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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 29 de novembro de 2009

Irã e Israel: dois pesos e duas medidas


Destaque 1

  • Programa do Jô (24/11/2009): Entrevista com William Waack: William Waack falou sobre a entrevista que fez em Teerã com o presidente iraniano Mahmoud Aahmadinejad. a conversa demorou cerca de quatro anos para ser realizada. em 2006, quando produziu um especial para o "jornal da globo" sobre o irã, nem obteve resposta para o pedido de entrevista. Jô disse que tem dificuldades para pronunciar o nome "Ahmadinejad". William falou que ele e seu cinegrafista têm o mesmo problema, então optaram por chamá-lo de armando. Jô também destacou a falta de simpatia do presidente. William disse que ele fala pouco inglês, mas também não se esforça muito para entender. Eles também comentaram sobre a repressão a que as mulheres iranianas são submetidas. William falou que a parte feminina considerada mais sedutora são os cabelos - e por isso têm de ser cobertos. William comentou que a figura mais impressionante que conheceu em quase 40 anos trabalhando como jornalista foi o aiatolá Khomenei, que tinha olhos impressionantes. Apesar de o Jô afirmar que as ideias do aiatolá eram parecidas com as de Gandhi, William afirmou que esta é uma ignorância nossa. Os princípios de Khomenei assemelhavam-se mais aos de Lênin. William falou ainda sobre a beleza de Teerã - moderna e com vida noturna agitada. Antes do início da entrevista com Ahmadinejad, William tentou quebrar o gelo mostrando uma foto com o líder religioso do Irã, o aiatolá Khamenei - no telão, foi mostrada uma imagem deste momento. William também disse ter ficado chocado com a falta de organização técnica dos iranianos. Apesar da boa vontade com estrangeiros, são muito bagunçados. Um dos assessores chamou William e fez alguns pedidos: que não cruzasse as pernas, que não mostrassem Ahmadinejad de olhos fechados e nem mexendo no paletó. Sobre a relação Brasil-Irã, William crê que esta aproximação é uma "sinuca" para nós. Além disso, está impressionado com o peso que assuntos religiosos têm adquirido em questões internacionais. O cinegrafista Ronaldo de Souza estava na plateia.
  • Blog do Noblat (27/11/2009): Irã e Israel: dois pesos e duas medidas


Destaque 2

  • Sérgio Aguiar Montalvão: A homossexualidade na Bíblia Hebraica: um estudo sobre a prostituição sagrada no antigo Oriente Médio: O trabalho tem o objetivo de apresentar a homossexualidade na Bíblia Hebraica através das passagens de Levítico 18:22, 20:13, Deuteronômio 22:5, 23:18-19, 1º Reis 14:24, 15:12, 22:46 e 2 Reis 23:7; analisar as relações da prostituição cultual masculina dos termos encontrados em Deuteronômio 23:18-19 (qadesh e keleb); os termos da região do Oriente Próximo com o papel da adoração ritual homossexual (qaditu e assinu); as deidades rituais com o rito masculino (Asherah de 2º Reis 23:7 e a Astarte de Kítion do Chipre relacionada ao keleb em Deuteronômio 23:18-19) as quais estão relacionadas aos ritos de fertilidade; trabalhar o contexto histórico no qual a homossexualidade ritual se desenvolveu em Israel e Judá (1º Reis 14:24, 15:12, 22:46 e 2º Reis 23:7); e com a questão das abominações e interditos tanto da homossexualidade (Levítico 18:22 e 20:13) quanto do travestismo (Deuteronômio 22:5). A pesquisa será realizada através de diversos estudos de acadêmicos que discorreram sobre o tema da homossexualidade na Bíblia Hebraica e sobre as suas questões levantadas e conclusões.

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