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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Imprensa europeia analisa impacto do discurso de Ahmadinejad

JB (22/04/2009)


Jornal Nacional (21/04/2009)


Texto e Vídeo: Israel compara presidente do Irã a Adolf Hitler


No dia em que o mundo lembrou os seis milhões de judeus mortos na Segunda Guerra Mundial, o governo de Israel comparou o presidente do Irã a Adolf Hitler. Quem conta é o correspondente no Oriente Médio, Ari Peixoto.


Às 10h, o toque da sirene chamou os israelenses a prestar uma homenagem: reverenciar a memória dos seis milhões de judeus mortos pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial.


O país parou por dois minutos. As cerimônias começaram na segunda, no Museu do Holocausto de Jerusalém. As palavras das autoridades presentes foram uma resposta ao discurso do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que, horas antes, em Genebra, na Suíça, tinha acusado Israel de racismo durante uma conferência da ONU sobre o tema.


Este ano, as crianças são o tema central das cerimônias que marcam a passagem do Dia de Lembrança do Holocausto. Segundo estimativas, pelo menos 1,5 milhão de crianças judias foram mortas pelos nazistas durante a Segunda Guerra.


Giselle Cicowicz tinha 12 anos de idade quando foi levada para Auschwitz/Birkenau, o maior campo de extermínio alemão. Ela ainda lembra do dia em que chegou ao campo viu os velhos, as grávidas, os doentes e os incapacitados serem separados e levados imediatamente para as câmaras de gás.


Giselle diz ainda que até hoje tem pesadelos assustadores. No fim, pergunto a ela se um dia quis se vingar pela morte dos pais, das irmãs, de parentes e amigos. Ela reage com firmeza: “Nunca quis vingança”. E completa: “De que adiantaria eu matar alguém? Como isso iria me ajudar?”.


O governo brasileiro se mostrou preocupado com o discurso do presidente do Irã, que diminuiu a importância de acontecimentos historicamente comprovados, como o Holocausto. O governo disse que vai aproveitar a visita do presidente Ahmadinejad ao Brasil, em maio, para reafirmar ao governo iraniano suas opiniões sobre o assunto.



FSP online (21/04/2009)


G1 (21/04/2009)


Deutsche Welle (21/04/2009)


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21/04/2009

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