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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Thomas L. Friedman: Situação no mundo árabe piora e alarma


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



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  • Jornal da Globo (03/08/2009): Centro Cultural Midrash é inaugurado no Rio de Janeiro: O espaço foi criado com o objetivo das pessoas usarem a arte e o conhecimento para refletir sobre quem são e o que representam no mundo. No local haverá cursos, palestras, exposições e apresentações.



FSP (07/08/2009)


FSP online (07/08/2009)


Estadão (07/08/2009)


Último Segundo (06/08/2009)


JB, Internacional, pág.21 (06/08/2009)


Situação no mundo árabe piora e alarma

Thomas L. Friedman


Em 2002, o Programa de De­senvolvimento das Nações Unidas (PNUD) divulgou seu primeiro relatório de desen­volvimento humano árabe, que detalhou os déficits de liberdade, de poder dado às mulheres e de produção de conhecimento tra­vando o mundo árabe.


O estudo se baseou em esta­tísticas moderadas: a Grécia tra­duziu cinco vezes mais livros por ano do inglês para o grego do que todo o mundo árabe traduziu do inglês para o árabe; o PEB da Es­panha foi maior do que o de todos os 22 Estados árabes juntos; 65 milhões de adultos árabes eram analfabetos. Foi um cenário per­turbador, detalhado corajosamente pelos acadêmicos árabes.


A boa notícia é que o PNUD e um novo grupo de acadêmicos árabes divulgaram semana passada novo relatório. A má notícia: as coisas pioraram, e muitos governos árabes não querem ouvir falar nisso.


O novo relatório foi iniciado por um desejo de encontrar por que os obstáculos ao desenvolvimento humano no mundo árabe persis­tiram. Os quase 100 autores árabes do estudo de 2009 concluíram que muitos cidadãos árabes atualmente carecem de "segurança humana - o tipo de base material e moral que assegura vidas, trabalho e qualidade de vida aceitável para a maioria". A sensação de segurança pessoal - eco­nômica, política e social - "é pré-requisito para o desenvolvi­mento humano, e sua ausência ge­neralizada nos países árabes travou o progresso".


Os autores citam uma variedade de fatores atrapalhando a segurança humana na região árabe hoje -começando com a degradação am­biental - a combinação tóxica do aumento da desertificação, falta de água e explosão populacional.


Em 1980, a região árabe tinha 150 milhões de pessoas. Em 2007, havia 317 milhões de pessoas, e em 2015 a população deve chegar a 395 milhões. Cerca de 60% dessa po­pulação está abaixo dos 25 anos, e vão precisar de 51 milhões de novos empregos em 2020.


Outra fonte persistente de in­segurança humana árabe é o alto nível de desemprego. "Por quase duas décadas e meia depois de 1980, a região praticamente não viu qual­quer crescimento econômico”, revela o relatório. Apesar da presença de dinheiro do petróleo (ou talvez por causa dele), há uma distinta falta de investimento em pesquisa cien­tífica, desenvolvimento, indústrias e inovação. Em vez disso, contratos e empregos nos governos predo­minaram. O desemprego médio na região árabe em 2005 era de 14,4%, em relação a 6,3% para o resto do mundo.



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06/08/2009

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