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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Israel discute separação de homens e mulheres em ônibus públicos

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



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  • Imprensa em Portugal: prototipógrafos judeus: Mais de metade dos incunábulos impressos em Portugal foram compostos em hebraico. A protipografia judaica em Portugal, mais que um mero episódio de importância secundária, foi uma contribuição essencial para o avanço do país multicultural que Portugal era na época manuelina - pelo menos, até à criminosa expulsão dos judeus por Manuel I.


O Globo (21/02/2010)


Israel discute separação de homens e mulheres em ônibus públicos

Ministro dos Transportes defende segregação lançada por ultraortodoxos


Guila Flint

Especial para O GLOBO


TEL AVIV. O ministro israe­lense dos Transportes, Israel Katz, defendeu perante a Su­prema Corte de Justiça a existência de ônibus, princi­palmente destinados ao setor ultraortodoxo da popula­ção, nos quais é praticada a separação entre homens e mulheres.


Essas linhas de ônibus, on­de os homens sentam na frente e as mulheres na parte traseira, existem em todas as grandes concentrações de ultraortodoxos, princi­palmente nas cidades de Je­rusalém, Bnei Brak e Beit Shemesh e nos assentamen­tos de Emanuel e Kiriat Sefer, na Cisjordânia.


A prática foi iniciativa de rabinos ultraortodoxos que instituíram linhas particula­res onde a separação era mantida para "preservar a decência", mas acabou sen­do adotada pelas grandes empresas públicas de trans­porte.


Em resposta a um recurso apresentado à Corte pelo Centro de Pluralismo Judai­co, que protestou contra a segregação e humilhação das mulheres em 56 linhas de ônibus, o ministro decla­rou que a prática deve con­tinuar e defendeu a coloca­ção de placas nos Ônibus "explicando às pessoas on­de devem sentar, porém des­tacando que isso não é obri­gatório".


A porta-voz do Ministério dos Transportes, Ora Salomon, disse ao GLOBO que o governo "precisa levar em consideração as preferên­cias dessa população (a ultraortodoxa), deixando cla­ro que se trata de uma sepa­ração voluntária".


De acordo com a advogada do Centro de Pluralismo Ju­daico Einat Horowitz, o apoio do governo à separação nos ônibus "é mais um sinal da deterioração da sociedade is­raelense na direção funda­mentalista".


— Recebemos muitas recla­mações de mulheres que fo­ram agredidas e humilhadas pelos outros passageiros quando se negaram a sentar na parte traseira do ônibus — disse a advogada ao GLOBO.


Embora seja ortodoxa, a escritora Nomi Regan se ne­gou a sentar-se na parte tra­seira de um ônibus e relatou agressões por parte dos ou­tros passageiros. De acordo com Einat, há também uma pressão de caráter econômi­co para que as mulheres se submetam à separação nos ônibus.


— Esses ônibus são muito mais baratos — disse Ho­rowitz, lembrando que a pas­sagem de Jerusalém a Haifa, que nos Ônibus normais cus­ta 44 shekels (o equivalente a cerca de R$ 22), nos ônibus especiais custa apenas 27 shekels (R$ 13,5).


Eti Sorojun é uma mulher secular que mora na cidade de Bat Yam, onde os ultraortodo­xos são minoria.


Eti enviou uma queixa a uma das maiores empresas de transporte público de Israel, a Dan, depois que foi agredida por um passageiro ultraorto­doxo quando tentou sentar ao lado dele. A Suprema Corte de­verá anunciar sua decisão so­bre essa questão dentro dos próximos meses.



FSP (21/02/2010)


FSP online (21/02/2010)


Estadão (21/02/2010)

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  • Serviço israelense atrai polêmica
  • Mossad é pressionado a rever prioridades
  • Radicalismo islâmico atrai jovens americanos
  • Morre ex-secretário de Estado Alexander Haig
  • Estratégia de Bizâncio ainda vale
  • Paquistão mata 30 militantes do Taleban
  • Gustvo Chacra (20/02/2010): Nunca vi um muçulmano ou um árabe elogiar a Al Qaeda: Já estive em sete países árabes, sem falar na Faixa de Gaza e na Cisjordânia. Conversei com pessoas de todas as faixas etárias e condições econômicas. Também falei com muçulmanos e árabes no Brasil e nos EUA, onde vivo atualmente. Não sou destes jornalistas que apenas leem o que outros escrevem, sem ir para o campo trabalhar, escutar, entrevistar, observar. E, em todo este tempo, jamais vi alguém elogiar a Al Qaeda. Todos consideram a rede terrorista maléfica para os muçulmanos, apenas prejudicando a imagem do islã. O mesmo ocorre em editoriais de jornais na região. Todos condenam os seguidores de Bin Laden pela mortes de dezenas de milhares de muçulmanos no Iraque e no Afeganistão. A Al Qaeda é uma organização marginal, combatida por todos os governos de países islâmicos do mundo. Desde a queda do Taleban, ninguém apóia este grupo. Aliás, até mesmo no Líbano, e agora no Yemen, estes terroristas foram combatidos duramente. Esta história de choque de civilizações é imbecil. O islã não está em guerra com o ocidente. Apenas um grupo marginal, que se denomina Al Qaeda, realiza operações tanto contra países ocidentais como contra países muçulmanos. A Guerra do Iraque não foi uma guerra do ocidente contra islamismo, já que Saddam Hussein liderava um regime secular – seu vice, Tariq Aziz, era cristão. O Taleban realmente seguia uma corrente radical do islamismo, que não representa de forma alguma o pensamento da maioria da população islâmica. E, para completar, o Taleban não atacou o ocidente antes, mas deu guarida a membros da Al Qaeda. Lembro que, no entanto, a maior parte dos responsáveis pelo 11 de Setembro moravam no dito ocidente. >>> Leia mais, clique aqui.
  • Marcos Guterman (20/02/2010: E o terrorismo venceu no Irã: A oposição iraniana desistiu. Diante do terrorismo praticado pelo governo contra os dissidentes, que inclui espancamento, censura à internet e execução de presos políticos, pouca gente se dispõe a engrossar os protestos cada vez mais raros contra o regime dos aiatolás. “Acabou. Nossa única opção é deixar o país”, disse um estudante ao Washington Post. Resta saber quanto tempo mais o Brasil, cuja diplomacia quase sempre se pautou pela defesa de valores humanísticos, vai continuar considerando o Irã como um “sócio”, sem criticar as evidentes violações praticadas no país.


ZH (21/02/2010)


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