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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Osias Wurman: Egoísmo


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1

PPGHC/ DH / UFRJ - Revista Eletrônica Boletim do Tempo

  • BON MEIHY, Murilo Sebe. Eleições no Líbano: pequeno país, grande confusão! Rio de Janeiro: Revista Eletrônica Boletim do TEMPO, Ano 4, Nº18, Rio, 2009 [ISSN 1981-3384]: Por que as eleições parlamentares de um país menor que o Estado do Rio de Janeiro tem tanta repercussão no cenário internacional? Nesse momento, é o que muitos se perguntam sobre o pleito realizado no Líbano no último dia 7 de junho. Há duas respostas gerais para essa questão; a primeira envolve temas externos, e a segunda corresponde diretamente aos meandros da história libanesa nos últimos cinqüenta anos. Ler mais...


Destaque 2

  • Portugal: CEJ - CENTRO-ESTUDOS-JUDAICOS: A História do Judaísmo em Portugal está profundamente ligada à História do Judaísmo em Espanha. O vaivém dos judeus peninsulares, entre os diferentes territórios, garantia a sobrevivência quando a intolerância grassava com maior intensidade num ou noutro espaço. A proximidade da Raia favorecia a construção de redes de afectos e de apoio a actividades profissionais. Nas zonas fronteiriças constituíram-se importantes núcleos judaicos que ainda hoje permanecem. É o caso da comunidade judaica de Belmonte que após alguns séculos votada ao secretismo ultrapassa as barreiras do isolamento e dá a conhecer as suas crenças e os seus modos de vida. Neste âmbito, o Centro de Estudos Judaicos da Universidade da Beira Interior propõe-se continuar a investigar, de forma sistemática e permanente, o passado judaico e a herança que uniu sucessivas gerações, pesquisar o intercâmbio raiano, conhecer símbolos, cerimónias, mitos, costumes e tradições, bem como apresentar as figuras proeminentes que contribuíram para o desenvolvimento político, social, económico e cultural do país.



O Globo, Opinião, pág. 7, em 29/06/2009.


Egoísmo

Osias Wurman


O célebre ditado de Rabi Akivah, um dos mais importantes estudiosos do Pentateuco de Moisés, resume todo o ensinamento da Torah: “Amarás ao próximo como a ti mesmo”.


Para os judeus , não deve haver maior preocupação existencial do que o amparo aos necessitados, onde amar representa apoiar e ajudar o próximo a viver num mundo melhor, com atos concretos de ajuda e solidariedade.

Ao falar no Egito para o mundo muçulmano, Barack Obama lançou novas luzes sobre o islamismo original, aquele que prega a convivência e o respeito entre os humanos. Nada a ver com os Al-Qaidas da vida, digo, da morte.


Faltou ao iluminado presidente americano contemplar os que realmente desejam a paz mundial, ao mesmo tempo em que careceu de uma severa crítica à prática do egoísmo reinante entre os países árabes no relacionamento com seus irmãos palestinos.


A opulência dos palácios visitados por Obama, tanto na Arábia Saudita, como no Egito, contrasta com a miséria dos campos de refugiados palestinos no Líbano, Jordânia, Faixa de Gaza e Cisjordânia.


É chocante a comparação entre a riqueza da dinastia dos Saud, que reinam na Arábia Saudita flutuando sobre um mar de petróleo, e seus irmãos palestinos, de três gerações, vivendo no chão do campo de refugiados de Gaza, na Jordânia.


Foi o egoísmo de mais de 50 nações árabes que, ao longo das últimas seis décadas, mostrouse materialmente indiferente ao sofrimento de seus pobres irmãos palestinos, usados como massa de manobra para confrontar a realidade do Estado de Israel.


Em seis décadas, alguns governos árabes radicais mandaram armas e bombas mortíferas para os palestinos, quando deveriam ter enviado arados e bombas hidráulicas para seu desenvolvimento social e pacífico.


Melhor seria reconhecer e enaltecer o esforço que o mundo judaico fez para reconstruir a nação de Israel, após 2.000 anos de exílio de sua terra original, em contraste com a falta total de empenho árabe em dar melhores condições aos palestinos de Gaza, Cisjordânia e dos campos de refugiados em geral.


Uma visão da miséria do campo de Sabra e Chatila, no Líbano, ofende a qualquer palestino que assiste a suntuosidade palaciana em que vive o anfitrião-presidente Osni Mubarak, do Egito, e o outro contemplado com a visita de Obama, o opulento rei Saud, da Arábia Saudita.


Obama lançou no Cairo sábias palavras de aproximação entre americanos e árabes, cristãos e muçulmanos, mas faltou chamar a atenção para a indiferença do mundo árabe aos sofrimentos de seus próprios irmãos.


A jornalista Caroline Glick, vice-editora do “Jerusalem Post”, pinçou outras importantes omissões no discurso de Obama, onde destacamos : “Ele falou da necessidade de combater terroristas islâmicos sem mencionar que o respectivo respaldo e as respectivas bases intelectuais, políticas e financeiras provêm das instituições religiosas e políticas dos regimes da Arábia Saudita e do Egito, enaltecidos como moderados e responsáveis. Ele falou da necessidade de garantir a igualdade das mulheres sem fazer menção a práticas islâmicas comuns, como os assim chamados assassinatos de honra e a mutilação genital. Ele ignorou o fato de que em todos os países islâmicos são negados às mulheres direitos humanos e direitos legais fundamentais.” Faltou a Obama um pouco do espírito de Rabi Akivah, no sentido de conclamar os países árabes bilionários para uma escalada própria de resgate das liberdades democráticas e do outrora pacifismo islâmico, amenizando o sofrimento material e a dignidade da vida palestina.


Colocar toda a desgraça palestina a débito do Estado Judeu é miopia e retórica historicamente mal fundamentada.



Reinaldo Azevedo (29/06/2009)


Revista veja - Edição 2119 - 1º de julho de 2009


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