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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 21 de março de 2009

A democracia israelense investiga denúncias de crimes. E o terror? (Reinaldo Azvedo)

Reinaldo Azevedo (20/03/2009)


A democracia israelense investiga denúncias de crimes. E o terror?


“Ah, mas não vai comentar as denúncias dos próprios soldados israelenses sobre os abusos cometidos em Gaza, noticiados pelo Haaretz e pelo Maariv, jornais israelenses?”


Comento! Ô se comento. É que não há tempo de fazer tudo... ao mesmo tempo!!!


Começo saudando a democracia israelense. As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) já começaram a investigar. Porque assim se fazem as coisas. Até agora, não há provas. Vamos ver. As horas estão passado, e as coisas já começam, parece, a assumir outro tom.


Uma mulher palestina e duas crianças teriam sido alvejadas a tiros, de propósito. O soldado que contou o caso a colegas foi oficialmente chamado. E o que ele disse? “Eu não vi. Havia histórias como essa. Eu não estava naquela casa, e tudo o que eu disse foi com base em rumores. Aquela conversa era só um bate-papo”. E um outro caso, da idosa que levou um tiro? O soldado que a divulgou também foi chamado. Também tinha ouvido falar. Leia mais aqui. É tudo mentira? Vamos ver.


As Forças de Defesa de Israel contam com instrumentos para punir quem as desonre. É uma pena que não se possa dizer o mesmo sobre os terroristas, não é mesmo? Quando Israel se retirou de Gaza, o Hamas partiu para cima de sues compatriotas do Fatah. Escolas (!!!) foram convertidos em centros de tortura. Os inimigos internos ou foram executados ou levaram tiros nas pernas, acusados de colaboracionismo. Não houve um só muxoxo de protesto. Nada!


Não! Os crimes do Hamas não justificam eventuais crimes das forças israelenses. Mas podemos ter uma razoável confiança de que as denúncias serão investigados, e os culpados, se houver, punidos. Que os amiguinhos do terror não venham aqui, supostamente cheios de moral, cobrar isso e aquilo.



O Globo, Mundo, pág. 26, em 21/03/2009.


Rabinos incitaram à guerra santa ao Hamas em Gaza

Denúncia de jornal sobre estímulo religioso leva a investigação


Renata Malkes Especial para O GLOBO


JERUSALÉM. Além das confissões de abuso de poder, vandalismo e do assassinato indiscriminado de civis, soldados israelenses que participaram da operação militar na Faixa de Gaza em janeiro denunciaram ainda que rabinos do próprio Exército incitaram as tropas a lutarem uma guerra religiosa contra o Hamas.


Segundo relatos dos oficiais obtidos pelo jornal “Ha’aretz”, os rabinos foram buscar na religião a justificativa para o conflito e, numa tentativa de dar apoio moral às centenas de tropas que estavam prestes a entrar no território palestino por terra, foram distribuídos livros de oração e realizados sermões cujo tema era a guerra santa. As revelações chocaram o país e levaram o Exército a determinar uma investigação interna para apurar e mapear as denúncias.


"Sem clemência com o inimigo cruel" “A mensagem deles (dos rabinos) era muito clara: nós somos o povo judeu, nós chegamos a esta terra por milagre, Deus nos trouxe de volta à terra de Israel e agora temos que lutar para expulsar os gentios que estão interferindo em nossa conquista da Terra Santa. O sentimento era de uma guerra quase religiosa”, contou um dos soldados, sob o pseudônimo de Ram.


A testemunha contou ainda que seu batalhão recebeu dezenas de livros de salmos e que as tropas discutiam a diferença conceitual que sentiam entre as instruções recebidas na academia militar e as palavras dos rabinos.

As revelações foram obtidas num seminário realizado no mês passado na Academia Militar Itzhak Rabin para discutir as experiências dos oficiais durante os 22 dias da ofensiva militar que deixou pelo menos 1,4 mil mortos na Faixa de Gaza. Segundo o diretor da instituição, Dani Zamir, os testemunhos são verdadeiros, mas uma das dificuldades das investigações será identificar os verdadeiros protagonistas das histórias de abuso, já que muitos apenas ouviram relatos de colegas.


Os testemunhos de incitamento religioso comprovam denúncias feitas poucos dias após a guerra pela ONG “Quebrando o Silêncio”, um grupo de ex-soldados que monitora casos de falta de ética nas fileiras militares, sobre panfletos pedindo que não houvesse “clemência com o inimigo cruel na guerra contra os assassinos”.

Em meio à crise nas fileiras militares, o novo primeiro-ministro indicado de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu ontem ao presidente Shimon Peres para estender por mais 14 dias o prazo para que possa formar um governo de coalizão.



JB (21/03/2009)


Estadão (21/03/2009)


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Deutsche Welle (20/03/2009)


El País (21/03/2009)


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