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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Campanha de Israel faz sátira com correspondentes internacionais

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2


Destaque 3

  • Observatório Bíblico (27/02/2010): Diversidade religiosa em Israel e Judá: Este livro, editado por Francesca Stavrakopoulou, Professora de Bíblia Hebraica na Universidade de Exeter, Reino Unido, e por John Barton, Professor de Interpretação da Sagrada Escritura na Universidade de Oxford, Reino Unido, trata das crenças e práticas religiosas de israelitas e judaítas. Diversidade muitas vezes esquecida nos manuais e nas salas de aula dos cursos de graduação, mas cada vez mais reconhecida e debatida pela academia e por um número crescente de publicações. Publicação prevista, tanto em Paperback quanto em Hardcover, para abril de 2010.


O Globo (27/02/2010)

  • Caderno Prosa e Verso (página 1): O processo de Kafka: Governo de Israel e Arquivo de Marbach, na Alemanha, brigam na Justiça por papéis do escritor: O escritor cujo nome ficou para sempre associado aos labirintos da burocracia está no centro de um imbróglio judicial que faz jus ao adjetivo “kafkiano”. O espólio do tcheco Franz Kafka, morto em 1924, está sendo disputado entre o Arquivo de Literatura Alemã de Marbach e o governo de Israel. O Arquivo quer comprar os papéis deixados por Max Brod, o amigo que salvou os manuscritos e documentos de Kafka ao fugir da Praga ocupada pelos nazistas, em 1939, para a Palestina. Mas a Biblioteca Nacional de Israel faz o possível para impedir a negociação. Max Brod morreu em 1968, deixando os papéis — mais de 20 mil páginas — para sua secretária, companheira e herdeira, Esther Hoffe. Por décadas ela afugentou editores e estudiosos das obras de Kafka, deixando como única opção aos interessados em consultar o material a participação nos leilões que promovia esporadicamente. Dessa maneira ela vendeu diversas cartas do escritor e também o manuscrito de “O processo”, arrematado por US$ 2 milhões pelo próprio Arquivo de Marbach, hoje dono do segundo maior acervo de Kafka no mundo, atrás apenas do de Oxford, na Inglaterra. Esther morreu em 2007, aos 101 anos, passando os papéis para suas filhas Eva e Ruth Hoffe. Agora, elas querem vender tudo a Marbach, mas o governo israelense argumenta que o testamento de Brod lista a Biblioteca Nacional do país como destino preferencial do acervo. Recentemente, afirmou ainda ter indícios da existência de um segundo testamento no qual Brod teria deixado todo o seu arquivo literário para a instituição. Até o manuscrito leiloado de “O processo” é hoje reclamado por Israel. Por trás da discussão jurídica, está uma questão maior: o significado da obra de Kafka e sua relação com a história do século XX. Um judeu de Praga que escrevia em alemão, Kafka é hoje um patrimônio cultural reivindicado por alemães, tchecos e israelenses.
  • Caderno Prosa e Verso (página 2): 'O enigma de uma personalidade': Biógrafo de Kafka diz que abertura dos arquivos pode revolucionar interpretações da vida e da obra do autor: Reiner Stach, de 58 anos, é autor da mais completa biografia de Franz Kafka. O primeiro volume, “Die Jahre der Entscheidung” (“Os anos da decisão”), de 672 páginas, foi publicado em 2002. O segundo, “Die Jahre der Erkenntnis” (“Os anos da compreensão”), com mais de 700 páginas, saiu em 2008, pela mesma editora S. Fischer Verlag, que também detém os direitos autorais da obra de Kafka em alemão. Mas o último volume da biografia, que Stach considera seu trabalho mais importante, ainda não foi concluído. Para isso, ele espera há duas décadas ter acesso ao espólio de Max Brod. Alem disso, investiga a existência de manuscritos inéditos de Kafka, que teriam sido confiscados em Berlim pela Gestapo do apartamento de Dora Diamant, última amante do autor tcheco, e levados para arquivos na Polônia. Em entrevista ao GLOBO em Berlim, onde vive, Stach diz que o teor desse material desconhecido pode obrigá-lo a reescrever tudo que já publicou sobre Kafka: “Espero algo de inteiramente novo, talvez até decifrar mais o enigma da personalidade complexa que teve o escritor”.
  • Caderno Prosa e Verso (página 2): Em busca dos papéis apreendidos pela Gestapo: Documentos podem estar na Polônia: A pesquisadora literária Kathi Diamant, da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, esteve recentemente na República Tcheca, na Polônia e em Berlim, em busca dos manuscritos desaparecidos de Franz Kafka, e encontrou indícios de que o material confiscado pela Gestapo na casa da última namorada do escritor, Dora Diamant, estaria em arquivos em Cracóvia e Varsóvia desde a Segunda Guerra Mundial. Kathi, que apesar do sobrenome não tem nenhum parentesco com Dora, pesquisa desde 1971 o romance entre os dois e é autora do livro “Kafka’s Last Love — The Mystery Of Dora Diamant” (2004). Depois de se mudar três vezes em Berlim, por causa do aumento do aluguel em tempos de crise econômica, Dora e Kafka foram a Praga, onde tentaram casar. Com o agravamento da tuberculose do escritor, no entanto os dois foram para um sanatório na Áustria, onde Kafka morreu. Foram anos trágicos, durante os quais o escritor continuou produzindo. Quando Kafka morreu, Max Brod procurou organizar o espólio completo do escritor, seu amigo desde a juventude. Ele escreveu a Dora pedindo informações sobre os últimos manuscritos. Mas Dora, talvez já pensando no tesouro literário que tinha em suas mãos, escreveu, em resposta, que havia queimado tudo, atendendo a um pedido feito pelo próprio Kafka. Anos depois, Dora se tornou atriz de teatro e casou com o comunista alemão Lutz Lask. Para escapar da prisão pela Gestapo, os dois fugiram para a União Soviética, onde Lask foi mais tarde preso e deportado pelos comunistas para um gulag. Dora conseguiu fugir para a Inglaterra, onde morreu em 1952 sem que nunca mais se tivesse notícia sobre os manuscritos de Kafka. Em uma carta a Brod, de 1936, que está no arquivo das irmãs Hoffe, Dora confessa que mentiu sobre a inexistência dos manuscritos. Ela havia preservado tudo o que fora deixado por Kafka, mas estava em enormes apuros porque a Gestapo confiscara tudo.
  • O Mundo (pág.31):Lula diz que não deve satisfações aos EUA: Presidente garante que interesse no Irã é comercial e, em Brasília, Amorim prepara visita de Hillary Clinton: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que não vai aceitar interferência dos Estados Unidos nas relações entre o Brasil e o Irã. Em visita a El Salvador, Lula disse que os EUA não vão decidir quais países o presidente brasileiro pode ou não visitar. Lula tem viagem a Teerã agendada para maio.


