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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 24 de junho de 2008

Sarkozy promete apoio a Israel contra Irã

Sarkozy promete apoio a Israel contra Irã

Presidente francês criticou colônias em território palestino, entretanto. UE impõe sanções a Teerã

Renata Malkes
Especial para O GLOBO TEL AVIV.
O Globo, O Mundo, página 25, em 24/06/2008.

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, chamou de inaceitável o programa nuclear do Irã e pediu uma dura reação internacional à recusa iraniana em cessar as atividades nucleares.

Ele disse ainda que os franceses jamais “deixarão Israel sozinho” frente a qualquer ameaça de Teerã. Em discurso no Parlamento, o presidente francês defendeu a criação de um Estado palestino e o congelamento das colônia judaicas. Sarkozy chegou a Israel no domingo com a mulher, Carla Bruni, e uma comitiva de parlamentares e políticos para uma visita oficial de três dias, a primeira de um presidente francês em 26 anos. Em Luxemburgo, a União Européia anunciou um novo pacote de sanções ao Irã, que incluiu o congelamento de bens e aplicações do maior banco do país, o Meli, com filiais em cidades como Londres, Paris e Frankfurt.

Sarkozy defende divisão de Jerusalém O encontro com o premier Ehud Olmert e o presidente Shimon Peres deixou transparecer um clima de intimidade entre os líderes. Sarkozy foi recebido numa sessão especial do Parlamento.

Ele condenou o programa nuclear iraniano e garantiu que “qualquer país que tentar atacar Israel, terá de enfrentar a França primeiro”. Num discurso surpreendente pela ousadia, se ofereceu para intermediar as negociações de paz com os palestinos.

Ele criticou a construção de assentamentos na Cisjordânia, pedindo que Israel aprove uma legislação que incentive a saída dos colonos judeus: — Os palestinos têm direito a um Estado próprio, que respeite a segurança de Israel. Não haverá paz sem a suspensão imediata dos assentamentos e sem o reconhecimento de Jerusalém como a capital de dois Estados.

Analistas locais acreditam no estabelecimento de uma forte parceria política, militar e diplomática e consideram Paris um aliado estratégico importante, sobretudo devido ao enfraquecimento de Olmert e às expectativas com a proximidade do fim do governo Bush.

— Este é o único lugar do mundo onde há garantia de que judeus não serão forçados a usar uma estrela de David amarela, e não serão proibidos de andar de ônibus — afirmou o presidente, lembrando que seu avô era judeu de origem grega.

Enquanto isso, a UE aprovava novas sanções contra o Irã durante reunião em Luxemburgo.

As novas medidas prevêem que empresas e indivíduos suspeitos de ligações com os programas balístico e nuclear do Irã serão impedidos de operar na UE e terão vistos de entrada negados nos 27 países do bloco. A lista completa dos organismos banidos será divulgada hoje, mas sabe-se que o banco Meli é um dos afetados. A instituição é suspeita de financiar o programa nuclear iraniano e já havia sido colocada na lista negra dos Estados Unidos. A UE garante ainda que está disposta a negociar com o Irã por vias diplomáticas para pôr fim ao desenvolvimento de urânio no país.

PALESTINOS: Protesto no DF
Refugiados palestinos acampam há 40 dias em Brasília para convencer o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados a transferi-los para Europa ou EUA. Originários do Iraque, dizem que o órgão não cumpriu promessas feitas ano passado, quando vieram de um acampamento para o Brasil.

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