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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 13 de março de 2009

Hey, Bibi, yes or no?

O Globo, Mundo, pág. 29, em 13/03/2009.


EUA: lobby pró-Israel derruba indicado

Renúncia de escolhido para Inteligência abre discussão no governo Obama


WASHINGTON. A desistência do indicado para chefiar o Conselho Nacional de Inteligência, que acusou o lobby pró-Israel de liderar uma campanha contra ele, gerou ontem debate sobre a influência do grupo nas nomeações para o governo Barack Obama. Charles W. Freeman Jr. retirou seu nome após ser duramente criticado por declarações passadas sobre Israel, assim como por ligações com a Arábia Saudita e a China.

Quando Freeman desistiu do Conselho Nacional de Inteligência — que supervisiona a produção de relatórios com a visão das 16 agências de inteligência do país — na quartafeira à noite, ele enviou um email a amigos e colegas criticando o que chamou de distorções de seu currículo “que não cessam desde a indicação”.

Referindo-se ao que chamou de “lobby israelense”, Freeman disse: “O objetivo desse lobby é controlar o processo político através do veto a pessoas que divergem de suas opiniões”. Um resultado, disse, é “a incapacidade de o público americano discutir, ou o governo considerar, qualquer opção para a política dos Estados Unidos no Oriente Médio que contrarie a facção governante na política israelense”.


Ele ontem não abrandou o tom. Numa entrevista, afirmou: — Israel está caminhando para um abismo e é irresponsável não questionar sua política e decidir o que é melhor para o povo americano.


Sua desistência é a mais recente numa série de indicações abortadas que estão causando embaraço para Obama.

Freeman foi embaixador na Arábia Saudita, secretário assistente de Defesa e diplomata na China. O diretor Nacional de Inteligência, Dennis Blair, que o escolheu para o conselho, defendeuo na terçafeira no Con gresso, descrevendoo como um homem de ponto-de-vista forte, criativo e analítico.


Mas, desde que seu nome foi indicado, começaram a circular e-mails criticando declarações e um comentário em que parecia justificar a repressão chinesa na Praça da Paz Celestial. Em 2007, ele teria dito que “a brutal opressão aos palestinos não dá sinais de terminar” e que “a identificação dos EUA com Israel se tornou total”. Blair disse ao Congresso que as frases foram tiradas de contexto.


— Freeman era o homem errado para o cargo. Suas declarações sobre Israel estavam em descompasso com o governo — disse o senador democrata Charles Schumer.


A campanha contra Freeman incluiu ligações de parlamentares para a Casa Branca. Ela parece ter começado três semanas atrás no blog de Steven J. Rosen, ex-integrante do Comitê de Relações Públicas Americano-Israelense, grupo lobista pró-Israel. A Organização Sionista para a América pediu que congressistas investigassem as atividades de Freeman na Arábia Saudita. Ele trabalhou para o Conselho de Política para o Oriente Médio, uma organização financiada em parte pelo governo saudita.


Além disso, integrou um conselho consultivo de uma empresa de petróleo estatal chinesa.


Obama estende sanções ao Irã por um ano mais

De acordo com o colunista David Broder, do “Washington Post”, Obama foi derrotado pelos lobistas que prometera combater.


Broder contou que na véspera conversara com Freeman e não havia indício de que desistiria.


Segundo o colunista, Blair disse que a Casa Branca afirmara que, se ele queria Freeman, teria que lutar sozinho. Perguntado pelo jornalista se a Casa Branca apoiou Freeman, o portavoz do Conselho Nacional de Segurança disse que iria checar, mas não retornou a ligação.


Ontem, Obama anunciou que estenderá por mais um ano as sanções contra o Irã, impostas em 1995, porque o país continua a apresentar “uma ameaça” à segurança dos EUA. Obama já disse que gostaria de negociações diretas com o Irã, mas que o país precisa antes afrouxar o pulso.


Mais cedo, um assessor do premier designado de Israel disse que Benjamin Netanyahu e Obama podem divergir em alguns pontos, mas que concordam que impedir o Irã de ter uma bomba nuclear é prioritário.



FSP online


FSP (13/03/2009)


UOL Internacional / Mídia Global


Estadão (13/03/2009)


G1 (13/03/2009)


Gazeta do Povo (12/03/2009)


Em Cima da Hora (12/03/2009)


Pletz (12/03/2009)


ADUFRJ (10/03/2009)


História Viva

  • DVD Hitler e Mussolini: Amizade nefasta: Um documentário intrigante que analisa em profundidade o sombrio relacionamento dos dois principais personagens que abalaram o mundo durante a Segunda Guerra Mundial. Saiba como eles uniram a Alemanha nazista e a Itália fascista contra tudo e contra todos em busca do poder absoluto, causando terror e destruição em um dos períodos mais terríveis da história da humanidade. Um documentário histórico com imagens recém-descobertas na Itália e na Alemanha, inéditas e impressionantes.


La Vanguardia (13/03/2009)


Aurora (13/03/2009)


JTA (13/03/2009)


Israel Politik (13/03/2009)


Haaretz (13/03/2009)


Harvard Law School Library: Harvard disponibiliza o Julgamento de Nuremberg

The Harvard Law School Library has approximately one million pages of documents relating to the trial of military and political leaders of Nazi Germany before the International Military Tribunal (IMT) and to the twelve trials of other accused war criminals before the United States Nuremberg Military Tribunals (NMT).


The documents, which include trial transcripts, briefs, document books, evidence files, and other papers, have been studied by lawyers, scholars, and other researchers in the areas of history, ethics, genocide, and war crimes, and are of particular interest to officials and students of current international tribunals involving war crimes and crimes against humanity.



Un écho d'Israël 45 - fév - mars 09


Veja mais:

12/03/2009

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