FSP (27/02/2010)


FSP online (27/02/2010)


Estadão (27/02/2010)

  • ISRAEL - Notícias, Fotos e Vídeos sobre Israel
  • Oriente Médio
  • Graphic novel on-line é a nova cara da resistência no Irã
  • Gustavo Chacra: Brasil deve apoiar uma nova resolução contra o Irã?
  • Marcos Guterman: O terrorista que vive em cada engenheiro: Um artigo no jornal israelense Haaretz discute por que razão o terrorismo islâmico tem atraído tantos engenheiros. O texto cita como exemplos recentes o nigeriano que tentou explodir um avião americano e os dois palestinos presos num terminal de ônibus em Israel antes de cometerem um atentado, sem falar de Khalid Sheikh Mohammed, que ajudou a planejar o 11 de Setembro. Ah, sim, Mahmoud Ahmadinejad também é engenheiro. O historiador israelense Emmanuel Sivan, autor do texto, argumenta que o fenômeno se deve à “mentalidade” dos engenheiros. “O conceito inclui a hipótese de que a engenharia, como campo de estudo e como profissão, tende a atrair pessoas que buscam a certeza, e sua abordagem do mundo é bastante mecanicista. Então, eles são caracterizados por uma grande intolerância à incerteza, uma qualidade que é evidente entre os extremistas, tanto religiosos quanto seculares.” Assim, segundo Sivan, engenheiros terroristas tendem a considerar a democracia, que depende de variáveis e consensos, um fardo e um obstáculo à sua visão de mundo.


