Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

Perfil

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

Translate

Seguidores

Mostrando postagens com marcador Auschwitz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Auschwitz. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O que resta de Auschwitz e os paradoxos da biopolítica em nosso tempo. Entrevista especial com Oswaldo Giacoia Junior



IHU (21/08/2013): O que resta de Auschwitz e os paradoxos da biopolítica em nosso tempo. Entrevista especial com Oswaldo Giacoia Junior: Livro de Giorgio Agamben inspira debate sobre a biopolítica e a importância do testemunho daqueles homo sacer sobreviventes dos campos de concentração nazista. Acredito que Agamben situa a ética do testemunho no problemático limiar que se situa entre a superação do ressentimento (a proposta de Nietzsche, que inaugura a ética do século XX) e a exigência moral da impossibilidade do esquecimento. Não se pode querer que Auschwitz retorne eternamente, assim como não se pode mais ignorar que o essencial de Auschwitz não tem cessado de se repetir; por mais que o ressentimento pelo que aconteceu, sua condenação, e a exigência de manter viva a memória do acontecido, se exerça sobre nós como uma demanda ética irrecusável”. A afirmação é do filósofo Oswaldo Giacoia Junior, na entrevista concedida com exclusividade, por e-mail, à IHU On-Line. >>> Leia mais, clique aqui.

Veja mais:

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Vídeo: Dilma participa na Bahia de homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Youtube: Dilma participa na Bahia de homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: Salvador (BA), da cerimônia do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. No discurso, a presidenta destacou a escolha de Salvador para a realização do evento por possuir a maior população de afro-descendentes fora da África, além de ter sido palco de lutas históricas, como a própria abolição da escravatura. Dilma reafirmou o compromisso de jamais nos omitirmos (nem nos silenciarmos) diante de massacres como o Holocausto. A presidenta lembrou que o Brasil é signatário de todos os tratados internacionais de combate à discriminação. A presidenta apoiou ainda a construção de uma nova sinagoga em Salvador, com o objetivo de aumentar e socializar ainda mais a cultura judaica no local. >>> Veja o vídeo, clique aqui.


Veja mais:

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: o tema de 2012 são as “Crianças e o Holocausto”

Rádio ONU (27/01/2012): ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: Data, 27 de janeiro, lembra a libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia; tema deste ano são as “Crianças e o Holocausto”. Alunos de todo o mundo vão poder aprender mais sobre as histórias dos sobreviventes do Holocausto com uma nova plataforma online, lançada pelas Nações Unidas. O lançamento coincide com o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, marcado neste 27 de janeiro. A base de dados foi organizada em parceria com o Instituto Shoa, do diretor de cinema Steven Spielberg. Com o aplicativo, IWitness, poderão ser acessados testemunhos de cerca de mil sobreviventes do genocídio praticado pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O projeto também tem o apoio da Universidade do Sul da Califórnia. >>> Leia mais, clique aqui.


Veja mais:

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

La liberación de Auschwitz por tropas soviéticas

Aurora (26/01/2012): La liberación de Auschwitz por tropas soviéticas: A mediados de enero de 1945, cuando las fuerzas soviéticas se aproximaban al complejo del campo, las SS comenzaron la evacuación del complejo de Auschwitz: cerca de 60.000 prisioneros fueron forzados a marchar hacia el Oeste, y miles habían sido asesinados en los campos días antes que comenzase esa “marcha de la muerte-”. Decenas de miles de prisioneros, mayoritariamente judíos, fueron obligados a marchar hacia la ciudad de Wodzislaw, en la parte occidental de la Alta Silesia, mientras los SS disparaban contra cualquiera que se quedase atrás. Los prisioneros sufrieron también las condiciones meteorológicas, hambre, etc. Más de 15.000 presos murieron durante la marcha. .>> Leia mais, clique aqui.



Veja mais:

sábado, 23 de julho de 2011

Márcio Seligmann-Silva: Lanzmann se coloca como único porta-voz de Auschwitz

FSP online (13/07/2011): Márcio Seligmann-Silva: Lanzmann se coloca como único porta-voz de Auschwitz: O "caso Lanzmann" que aconteceu na Flip e que tem mobilizado tanto a imprensa é, na verdade, apenas mais um episódio na lista de conflitos envolvendo o importante intelectual e cineasta francês. O destaque em grande parte, é claro, tem origem na interpretação das palavras do curador da Flip, Manuel da Costa Pinto, que comparou (sem identificar) os métodos de Lanzmann de recusa do debate intelectual aos que os próprios nazistas utilizaram. >>> Leia mais, clique aqui.


