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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Senado convoca Amorim para se explicar sobre Irã

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque


FSP (26/02/2010)


FSP online (26/02/2010)


Estadão (26/02/2010)

  • ISRAEL - Notícias, Fotos e Vídeos sobre Israel
  • Silêncio diante de violações é diretriz do Itamaraty: O silêncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diante da repressão cubana a dissidentes reflete uma diretriz da política externa brasileira quando o assunto é direitos humanos. Quem diz isso é o próprio governo Lula. "Não estamos aqui para colocar diploma (de direitos humanos) na parede de ninguém", disse o chanceler Celso Amorim no programa Roda Viva, da TV Cultura, em junho. "O Brasil não tem pretensão de superioridade moral." (...) O Itamaraty justifica que a instância adequada para o debate é o CDH. Mas, nesse conselho, o País também se absteve em uma condenação ao Sudão pelo genocídio em Darfur e calou sobre o Congo e no Sri Lanka. A China também foi poupada. O programa nuclear e os protestos que sucederam às eleições de junho no Irã (qualificados de "choro de perdedor" por Lula), colocaram o regime persa no centro dos debates. O Brasil se absteve na Assembleia-Geral e fez um discurso brando sobre o caso no CDH. Evitaram-se palavras que, no jargão diplomático, têm um peso maior, como "exorta" e "urge". (...) A crítica de Amorim à suposta "seletividade" dos acusados de violação também é questionável. Em praticamente todas as votações que tocavam Israel (cerca de um terço das propostas no CDH são sobre o tema) o Itamaraty foi contra israelenses. ONGs aplaudiram a posição brasileira, mas criticaram essa "outra seletividade".
  • Aliados, Síria E Irã desafiam EUA


ZH (26/02/2010)


Terra (26/02/2010)


G1 (26/02/2010)


Último Segundo (26/02/2010)


Uol Internacional / Mídia Global (26/02/2010)

  • NYT: Oferta de moradia pelo prefeito provoca briga em Jerusalém: O prefeito de Jerusalém está oferecendo a 120 famílias palestinas, que moram em um amontoado de casas que devem ser demolidas, um acordo que ele acredita ser irrecusável: novos apartamentos sobre lojas e restaurantes, uma creche, hotéis-butique e um imenso parque. Haverá afluxo de turistas e renda. É, como o prefeito gosta de dizer, uma situação onde todos só têm a ganhar. Mas como Ziad Kawar, um advogado que representa as famílias, gosta de dizer, esta é Jerusalém, não Zurique. Aqui sempre alguém ganha e alguém perde. (...)As negociações oferecem uma janela para o conflito entre israelenses e palestinos – a desconfiança, os sinais perdidos, o choque de culturas, o desequilíbrio de poder. O prefeito, Nir Barkat, diz que está atento aos interesses dos palestinos. Eles dizem que ele está mentindo. Os moradores dizem que moram lá há décadas. Barkat diz que eles estão mentindo. Se os dois lados chegarem logo a um acordo, será um milagre. Se não, as tensões crescerão. >>> Leia mais, clique aqui.
  • NYT: A ascensão de um Islã fundamentalista preocupa as autoridades catalãs na Espanha


IHU (26/02/2010)

  • O Líbano cria uma festa nacional islamo-cristã: O governo libanês acaba de criar uma festa nacional na qual cristãos e muçulmanos se unirão em torno da figura de Maria, comum às duas religiões. Ela acontecerá no dia da Festa da Anunciação. A reportagem é de Joséphine Bataille e está publicada na revista La Vie, 22-02-2010. A tradução é do Cepat. Cristãos e muçulmanos terão uma festa comum, o que é inédito no mundo. O dia 25 de março será decretado “festa nacional comum islamo-cristã” pelo governo libanês, por proposição do primeiro-ministro, Saad Hariri. A nova festa acontecerá no dia em que todos os cristãos festejam a Anunciação, sem, contudo, substituí-la. O projeto consiste em fazer da Virgem Maria, venerada nas duas religiões, um elemento de coesão nacional. Com efeito, tanto o Evangelho, como o Corão relatam a Anunciação do Anjo Gabriel a Maria, e o mistério do nascimento virginal de Jesus. Para os muçulmanos, contudo, Maria (Maryam) não é a mãe do profeta Jesus (Issa); ela não é aquela que trará ao mundo o filho de Deus, aquele que os cristãos consideram ser o Cristo. Esta iniciativa foi preparada por uma delegação islamo-cristã, e levada ao governo há alguns dias, a fim de que oficializasse uma decisão tomada já em 2009. Reconhece-se assim o lugar importante da devoção a Maria tanto entre os cristãos como entre os muçulmanos e constitui um ponto de união entres os libaneses de todas as confissões. Depois desta importante decisão política, qualificada de histórica, os promotores desta festa esperam que a iniciativa repercuta em outros países. Os atores do diálogo inter-religioso trabalham nesse sentido há muitos anos. Celebrações comuns da Anunciação são organizadas no Santuário da Virgem de Harissa, o maior do Líbano, no norte de Beirute, ou no Colégio Notre-Dame de Jamhour, dirigido pelos jesuítas, sobre o tema “Unidos em torno de Nossa Senhora”. Esta última iniciativa tem uma acolhida muito boa por parte dos libaneses. Delegações estrangeiras, especialmente de Al-Azhar, se associam a ela, e cada ano, testemunhos, orações e cantos fazem deste encontro um acontecimento nacional transmitido ao vivo pela televisão e assistido por centenas e centenas de milhões de telespectadores em todo o mundo. Para além de seu aspecto simbólico, esta nova festa nacional será festiva. Ela deverá dar lugar a programas sócio-culturais que valorizam aspectos partilhados por cristãos e muçulmanos. Será constituída uma associação com essa finalidade, a partir da comissão espiritual fundadora do evento de Jamhour, e com representantes de associações e artistas que trabalham no campo do diálogo islamo-cristão ou no campo mariano. Recebido em audiência pelo Papa Bento XVI, em 21 de fevereiro, logo depois do decreto de criação da festa islamo-cristã, o primeiro-ministro aproveitou seu compromisso a favor da coexistência pacífica entre cristãos e muçulmanos. Os dois chefes de Estado fizeram votos para que “através da coexistência exemplar das diversas comunidades religiosas que compõem o Líbano, o país continue a ser uma mensagem para a região do Oriente Médio e para o mundo inteiro”.


Aurora Digital (26/02/2010)


Jornal das Dez (25/02/2010)


Jornal Nacional (25/02/2010)


Deutsche Welle (25/02/2010)


BBC Brasil (25/02/2010)


Comitê do Holocausto Brasil (22/02/2010)


Leia mais:


Veja mais:

25/02/2010

24/02/2010

23/02/2010

22/02/2010

21/02/2010

20/02/2010


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