uma democracia frágil. E, mais importante, os olhos do mundo, quando isso acontecer, já estarão na Jordânia. >>> Leia mais, clique aqui.


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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Maior decepção da Primavera Árabe foi o Brasil, diz Human Rights Watch (por Gustavo Chacra)

Estadão (23/01/2012): Maior decepção da Primavera Árabe foi o Brasil, diz Human Rights Watch (por Gustavo Chacra): O Brasil foi acusado pelo Human Rights Watch (HRW) de se posicionar ao lado dos autocratas e não da população de países como a Síria durante a Primavera Árabe. Para a organização, o governo brasileiro deveria rever as suas posições para a região, sempre defendendo os direitos humanos, em vez de se guiar por versões “ultrapassadas de soberania nacional”. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 22 de janeiro de 2012

A primavera encontra o inverno

Estadão (22/01/2012): A primavera encontra o inverno: Nos grandes levantes, as analogias literalmente explodem no ar. Protestos de 2011 que emocionaram o mundo - a Primavera Árabe, os verões quentes na Espanha e na Grécia, o outono dos movimentos Ocupe nos Estados Unidos - inevitavelmente foram comparados aos anni mirabiles de 1848, 1905, 1968 e 1989. Certamente, algumas coisas fundamentais ainda se aplicam e os padrões clássicos se repetem. Os tiranos tremem, as correntes se partem e os palácios são invadidos. As ruas se tornam laboratórios mágicos onde se criam os conceitos de cidadania e de companheirismo, e ideias radicais adquirem repentinamente um poder telúrico. O Iskra (jornal político redigido por emigrantes russos na Alemanha, de cunho marxista) torna-se o atual Facebook. Mas será que o cometa dos protestos persistirá no céu do inverno ou não passará de uma chuva de meteoros rápida e ofuscante? Como o destino das journées revolutionnaires de outrora nos adverte, a primavera é a estação mais curta, principalmente quando os communards combatem em nome de um "mundo diferente", para o qual não existe projeto concreto nem imagem idealizada. >>> Leia mais, clique aqui.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Problemas do Egito

Estadão / Visão Global (20/01/2012): Problemas do Egito (por Thomas L.Friedman): Estou sentado na sede de campanha de Abdel Moneim Aboul Fotouh, médico que se separou da Irmandade Muçulmana para candidatar-se à presidência do Egito e tem uma agenda reformadora. Enquanto sua equipe – três jovens profissionais que trabalham voluntariamente – falava-me sobre sua estratégia, um pensamento veio à minha mente: na última semana eu me reuni com egípcios jovens, interessantes e de todas as convicções políticas mais do que nos últimos 30 anos. Não é coincidência. O Egito sob o regime de Hosni Mubarak era um país onde havia apenas uma única pessoa com quem falar, uma pessoa que tinha o poder de decidir. Todo o resto estava apenas esperando por Godot. E as conversas eram todas de cima para baixo. >>> Leia mais, clique aqui.


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domingo, 16 de outubro de 2011

Poder dos EUA diminui no Oriente Médio, diz sociólogo

FSP online (15/10/2011): Poder dos EUA diminui no Oriente Médio, diz sociólogo: Há desestabilização por toda parte no Oriente Médio e o poder norte-americano está diminuindo. A avaliação é do filósofo e sociólogo senegalês Gilbert Achcar, 60. Professor da Universidade de Londres, ele chama atenção para o avanço do movimento sindical no Egito e para a aproximação entre os EUA e muçulmanos. Achcar, que estará no Brasil para o 35º Encontro Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs) no final deste mês, acha que a primavera árabe pode chegar aos palestinos. Aqui ele analisa por que o movimento social ganhou ímpeto no mundo. E prevê para o mês que vem a maior onda de protestos na Grã-Bretanha em muitas décadas. Nesta entrevista, ele trata da guerra na Líbia, onde vê especial interesse dos países ocidentais na reconstrução. Discute a política de Israel, do Irã e fala sobre a China: "A China não está imune a crises sociais e econômicas. É preciso não superestimar a ascensão chinesa". >>> Leia mais, clique aqui.


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