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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Caio Blinder: Os diabos Hitler e Stalin, 70 anos após o início da guerra


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1

  • Nosso Jornal Rio (Ano I - nº11 - 1º de setembro de 2009): Sheila Sacks: Agencia de Notícias Brasil-Israel: copiadas. É o caso da Agência de Notícias Brasil-Árabe (Anba), criada em setembro de 2003, para promover uma maior comunicação entre o Brasil e os 22 países árabes. Nesses quase seis anos de funcionamento, a Anba já ganhou sete prêmios de jornalismo na categoria de reportagens website e é a única agência noticiosa citada como mídia nacional, ao lado da Agência Brasil, do Governo Federal, no site oficial do Ministério das Relações Exteriores. Ancorada pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira e apoiada por parcerias com correspondentes e órgãos noticiosos de países árabes, a agência apresenta um site muito bem estruturado e atualizado de notícias e artigos. Isso porque o status da Anba como agência noticiosa lhe permite acompanhar a agenda de eventos, encontros e entrevistas de autoridades brasileiras, como a desenvolvida por um grupo de embaixadores árabes de Brasília em visita oficial ao Rio, em maio último. A agência, através de sua correspondente, participou e reportou os encontros da missão diplomática no Palácio Laranjeiras, com o governador Sergio Cabral, e no Palácio da Cidade, com o prefeito Eduardo Paes. Também por ocasião da viagem do presidente Lula à Arábia Saudita (16 e 17 de maio), a agência esteve presente nos principais eventos naquele país. >>> Leia mais, clique aqui.


Destaque 2



O Globo (01/09/2009)


Do Pan-arabismo a um 'africanismo'

A controversa trajetória de Muamar Kadafi, que completa 40 anos no poder na Líbia


Daniel Howden

Do Independent



TRÍPOLI.
Os arranha-céus e os postes de Trípoli estão carregados de cartazes apresentando o “líder irmão” como o rei da África. Um declara a Líbia como o “portão para a África”, enquanto outro afirma que a “África é esperança”, e acima de cada um deles flutua o rosto de Muamar Kadafi.


Outro, ainda, mostra um grande galeão com todas as bandeiras africanas tremulando enquanto ele navega.

Líder da revolução, imã dos muçulmanos, rei dos reis e coronel no Exército, o ditador de 67 anos coleciona títulos. Mas a liderança da União Africana é a que oferece a melhor percepção destes 40 anos de jornada desde que o então oficial de 27 anos derrubou o rei Idris (data celebrada em pleno imbróglio envolvendo a libertação do terrorista líbio Abdelbaset Ali alMegrahi).


Na época do golpe, em 1969, o exemplo do coronel Kadafi era o general Nasser, do Egito. O jovem revolucionário era um panarabista convicto, como o egípcio. Mas sua batalha por um Estado árabe único foi deixada de lado pelo sucessor de Nasser, Anwar Sadat. Com o sonho do pan-arabismo frustrado, o líder líbio voltou os olhos para o sul. Primeiro, financiou uma guerra no Chade que durou 15 anos. Apoiou ainda grupos rebeldes no oeste da África, a Organização para Libertação da Palestina (OLP) e o IRA. Nos anos 90, a Líbia tornouse alvo de sanções econômicas. Kadafi, então, começou a dar atenção à África subsaariana como para se destacar no cenário internacional.


Foi na Organização das Nações Africanas que ele pela primeira vez lançou a ideia de criar os Estados Unidos da África. A isso seguiu-se uma campanha para comprar apoio no continente usando o dinheiro vindo do petróleo.


Em agosto de 2008, foi consagrado Rei dos Reis na África. E, em janeiro de 2009, recebeu a presidência da União Africana — que, ontem, realizou reunião extraordinária de que participou o venezuelano Hugo Chávez. O esbanjamento da riqueza da Líbia em causas africanas, porém, causa ressentimentos em seu próprio povo.


Enquanto isso, cresce a polêmica em torno de al-Megrahi, condenado pelo atentado ao voo da Pan Am em Lockerbie, em 1988. Ontem, autoridades informaram que o terrorista, libertado por ter câncer terminal, está hospitalizado, e filmagens mostraramno respirando por uma máscara de oxigênio. No meio desse imbróglio, em que Líbia e Reino Unido negam interesses comerciais por trás da libertação, o governo britânico não informou quem será seu enviado oficial à comemoração dos 40 anos no poder do líder líbio.



FSP (01/09/2009)


FSP online (01/09/2009)


Estadão (01/09/2009)


JB (01/09/2009)


ZH (01/09/2009)


CB (01/09/2009)


GP (01/09/2009)


Terra (01/09/2009)


G1 (01/09/2009)


Último Segundo (01/09/2009)

  • Mundo
  • Caio Blinder: Os diabos Hitler e Stalin, 70 anos após o início da guerra: Claro que Churchill tinha razão. Para derrotar Hitler era necessário se aliar com o diabo ou com Stálin. Mas para muita gente na Europa Oriental, o soviético e o nazista eram demônios do mesmo tamanho. Esta equivalência deixa os russos apopléticos, especialmente nesta terça-feira (primeiro de setembro), da celebração dos 70 anos do início do inferno da Segunda Guerra Mundial, tendo a cerimônia em Gdansk, na Polônia, como o maior evento e a presença, entre outros, do primeiro-ministro Vladimir Putin.
  • Nahum Sirotsky (30/08/2009): Lei é para todos: Ehud Olmert, ex-primeiro ministro de Israel, foi indiciado e poderá ser processado por crimes diversos que incluem desrespeitar a confiança a ele atribuida no serviço público, favorecimento de amigos, não pagamento de impostos. Punido ou inocentado é o primeiro ex-chefe de governo na história do país a sofrer processo.


BBC Brasil (01/09/2009)


Deutsche Welle (01/09/2009)


CJL (01/09/2009)


Leia mais:


Veja mais:

31/08/2009

30/08/2009

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