- IHU (21/08/2013): O que resta de Auschwitz - Seminário O pensamento de Agamben
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- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
O que resta de Auschwitz e os paradoxos da biopolítica em nosso tempo. Entrevista especial com Oswaldo Giacoia Junior
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Vídeo: Dilma participa na Bahia de homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto
Youtube: Dilma participa na Bahia de homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: Salvador (BA), da cerimônia do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. No discurso, a presidenta destacou a escolha de Salvador para a realização do evento por possuir a maior população de afro-descendentes fora da África, além de ter sido palco de lutas históricas, como a própria abolição da escravatura. Dilma reafirmou o compromisso de jamais nos omitirmos (nem nos silenciarmos) diante de massacres como o Holocausto. A presidenta lembrou que o Brasil é signatário de todos os tratados internacionais de combate à discriminação. A presidenta apoiou ainda a construção de uma nova sinagoga em Salvador, com o objetivo de aumentar e socializar ainda mais a cultura judaica no local. >>> Veja o vídeo, clique aqui.
Veja mais:
- FSP (29/01/2012): Dilma chama Holocausto de 'violência bestial' e critica negação: A presidente Dilma Rousseff criticou neste domingo os que negam a ocorrência do Holocausto, o massacre de 6 milhões de judeus por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. "[A lembrança do] Holocausto, que alguns negam, servirá sempre de paradigma contra a intolerância e contra essa violência bestial", discursou a presidente, em Salvador, em cerimônia alusiva ao Dia Internacional em Memória às Vítimas do Holocausto. "Não podemos apagar da nossa memória atos repulsivos nem podemos achar que eles são privilégio de algum povo. Infelizmente, vemos que há várias manifestações nesse sentido", disse.
- O Globo online (29/01/2012): Na Bahia, Dilma defende criação do estado Palestino: Em discurso na solenidade do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, realizada ontem, pela comunidade israelita, em Salvador, a presidente Dilma Rousseff destacou que o massacre do povo judeu, classificado como “nódoa da história”, deve ser lembrado sempre e defendeu a criação de um estado Palestino.
- ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: o tema de 2012 são as “Crianças e o Holocausto”
- 2012: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro)
- Holocausto, memória e identidade social
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: o tema de 2012 são as “Crianças e o Holocausto”
Rádio ONU (27/01/2012): ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: Data, 27 de janeiro, lembra a libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia; tema deste ano são as “Crianças e o Holocausto”. Alunos de todo o mundo vão poder aprender mais sobre as histórias dos sobreviventes do Holocausto com uma nova plataforma online, lançada pelas Nações Unidas. O lançamento coincide com o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, marcado neste 27 de janeiro. A base de dados foi organizada em parceria com o Instituto Shoa, do diretor de cinema Steven Spielberg. Com o aplicativo, IWitness, poderão ser acessados testemunhos de cerca de mil sobreviventes do genocídio praticado pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O projeto também tem o apoio da Universidade do Sul da Califórnia. >>> Leia mais, clique aqui.
Veja mais:
- 2012: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro)
- Deutsche Welle (27/10/2012): Alemanha relembra Holocausto no dia da libertação de Auschwitz: Testemunha da evacução do Gueto de Varsóvia, de onde os judeus foram levados para campos de concentração, em 1942, Marcel Reich-Ranicki lembrou perante o Parlamento alemão as atrocidades cometidas pelos nazistas. Desde 1996, o 27 de janeiro foi estabelecido na Alemanha como dia em memória das vítimas do nazismo. Foi este o dia em que o campo de concentração de Auschwitz foi libertado pelas tropas soviéticas, em 1945. >>> Leia mais, clique aqui.
- La liberación de Auschwitz por tropas soviéticas
- Holocausto, memória e identidade social
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
La liberación de Auschwitz por tropas soviéticas
Aurora (26/01/2012): La liberación de Auschwitz por tropas soviéticas: A mediados de enero de 1945, cuando las fuerzas soviéticas se aproximaban al complejo del campo, las SS comenzaron la evacuación del complejo de Auschwitz: cerca de 60.000 prisioneros fueron forzados a marchar hacia el Oeste, y miles habían sido asesinados en los campos días antes que comenzase esa “marcha de la muerte-”. Decenas de miles de prisioneros, mayoritariamente judíos, fueron obligados a marchar hacia la ciudad de Wodzislaw, en la parte occidental de la Alta Silesia, mientras los SS disparaban contra cualquiera que se quedase atrás. Los prisioneros sufrieron también las condiciones meteorológicas, hambre, etc. Más de 15.000 presos murieron durante la marcha. .>> Leia mais, clique aqui.
