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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Natal: Curiosidades

Curiosidades

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Guerra do falafel

Estadão em 06/10/2008 - por Gustavo Chacra.

O Haaretz tem um artigo sobre a disputa entre Líbano e Israel pela autoria de uma série de comidas que são árabes (cristãs, judaicas e muçulmanas), como falafel, o tabouleh e o hommus. O tema já esteve em debate no Brasil. De qualquer forma, o Líbano não precisa se preocupar, porque há restaurantes libaneses espalhados pelo mundo todo.

Veja mais:
Lebanese union to sue Israel for 'claiming ownership' of falafel

sábado, 21 de junho de 2008

Quem foram Hilel e Shamai?

Hilel e Shamai foram dois de nossos maiores Sábios, cujas discussões sobre a Lei Judaica resultaram na criação de duas escolas de pensamento: a escola de Hilel – que era, geralmente, mais leniente – e a escola de Shamai – que era mais rígida quanto às Leis da Torá. Ensina o Talmud que os ensinamentos de ambas as escolas refletem a Vontade Divina, mas que nós devemos seguir as diretrizes da escola de Hilel. Porém, na era messiânica, ensinam os nossos Sábios, a Torá será seguida conforme os ensinamentos da escola de Shamai.

Extraído de:
Morashá – Você sabia?

sexta-feira, 13 de junho de 2008

O renascimento de Matusalém

O Globo, Ciência, página 38, em 13/06/2008.

Semente de dois mil anos achada em Israel germina, dando origem à planta extinta

Um grupo de pesquisadores israelenses conseguiu fazer germinar uma semente de dois mil anos, a mais antiga do mundo. Em 26 meses, ela gerou uma palmeira de 1,50m de altura, que foi batizada de Matusalém — em homenagem à figura bíblica que teria vivido quase mil anos. A partir do seu renascimento, os cientistas esperam poder reproduzir espécies que remontam a tempos ancestrais e que, supostamente, teriam propriedades medicinais importantes.

O anúncio foi feito na revista científica “Science”.

A semente foi encontrada há mais de 40 anos, durante escavações numa fortaleza em Massada, construída pelo rei Herodes, no século I, na zona ocidental do Mar Morto. O local é conhecido por ter abrigado insurgentes judeus que se rebelaram contra o domínio romano em 67 d.C.

A semente que gerou a renascida Matusalém foi mantida em laboratório durante décadas, com a temperatura ambiente controlada. Mas bem antes disso, lembram os cientistas, ela permaneceu enterrada por séculos em meio às ruínas de Massada.

— A região do Mar Morto é extremamente seca e quente — explicou a pesquisadora Sarah Sallon, do Centro Médico Hadassah, em Jerusalém.

— Essa conjunção de fatores certamente ajudou a preservar essa semente.

Bíblia menciona a palmeira
De acordo com os cientistas, análises com radiocarbono confirmaram que essa é a mais antiga semente já trazida de volta à vida. Ela supera o recorde anterior, que pertencia a sementes de lótus que brotaram depois de mil anos.

— Caso a planta seja do gênero feminino, existe a possibilidade de reproduzi-la — disse Sarah, que conduziu o projeto.

A árvore foi semeada pela equipe de Sallon em 19 de janeiro de 2005, o ano novo judaico dedicado às árvores. A sua semente é originária de um tipo de palmeira — a tamareira da Judéia — que, segundo os pesquisadores, era muito comum nas margens do Rio Jordão. A planta foi dada como extinta há muitos séculos.

As análises mostraram que Matusalém compartilha metade dos seus genes com as palmeiras atuais encontradas na região. Se for possível reproduzi-la, ela pode ajudar a restaurar as espécies que formavam densas florestas no local.

Tentativas anteriores de fazer germinar sementes antigas falharam alguns dias após o plantio. Como essa experiência foi bem sucedida, os pesquisadores fizeram o teste de carbono para determinar a idade correta da semente — Inicialmente, não conseguimos quebrar as raízes para fazer a análise de forma adequada — contou Sarah. — Mas quando mudamos a planta para um vaso maior, encontramos fragmentos das sementes nas raízes que permitiram a análise com carbono.

