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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Heliete Vaitsman: Presenças e ausências no Itamaraty


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque


O Globo, Mundo, pág.26 (05/08/2009)


Abbas: paz sem abrir mão da 'resistência'

Fatah faz 1º congresso em 20 anos para tentar salvar-se da decadência


BELÉM, Cisjordânia. O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, abriu ontem o primeiro congresso do Fatah em 20 anos dizendo que os palestinos devem buscar a paz com Israel, embora sem descartar a “resistência” como uma opção. Muitos dos cerca de 2.000 delegados reunidos em Belém pareciam dispostos a apoiar as propostas de Abbas em defesa da negociação, vagas o suficiente para atrair até membros da linha-dura do partido.


O líder escolheu cuidadosamente suas palavras e evitou a expressão “luta armada”, mas não deixou de pronunciar palavras que muitos queriam ouvir.


— Apesar de a paz ser uma escolha nossa, nos reservamos o direito à resistência, legítima sob a lei internacionais — afirmou, usando um termo que inclui desde confrontação armada a protestos não violentos.


O esboço de sua proposta inclui desobediência civil e não reconhece Israel como Estado judeu.


A conferência é vista como uma tentativa de salvar o Fatah — criado décadas atrás para liderar a luta contra a ocupação israelense — da decadência, após 20 anos e três processos de paz frustrados



FSP (05/08/2009)

  • Oriente Médio: Em convenção do Fatah, Abbas prega diálogo: DA ASSOCIATED PRESS. O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, pediu ontem a seus correligionários do grupo político palestino Fatah para que dessem respaldo às negociações de paz. Seu discurso abriu a convenção do Fatah, que vai eleger membros de órgãos diretivos, mas manterá Abbas como presidente do partido. O programa de Abbas manteve a luta armada como forma de "resistência", mas perdeu espaço para opções pacíficas de atuação.


FSP online (05/08/2009)


Estadão (05/08/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (05/08/2009)

  • EP: Uribe e Chávez ocupam os extremos mais distantes de uma disputa pela América Latina
  • EP: Cisjordânia levanta a cabeça: O governo de Abbas consegue reduzir a violência no território e economia cresce: A recepção em Jenin, Hebron ou Nablus é idêntica. Veículos das forças de segurança palestinas e agentes bem armados vigiam as entradas das cidades. Em mercados, rotatórias e edifícios públicos, policiais montam guarda. Onde estão os cartazes dos mártires caídos na luta contra Israel que antes forravam as paredes de qualquer rua? Quase desaparecidos. E os delinquentes que se pavoneavam de fuzil em riste? Apaziguados. Só os uniformizados usam armas. E as bandeiras do Hamas e da Jihad Islâmica? Escondidas. Só se veem as dos outros partidos. O primeiro-ministro Salam Fayad e o presidente Mahmud Abbas lavaram o rosto da Cisjordânia. Quase todos os palestinos concordam. A polícia civil, encarregada de combater a criminalidade, executa sua missão a gosto de todos. O roubo de veículos despencou e as crianças vão sozinhas ao colégio. Não há meliantes de óculos escuros. As forças de segurança treinadas na Jordânia pelo general americano Keith Dayton têm outro objetivo: reprimir com empenho o Hamas. É uma aposta de risco. Se não se alcançar no futuro um acordo político com Israel, esses soldados poderão voltar suas armas contra seus patronos de Israel. E já aconteceu. Um de seus instrutores ocidentais explicou a este jornal: "Dissemos a eles que sua missão é proteger a segurança de Israel. Têm dificuldade para admitir isso. Mas o fazem". Os palestinos sabem. Mil islâmicos foram presos pela Autoridade Palestina. ONGs denunciam que dez deles morreram torturados. O assédio contra os fundamentalistas se acentua.
  • EP: Fatah celebra seu primeiro congresso em 20 anos para se rejuvenescer e lavar sua imagem: Vinte anos depois de seu último congresso, a Al Fatah, partido fundado por Yasser Arafat em 1958, busca seu caminho, revitalizar sua direção com sangue novo e reforçar seu antigo prestígio, hoje dilacerado. A corrupção de décadas é uma laje pesada, como são os frutos nulos colhidos durante 20 anos de negociação com Israel e três processos de paz frustrados. O presidente palestino e líder da formação, Mahmud Abbas, inaugurou ontem em Belém o sexto congresso com uma reflexão de duas horas sobre a história e as virtudes do movimento que hoje só governa a Cisjordânia, porque o Hamas é dono de Gaza. Abu Mazen, apelido do mandatário, pronunciou um discurso de equilibrista político: "Embora a paz seja nossa escolha, nos reservamos o direito à resistência, legítima segundo o direito internacional... Não estraguem nossa luta com o terrorismo".
  • LM: O despertar talebã às vesperas das eleições no Afeganistão


Último Segundo (04/08/2009)


Deutsche Welle (04/08/2009)


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