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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 5 de julho de 2009

Opinião/Enquete: O Brasil deve receber em visita oficial o presidente reeleito do Irã, Mahmud Ahmadinejad?

Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2


Destaque 3

  • IHU (05/07/2009): As faces de Deus, segundo Saramago. Entrevista especial com Salma Ferraz: “Sua obra é uma catedral, ao longo da qual ele vai metodicamente desconstruindo a concepção judaico-cristã de um Deus justo e bondoso”, avalia a crítica literária e ensaísta Salma Ferraz, referindo-se à obra de José Saramago. Conhecido por questionar a existência de Deus, o escritor brasileiro é fascinado pelo tema e, segundo a autora, “apaixonado pela Teologia e pelos personagens bíblicos em geral”. Em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line, Salma explica que tal admiração se justifica pelo fato do autor estar “imerso numa cultura que foi moldada pela ideia de Deus que está impregnada no DNA da civilização Ocidental”. E enfatiza: “Isto seduz Saramago e faz com que ele produza, a partir desta ideia, as melhores páginas da literatura universal contemporânea”. Salma Ferraz graduou-se em Letras, pela Faculdade Hebraico Brasileira Renascença de Letras, de São Paulo, e especializou-se em Literatura Brasileira e Literatura Infantil, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É mestre e doutora em Literatura Portuguesa, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Atualmente, é professora de Literatura Portuguesa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e atua no Programa de Pós-Graduação de Literatura com a linha de Pesquisa Teopoética - Os Estudos Comparados entre Teologia e Literatura. Entre seus livros, citamos O Quinto Evangelista (Brasília: UNB, 1998), As Faces de Deus na Obra de um Ateu (Juiz de Fora: UFJF, 2004) e No princípio era Deus e ele se fez Poesia (Acre: UFAC, 2008).


O Globo, Mundo, pág.47, em 05/07/2009.


Pretendentes árabes em busca de um noiva israelense


Solteiros islâmicos inundam Chancelaria de Israel com pedidos de ajuda para encontrar alma-gêmea no país


Renata Malkes

Especial para O GLOBO


JERUSALÉM. Diferenças de religião e décadas de fracasso nas tentativas de estabelecer relações diplomáticas entre Israel e o mundo árabe parecem não perturbar Abdullah, morador de Riad, na Arábia Saudita. Solitário e em busca da esposa ideal, ele enviou um e-mail ao Ministério do Exterior de Israel pedindo ajuda para encontrar sua cara-metade. As exigências são poucas: é preciso ser bonita e inteligente. Em troca, promete um dote polpudo, estando disposto a pagar pela amada em camelos, ovelhas ou até em dinheiro.


A princípio, o pedido inusitado provocou risadas em Jerusalém, mas, segundo funcionários da Chancelaria, cartas de muçulmanos do Golfo Pérsico em busca de uma alma-gêmea judia vêm se tornando cada vez mais frequentes.


“Gostaria de sua ajuda, por favor. Quero conhecer uma mulher israelense para fins de casamento estável. Soube que as judias são muito bonitas e espertas”, escreveu Abdullah.


Segundo o Departamento de Mídia Árabe do Ministério do Exterior, os caçadores de noivas enviam dezenas de e-mails à Chancelaria com pedidos de ajuda todos os anos. Segundo Aedel Hino, um funcionário druso do departamento, responsável por responder à correspondência no idioma árabe, os apelos por uma esposa vêm de países como Arábia Saudita, Iêmen, Iraque, do vizinho Egito e de países da África, como Chade e Mauritânia. Mesmo tendo de enfrentar regimes autoritários de seus países, os candidatos a marido colocam os nomes, telefones e endereços reais na esperança de um contato.


— Recentemente recebemos uma carta de um homem do Kuwait que se dizia muito rico, dono de uma frota de automóveis, imóveis e camelos querendo uma noiva judia israelense. Ele disse que pagaria qualquer coisa e faria qualquer vontade de sua esposa. Iraquianos também dizem sonhar com uma mulher israelense — disse Hino ao GLOBO, sem disfarçar as risadas.


Alguns são homens pobres tentando escapar das mazelas econômicas do Oriente Médio e não se importariam em morar em Israel, país tido como inimigo, para recomeçar uma nova vida ao lado de um novo amor. Segundo o funcionário, eles se dizem até mesmo dispostos a ingressar nas fileiras do Exército de Israel ou atuar como agentes do Mossad, o serviço secreto, para viver no país. Outros se dizem ricos, e se mostram dispostos a comprar céus e terras para proporcionar à futura esposa uma vida de rainha.


Entre os objetos do desejo árabe estão a top model israelense Bar Rafaeli, ex-namorada de Leonardo Di Caprio, e a cantora popular Sarit Hadad.


Nem mesmo a ex-chanceler e atual líder da oposição, Tzipi Livni, escapou de ofertas milionárias.


Segundo Hino, Livni é cobiçada por muitos homens, sobretudo no Kuwait. A última proposta veio de um xeque da Arábia Saudita: — O que posso responder? Primeiro, ela é casada.


Segundo, não o conhece. E, em terceiro, Livni é judia, enquanto ele, muçulmano. Achei que muitos esqueceriam as propostas, mas elas são sérias! A maioria torna a escrever outras vezes, perguntando se encontramos a mulher ideal.


Na resposta, agradeço o contato e respondo que, infelizmente, com todo respeito, o ministério não é um cupido ou uma agência de encontros.



Estadão (05/07/2009)


FSP online (05/07/2009)


JB (05/07/2009)

  • Farpas entre Obama e Chávez - Pág. 25
  • França: Polícia se apoia em recursos racistas - Pág. 26: O número de jovens árabes e homens negros interpelados pela polícia francesa para fiscalização de documentos é muito maior que o número de jovens brancos. Foi o que concluiu um estudo publicado na semana passada, que gerou polêmica ao fornecer subsídios suficientes para fomentar acusações de racismo.
  • França: Dados incompletos - Pág. 26: A Open Society Justice Initiative realizou um estudo que indicou que a polícia francesa interpela um número maior de jovens árabes e negros do que brancos para a fiscalização de documentos. Embora o estudo tenha mostrado um número desproporcional de interpelações de minorias étnicas, não houve menção de uma base ou um "denominador".
  • Em vez de mídia, filão a empresas - Pág. 28: Twitter de Mousavi, que transmitia notícias, foi usado por firma de móveis britânica.


JB online (05/07/2009)


Correio Braziliense (05/07/2009)


Em Cima da Hora (05/07/2009)

  • Repórter do Washington Post é libertado no Irã: O jornalista do Washington Post é de nacionalidade grega. Durante os protestos contra a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, muitos correspondentes tiveram os vistos de trabalho revogados.


G1 (05/07/2009)


Zenit (03/07/2009)


Leia mais:


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04/07/2009

03/07/2009


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