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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 4 de novembro de 2012

Palestina e Israel: caminhos para uma paz justa



IHU online (27/08/2012, número 400, pp.53-56): Palestina e Israel: caminhos para uma paz justa: É importante deslocar criticamente o olhar para fora do tema religioso do conflito entre judeus e palestinos, defende Nancy Cardoso Pereira. >>> Leia mais, clique aqui.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Obama foi o pior presidente para a paz entre israelenses e palestinos?


Estadão (03/07/2012): Gustavo Chacra: Obama foi o pior presidente para a paz entre israelenses e palestinos?: Mitt Romney visitará Israel nas próximas semanas, onde se reunirá com o premiê Benjamin Netanyahu, com quem trabalhou junto em Boston, o presidente Shimon Peres e o premiê palestino, Salam Fayyad. Antes de se mudar para a Casa Branca, Barack Obama também esteve em Jerusalém. Mas não voltou mais com o título de presidente dos Estados Unidos. Uma pena. Na história recente americana, nenhum presidente fez tão pouco pela paz entre israelenses e palestinos como Obama. Simplesmente, as negociações não avançaram nada. Sei que muitos culparão Israel e a Palestina pelo fracasso. Mas eu discordo desta visão. George Bush, o pai, forçou os líderes destes dois povos a sentarem para conversar. Bill Clinton conseguiu implementar os Acordos de Oslo. Mesmo Bush, o filho, em meio à violência da Intifada, tentou uma saída com as negociações de Aqaba e Anápolis. Obama, por sua vez, nada acrescentou. >>> Leia mais, clique aqui.

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Paz entre Israel e Palestina ficou mais distante nos anos Obama


Gustavo Chacra (04/06/2012): Paz entre Israel e Palestina ficou mais distante nos anos Obama: Barack Obama fracassou na resolução do conflito entre israelenses e palestinos. Mais grave, na atual administração, os dois lados nunca ficaram tão distantes de um acordo. Mesmo sem violência, ambas as partes buscam alternativas unilaterais, ignorando os Estados Unidos. A Palestina tenta ser membro pleno das Nações Unidas e Israel estuda o estabelecimento de fronteiras unilateralmente.

Nestes três anos no poder, Obama conseguiu ainda a façanha de não ser apoiado nem por palestinos, nem por israelenses. As duas administrações no Oriente Médio o consideram fraco e a favor do lado adversário. Isto é, em Israel, o presidente dos EUA é visto como pró-Palestina. Na Cisjordânia e em Gaza, ele é visto como pró-Israel.

Carter conseguiu levar adiante um acordo de paz entre Israel e Egito. Bush pai forçou os dois lados a se reconhecerem. Clinton quase conseguiu orquestrar um acordo. Bush filho não gostava de Arafat (o líder palestino o enrolou em um episódio envolvendo contrabando de armas em um barco), mas conseguiu levar Abbas a dialogar com os israelenses em Aqaba e Anápolis. Obama, até agora, nada. E seu mandato pode acabar definitivamente em janeiro.

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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Documentário israelense narra o espólio das bibliotecas palestinas em 1948

Yahoo Notícias (19/02/2012): Documentário israelense narra o espólio das bibliotecas palestinas em 1948: Milhares de livros de casas de palestinos saqueadas durante a Nakba estão hoje na Biblioteca Nacional de Israel, onde muitos de seus antigos donos não podem entrar, denunciou um documentário que estreará em abril. "The Great Book Robbery", do diretor israelense Benny Brunner, narra o roubo das bibliotecas privadas árabes durante a Nakba (catástrofe, em árabe, palavra usada para descrever o exílio e expulsão de palestinos de seus lares após a fundação de Israel, em 1948). >>> Leia mais, clique aqui.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Autoridade Palestina adora o status quo sem a existência do Estado palestino (por Gustavo Chacra)

Estadão (02/01/2012): Autoridade Palestina adora o status quo sem a existência do Estado palestino (por Gustavo Chacra): A Autoridade Palestina vive em parte da indústria da negociação. O status quo atual pode não ser bom para os palestinos. Mas certamente é para figuras como o presidente Mahmoud Abbas e seu eterno negociador, Saeb Erekat, que em 20 anos não conseguiu praticamente nada. Eles recebem milionárias ajudas para fingir que chegarão a um acordo para o conflito. Agora, o diálogo com Israel será retomado através de intervenção da Jordânia. Certamente, nada de importante resultará das conversas entre líderes palestinos e israelenses. Os dois lados impõem pré-condições que são opostas – em tempo, chega a ser bizarro Israel dizer que quer negociar sem pré-condições, desde que os palestinos aceitam as condições impostas por eles. >>> Leia mais, clique aqui.