JB (27/02/2010)


Terra (27/02/2010)


G1 (27/02/2010)


Último Segundo (27/02/2010)


Uol Internacional / Mídia Global (27/02/2010)


IHU (27/02/2010)

  • O judeu Jesus que mudou a vida do grande rabino de Roma: Mudou-a a tal ponto que se fez batizar na Igreja Católica. Seu livro O Nazareno foi reeditado e resenhado no L’Osservatore Romano por uma expert judia. Entretanto, vai à gráfica o segundo volume do Jesus de Nazaré de Bento XVI. A reportagem é do vaticanista Sandro Magister e está publicada no blog Chiesa.it, 24-02-2010. A tradução é do Cepat. Foi a um rabino judeu o primeiro a quem lhe confiou, no dia seguinte à visita à Sinagoga de Roma, em 18 de janeiro passado, que havia terminado de escrever seu livro sobre Jesus. O rabino é o norte-americano Jacob Neusner, e o autor do livro, Bento XVI. O primeiro volume do Jesus de Nazaré, do Papa Joseph Ratzinger, foi publicado há três anos. E agora está perto da tradução e da impressão o segundo e último volume da obra, dedicado à paixão e ressurreição de Jesus e aos evangelhos da infância. Entretanto, com chamativa coincidência, chegou às livrarias por estes dias na Itália a reimpressão de outro importante livro sobre Jesus, intitulado Il Nazareno, escrito há mais de 70 anos por um grande rabino italiano. Não apenas isso. Desta nova edição desse livro foi publicada, em 20 de fevereiro, no L’Osservatore Romano, uma resenha muito positiva, escrita por uma especialista afamada, Anna Foa, judia, professora de História na Universidade de Roma La Sapienza. Esta resenha significa também uma novidade importante. O autor do livro, Israel Zoller, foi grão-rabino da comunidade judaica de Roma. E em 1945 se converteu à fé católica. Sua ressonante conversão perturbou fortemente a comunidade judaica romana e italiana, que lançou sobre ele um silêncio que durou décadas. A resenha de Anna Foa no “jornal do Papa” quebrou definitivamente este silêncio. E, além disso, reconheceu que nesse livro, escrito muitos anos antes da conversão de seu autor, já “sugeria nas entrelinhas um reconhecimento da messianidade de Cristo”. >>> Leia mais, clique aqui.


Aurora Digital (27/02/2010)


Paraná online (26/02/2010)

  • Manuscrito bíblico de 1.300 anos é achado 'sem querer': Uma descoberta acidental possibilitou a junção de dois fragmentos de um manuscrito bíblico de 1.300 anos, que pode revelar novas pistas sobre um período obscuro da história da Bíblia hebraica. Pesquisadores não sabiam da existência das partes isoladas até que a fotografia de uma delas, publicada em sua primeira exibição pública em Israel, chamou a atenção dos especialistas, que se encarregaram de juntá-los. Os fragmentos compõem o Segundo Cântico do Mar, cantado pelos israelitas após a fuga do Egito, enquanto assistiam à destruição dos exércitos do faraó no Mar Vermelho. Uma mostra no Museu Nacional de Israel, dedicada ao Cântico do Mar, agora pôde reunir as duas peças. Uma página do cântico, conhecida como o Manuscrito Ashkar, estava abrigada numa biblioteca de livros raros na Universidade Duke, nos EUA, e foi exibida pela primeira vez em Israel em 2007. Foi nessa oportunidade que a fotografia do manuscrito apareceu em um jornal e chamou a atenção de dois paleógrafos israelenses, Mordechay Mishor e Edna Engel, que notaram a semelhança com uma outra página em hebraico, o Manuscrito de Londres, que é parte de uma coleção particular. "A uniformidade das letras, a estrutura do texto e as técnicas usadas pelo escriba deixaram muito claro para mim", disse Engel. A relação não seria óbvia para o observador leigo. O Ashkar está escurecido pela exposição aos elementos e o texto está praticamente invisível, enquanto o Londres é legível e se encontra muito mais bem preservado. Após estudos com raios ultravioleta, os especialistas confirmaram que os textos não só foram escritos pela mesma mão, mas eram parte de um mesmo rolo de pergaminho. Estudiosos acreditam que o pergaminho foi escrito por volta do século sétimo, em alguma parte do Oriente Médio, possivelmente no Egito. Não se sabe como essas partes foram separadas, ou o que aconteceu com o restante do material escrito. A reunificação dos fragmentos é um elo importante na corrente, mostrando como a escrita da Bíblia hebraica evoluiu ao longo do chamado período "silencioso" - entre os séculos terceiro e décimo - do qual não resta praticamente nenhum texto bíblico. O Cântico nos Manuscritos do Mar Morto está escrito como prosa, por exemplo, e no manuscrito reunido, em versos.


Comitê do Holocausto Brasil (26/02/2010)


Deutsche Welle (26/02/2010)


BBC Brasil (26/02/2010)


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26/02/2010

25/02/2010

24/02/2010

23/02/2010


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