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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 25 de março de 2010

Sheila Sacks: Hitler e os bons leitores de Nietzsche

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



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  • Nosso Jornal Rio – 35 (23/03/2010): Sheila Sacks: Hitler e os bons leitores de Nietzsche: Se as regras não mudarem, em pouco tempo as vitrines das livrarias da Alemanha voltarão a exibir um best-seller da década de 1930 (12 milhões de livros editados até 1945), banido desde o final da 2ª Grande Guerra por força da derrocada nazista. Previsto para entrar em domínio público em 2015, 70 anos após o suicídio de seu autor, o tresloucado e pernicioso livro Mein Kampf (Minha Luta) vai estar à solta, de volta à luz do dia em um arremedo de situação que jamais deveria se repetir se houvesse um mínimo de prudência a capitanear as ações das autoridades competentes. Afinal, ressuscitar um espectro macabro que o sentido comum já ajuizou que melhor seria permanecer socado em sua tumba é como dar de ombros a um passado medonho ou mesmo cutucar a fera com vara curta. Por conta dessa escandalosa liberação, intelectuais germânicos já se movimentam para elaborar uma edição comentada do livro de Hitler, com um tipo de enfoque que classificam de abordagem científica, ou seja o de procurar explicações e justificativas para uma matança hedionda seletiva instituída por um estado supostamente civilizado. A provável publicação acadêmica imediatamente distinguida com a terminologia de crítica (uma espécie de palavra mágica que funciona como salvo-conduto) ganhou o aval do secretário geral do Conselho Central dos Judeus da Alemanha, Stephan Kramer, para quem é melhor colocar na praça esse arrazoado infame acrescido de análises psico-sócio-políticas à edição normal do texto. >>> Leia mais, clique aqui.


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