Veja mais:

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A caixa preta do nazismo

Editora Abril: A coleção mais completa sobre Hitler e o Nazismo! Oito DVDs imperdiveis: A vida de Adolf Hitler, Auschwitz vol. I e II, Hinderburg, A Ciência e a Suástica vol. I e II e Soldados de Hitler vol. I e II. >>> Leia mais, clique aqui.



sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Corpos de ausências: Berlim e os monumentos a Auschwitz

Corpos de ausências: Berlim e os monumentos a Auschwitz

Leila Maria Brasil Danziger.

Dissertação de doutorado em História (PUC-RJ).

Data da defesa: 04/12/2003.

Resumo: O trabalho expõe os novos desafios das práticas do monumento, reativadas pela tarefa - aporética, por definição, - da memória de Auschwitz. A partir do contexto mais amplo da arte moderna e contemporânea, os monumentos ao Holocausto são vistos como imprescindíveis na construção da República de Berlim. No infindável debate sobre o colossal Monumento aos judeus assassinados da Europa, a construir-se no centro da capital da Alemanha reunificada, espelham-se, exaustivamente, ampla gama de questões historiográficas, memoriais e identitárias. Por outro lado, uma rede de obras dispersas propiciam diferentes inscrições da insanável ausência dos judeus na cidade. Nestes (anti) monumentos, percebemos Berlim como oficina da história e a arte contemporânea face ao imperativo ético do testemunho.


Veja mais:

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Em defesa da herança de Auschwitz: releitura da história do holocausto por meio da escritura autobiográfica das vítimas.

Em defesa da herança de Auschwitz: releitura da história do holocausto por meio da escritura autobiográfica das vítimas.

Vera Silveira Regert

Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Letras – Mestrado, Área de Concentração em Leitura e Cognição, Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC.

Data da defesa: Santa Cruz do Sul, março de 2007.

Resumo: O Holocausto é tema relevante de estudos em diversas universidades da Europa e dos Estados Unidos, tema de inúmeras pesquisas e teses de doutoramento; é foco central de incontáveis publicações. Comparando com as instituições européias, no Brasil pouco se privilegiam esses estudos, porque considerados de insignificante proximidade para os brasileiros, tanto no tempo quanto na relação de espaço. Esta dissertação procura aproximar e ampliar o conhecimento do Holocausto, resgatando a reflexão que ele suscitou e continua provocando entre os mais diversos teóricos do conhecimento humano: retrata a visão de historiadores, sociólogos, psicanalistas, cientistas políticos sobre o assunto, demonstrando quão presentes estão o fato histórico e seus desdobramentos também no Brasil e no mundo. Além do acontecimento histórico, aborda-se as falas das vítimas do Holocausto, comparando-lhes as narrativas, intentando compreender o que significou a vivência da experiência e o resgate das memórias na escritura. Procurou-se refletir sobre as perdas e ganhos legados à humanidade pelo Holocausto, alertando para a necessidade de repensar os fatos no século XXI, considerando-se a materialização, cada vez mais evidente, das manifestações revisionistas e negacionistas no mundo e, inegavelmente, no Brasil, particularmente no Sul e Sudeste.

Palavras-chave: Holocausto. Literatura de Trauma e Testemunho. Narrativa das vítimas. A herança de Auschwitz. Revisionismo. Negacionismo.


SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

1. O HOLOCAUSTO: PORÕES E SÓTÃOS

1.1 Como o Holocausto tece redes com a Modernidade: a genealogia da violência

Nazista

1.2 O sentimento anti-semita de cunho eliminacionista

1.3 O espetáculo da banalidade do mal

2. SER SOBRE-VIVENTE: É ISTO UM HOMEM?

2.1 Pensem se isto é um homem: trauma e identidade

2 2 Paisagens da vida na memória de papel

2.3 Ver a si mesmo no espelho da narração 3 A PALAVRA ÀS VÍTIMAS

3. A PALAVRA ÀS VÍTIMAS

3.1 O registro impossível do “invivível”

3.2 A noite ou o regresso sem fim

3.3 Pontos de contato e distanciamentos nas escrituras de homens e mulheres vítimas do Holocausto

3.4 Perdas e ganhos: o que resta de Auschwitz?

4. HOLOCAUSTO: MAIS DO QUE UM QUADRO NA PAREDE

4.1 A educação depois de Auschwitz

4.2 A herança de Auschwitz

CONCLUSÕES

REFERÊNCIAS

ANEXOS

Anexo 1 – Leis de Nüremberg

Anexo 2 – Cronologia do Holocausto