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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Palestinians of a Jewish origin - iReport.com


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



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O Globo, Mundo, pág.26, em 08/07/2009.


Lula e Sarkozy divergem sobre eleições no Irã

Brasileiro volta a defender legitimidade


Deborah Berlinck Correspondente


PARIS. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente francês Nicolas Sarkozy fizeram esforço para mostrar sintonia em relação à crise política no Irã. Ao saírem de um encontro no Palácio do Eliseu, ontem, eles condenaram a violência do governo iraniano contra os manifestantes que saíram às ruas denunciando fraude na reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad.


Mas a diferença de posição e tom entre França e Brasil ficou evidente quando Lula disse que, até que se prove o contrário, os resultados das eleições não podem ser contestados: — Houve uma eleição.


Um cidadão teve 62% dos votos, outro cidadão teve 38% dos votos. Até agora não se provou absolutamente se houve qualquer ato ilícito no processo eleitoral.


Lula afirmou que o Brasil condena a violência. E disse que se a Justiça ou “qualquer outro foro” comprovasse que as eleições no Irã foram fraudulentas, “a comunidade internacional pode pedir para que haja novas eleições no Irã”. Mas até agora, frisou, não houve esta comprovação.


— O Brasil respeita o resultado de cada eleição de cada país, até que se prove o contrário — disse Lula.


Um contraste com o presidente Sarkozy, que tem multiplicado declarações denunciando fraude nas eleições e chegou a dizer que o povo iraniano “merece coisa melhor” do que os atuais dirigentes.


— Os primeiros a contestarem o resultado das eleições iranianas são os próprios iranianos. Não é uma intervenção da França ou do Brasil. Centenas de milhares de manifestantes querem dizer alguma coisa — argumentou Sarkozy. — Se o presidente Ahmadinejad estivesse tão tranquilo em relação ao resultado das eleições, nos perguntamos por que houve uma tamanha repressão contra os manifestantes.



Último Segundo (08/07/2009)

  • Nahum Sirotsky: Israel pode recorrer à guerra cibernética: É sabido que os grupos terroristas há muito utilizam a internet. Conseguem adeptos aos quais ensinam suas táticas de produzir bombas e até golpes para obter recursos.


Estadão (08/07/2009)


JB (08/07/2009)


FSP (08/07/2009)


FSP online (08/07/2009)


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