Veja mais:
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sábado, 23 de julho de 2011
Márcio Seligmann-Silva: Lanzmann se coloca como único porta-voz de Auschwitz
FSP online (13/07/2011): Márcio Seligmann-Silva: Lanzmann se coloca como único porta-voz de Auschwitz: O "caso Lanzmann" que aconteceu na Flip e que tem mobilizado tanto a imprensa é, na verdade, apenas mais um episódio na lista de conflitos envolvendo o importante intelectual e cineasta francês. O destaque em grande parte, é claro, tem origem na interpretação das palavras do curador da Flip, Manuel da Costa Pinto, que comparou (sem identificar) os métodos de Lanzmann de recusa do debate intelectual aos que os próprios nazistas utilizaram. >>> Leia mais, clique aqui.
Veja mais:
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
A caixa preta do nazismo
Editora Abril: A coleção mais completa sobre Hitler e o Nazismo! Oito DVDs imperdiveis: A vida de Adolf Hitler, Auschwitz vol. I e II, Hinderburg, A Ciência e a Suástica vol. I e II e Soldados de Hitler vol. I e II. >>> Leia mais, clique aqui.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Corpos de ausências: Berlim e os monumentos a Auschwitz
Corpos de ausências: Berlim e os monumentos a Auschwitz
Leila Maria Brasil Danziger.
Dissertação de doutorado em História (PUC-RJ).
Data da defesa: 04/12/2003.
Resumo: O trabalho expõe os novos desafios das práticas do monumento, reativadas pela tarefa - aporética, por definição, - da memória de Auschwitz. A partir do contexto mais amplo da arte moderna e contemporânea, os monumentos ao Holocausto são vistos como imprescindíveis na construção da República de Berlim. No infindável debate sobre o colossal Monumento aos judeus assassinados da Europa, a construir-se no centro da capital da Alemanha reunificada, espelham-se, exaustivamente, ampla gama de questões historiográficas, memoriais e identitárias. Por outro lado, uma rede de obras dispersas propiciam diferentes inscrições da insanável ausência dos judeus na cidade. Nestes (anti) monumentos, percebemos Berlim como oficina da história e a arte contemporânea face ao imperativo ético do testemunho.
Veja mais:
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Em defesa da herança de Auschwitz: releitura da história do holocausto por meio da escritura autobiográfica das vítimas.
Vera Silveira Regert
Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Letras – Mestrado, Área de Concentração em Leitura e Cognição, Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC.
Data da defesa: Santa Cruz do Sul, março de 2007.
Resumo: O Holocausto é tema relevante de estudos em diversas universidades da Europa e dos Estados Unidos, tema de inúmeras pesquisas e teses de doutoramento; é foco central de incontáveis publicações. Comparando com as instituições européias, no Brasil pouco se privilegiam esses estudos, porque considerados de insignificante proximidade para os brasileiros, tanto no tempo quanto na relação de espaço. Esta dissertação procura aproximar e ampliar o conhecimento do Holocausto, resgatando a reflexão que ele suscitou e continua provocando entre os mais diversos teóricos do conhecimento humano: retrata a visão de historiadores, sociólogos, psicanalistas, cientistas políticos sobre o assunto, demonstrando quão presentes estão o fato histórico e seus desdobramentos também no Brasil e no mundo. Além do acontecimento histórico, aborda-se as falas das vítimas do Holocausto, comparando-lhes as narrativas, intentando compreender o que significou a vivência da experiência e o resgate das memórias na escritura. Procurou-se refletir sobre as perdas e ganhos legados à humanidade pelo Holocausto, alertando para a necessidade de repensar os fatos no século XXI, considerando-se a materialização, cada vez mais evidente, das manifestações revisionistas e negacionistas no mundo e, inegavelmente, no Brasil, particularmente no Sul e Sudeste.
Palavras-chave: Holocausto. Literatura de Trauma e Testemunho. Narrativa das vítimas. A herança de Auschwitz. Revisionismo. Negacionismo.
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
1. O HOLOCAUSTO: PORÕES E SÓTÃOS
1.1 Como o Holocausto tece redes com a Modernidade: a genealogia da violência
Nazista
1.2 O sentimento anti-semita de cunho eliminacionista
1.3 O espetáculo da banalidade do mal
2. SER SOBRE-VIVENTE: É ISTO UM HOMEM?
2.1 Pensem se isto é um homem: trauma e identidade
2 2 Paisagens da vida na memória de papel
2.3 Ver a si mesmo no espelho da narração
3.1 O registro impossível do “invivível”
3.3 Pontos de contato e distanciamentos nas escrituras de homens e mulheres vítimas do Holocausto
3.4 Perdas e ganhos: o que resta de Auschwitz?
4. HOLOCAUSTO: MAIS DO QUE UM QUADRO NA PAREDE
CONCLUSÕES
REFERÊNCIAS
ANEXOS
Anexo 1 – Leis de Nüremberg
Anexo 2 – Cronologia do Holocausto