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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Por que um sobrevivente de Auschwitz evitou consultas médicas durante 65 anos


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1

  • Blog: Chanuká: A festa das luzes
  • Link: Chanuká: A festa das luzes
  • Un écho d’Israël (10/12/2009): Hanouka en Israël: la fête des enfants
  • Dissertação de mestrado em História Comparada (PPGHC/UFRJ, 2006): Pluralidade e conflito. As revoltas judaicas e a ideologia do poder. Uma história comparada das Guerras Judaicas entre os II a.E.C. e I E.C.: Esta pesquisa se propõe a apresentar uma análise comparada das revoltas judaicas compreendidas nos anos 167 a.E.C. e 70 E.C. na Judéia, sob os governos dos selêucidas e romanos. Seu propósito será o de proporcionar um novo modelo de interpretação dos fatos ocorridos a partir de fontes primárias escritas pouco tempo depois das revoltas que sobreviveram até os nossos dias. Será estabelecida uma relação entre os eventos estudados com o intuito de identificar causas e desdobramentos que sejam concomitantes às duas revoltas, desenvolvendo assim um quadro comparativo para identificação dos fenômenos sócio-políticos que permeavam a Judéia durante o período estudado. O enfoque dado aos eventos perpassará, principalmente, na ênfase de que, durante o período das duas revoltas em questão, o judaísmo estava dividido em numerosas coalizões cuja tendência era a radicalização das normas em prol de uma afirmação de qual seria a verdadeira identidade judaica. Daí que os movimentos de resistência insurgidos durante as revoltas contra selêucidas e romanos foram expressão de constantes tensões socioculturais dentro do próprio judaísmo desde o momento em que sentiram sua existência ameaçada.


Destaque 2

  • Deutsche Welle (10/12/2009): Exposição enfoca pensadores da Escola de Frankfurt: Até janeiro de 2010, o Museu Judaico de Frankfurt realiza a exposição "A Escola de Frankfurt e Frankfurt – Um retorno à Alemanha". A mostra enfoca os pensadores da Escola de Frankfurt, denominação dada ao grupo de sociólogos e intelectuais que desenvolveram grande parte de seus trabalhos no Instituto de Pesquisas Sociais em Frankfurt do Meno. Entre seus representantes de maior renome estavam Theodor W. Adorno e Max Horkheimer. O instituto, fundado em 1923, foi fechado posteriormente pelos nazistas. Os pesquisadores fugiram para o exterior. Uma parte deles retornou à Alemanha após a Segunda Guerra Mundial, dando continuidade às atividades da instituição. Tais intelectuais transformaram a Escola de Frankfurt no maior catalisador de ideias da República Federal da Alemanha, como também em uma espécie de instituição inspetora do desenvolvimento democrático da Alemanha.


Destaque 3



O Globo (11/12/2009)


FSP (11/12/2009)


FSP online (11/12/2009)


Estadão (11/12/2009)


JB (11/12/2009)


ZH (11/12/2009)


Terra (11/12/2009)


G1 (11/12/2009)


Último Segundo (11/12/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (11/12/2009)


BBC Brasil (10/12/2009)


Aurora Digital (11/12/2009)


Deutsche Welle (10/12/2009)


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10/12/2009

09/12/2009

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