A palmeira é descrita na Bíblia, bem como na literatura antiga, por seus poderes medicinais. A planta era conhecida como elemento de cura para várias enfermidades como o câncer, malária e até mesmo dores de dente.

Para os cristãos a palmeira representa simbolicamente a paz e é associada à entrada de Jesus em Jerusalém. Os antigos hebreus a chamavam de “árvore da vida” devido à proteína de seus frutos e à sombra oferecida por suas folhas compridas.

Preservação de recursos genéticos
Assim que Matusalém crescer mais, os cientistas vão fazer novas análises para verificar se a planta tem, realmente, algum potencial medicinal.

— A história conta que as pessoas pegavam o seu fruto e faziam bebidas que eram indicadas como remédio para várias enfermidades — revelou a pesquisadora.

Segundo Sarah, o fato de a semente se manter viável após tanto tempo pode levar a novas descobertas.

— Essa sua, digamos, habilidade de se manter ativa pode nos ajudar a entender como preservar recursos genéticos no futuro.

sábado, 17 de maio de 2008

Israel 60 anos - Uma Imagem

Essa foto foi usada para a publicidade do Bank Hapoalim (Israel), em homenagem aos 60 anos do Estado de Israel. Os braços retratados na foto são de uma criança e de sua avó.

domingo, 4 de maio de 2008

Leis sobre o estudo de Torá

Quando Moshe estava para falecer e tinha que passar a liderança para Yehoshuá, uma das coisas que lhe disse foi: "E estudarás ela (a Torá) de dia e de noite". Daqui aprendemos que devemos fixar um tempo para estudo de Torá pela manhã e pela noite.

Este tempo pode ser de qualquer tamanho, dez minutos, ou mesmo cinco, contanto que sejam fixos, pois assim, demonstra-se a importância do estudo diário.

Por isso, costuma-se em muitas comunidades do mundo que após a oração da manhã e da noite seja feito um estudo em conjunto para os freqüentadores da sinagoga.

Se por acaso a pessoa não conseguiu estudar pela manhã, deve fazê-lo pela noite após o estudo noturno regular.

O pai tem a obrigação de ensinar Torá para o filho. Caso isso não seja possível, deve-se contratar alguém para fazê-lo ou colocá-lo em uma escola que se ensine Torá.

Havendo maior disponilidadede tempo, deve-se procurar utilizá-lo para aumentar a quantidade de estudo, pois a Mishná proclama: "Essas são as mitzvot que não tem quantidade definida ... e o estudo de Torá vale como todas elas".

Extraída de:
Kolel Rio, em 21/12/2007.

domingo, 20 de abril de 2008

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Provérbio Ídiche

"Todos são formados da mesma farinha, mas não cozidos no mesmo forno" (Provérbio Ídiche).

"O que você não viu com seus olhos, não invente com a boca" (Provérbio Ídiche).


quinta-feira, 3 de abril de 2008

Leite Materno

No judaísmo, é proibido comer carne e leite juntos. Mas o leite de uma mãe que amamenta seu bebê é parve – não é considerado nem leite, nem carne. Uma explicação para isso é que o leite materno é considerado sagrado pelo judaísmo e não pode ser comparado com o leite de um animal. >>> Veja mais em Morashá.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Curiosidades: Manuscritos do Mar Morto

Os Manuscritos do Mar Morto foram divididos em duas categorias: bíblicos e não-bíblicos. Fragmentos de todos os livros da Bíblia Hebraica foram encontrados, com exceção do Livro de Esther. Entre os Manuscritos, foram encontradas 19 cópias do Livro de Isaías, 25 cópias do livro de Deuteronômio e 30 cópias do Livro de Salmos.

domingo, 2 de março de 2008

Ajax Joden

Enviado por Eliana Zuckerman (02/03/2008): “O time do Ajax surgiu em um bairro judeu da Holanda antes da 2ª guerra, hoje em dia quase não existem mais torcedores judeus por lá que efetivamente freqüentam o estádio... mas mesmo assim virou costume levar bandeiras de Israel no estádio e eles gritam " Ajax Joden" (Ajax Judeu) em todos os jogos, o costume é estranho porém muito interessante... Torcedores chegam a cantar o Hava Naguila no estádio.”