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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 9 de abril de 2010

De Nova York a Bucareste – Por que ignoramos os ciganos, que também foram vítimas do Holocausto?

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



O Globo (09/04/2010)


FSP (09/04/2010)

  • Encontro: Premiê de Israel desiste de cúpula em Washington: Segundo uma alta fonte do governo israelense, Binyamin Netanyahu cancelou a participação porque prevê que a reunião, convocada por Barack Obama para a semana que vem, será usada por Turquia e Egito para exigir que Israel assine o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP). Dos países com capacidade nuclear, só Israel, Índia, Paquistão e Coreia do Norte não são signatários do acordo. Supõe-se que Israel possua um arsenal atômico considerável, mas o país não confirma.
  • Sanção na ONU: Moscou diz que concorda com punições ao Irã


FSP online (09/04/2010)


Estadão (09/04/2010)


Gustavo Chacra: De Nova York a Bucareste – Por que ignoramos os ciganos, que também foram vítimas do Holocausto?


Os Romas, como são oficialmente conhecidos os ciganos (gypsies, em inglês), celebraram ontem a sua data nos Estados Unidos. E as comemorações não receberam atenção nenhuma, a não ser da secretária de Estado Hillary Clinton. Afinal, os ciganos são praticamente ignorados e quase ninguém no mundo luta pelos direitos deste povo. No Holocausto, eles também foram levados para campos de concentração e eliminados em escala industrial pelo regime nazista. Mas ficaram sem indenização ao perderem as suas posses e seus parentes. Não há memorial para eles. Os ciganos tampouco possuem um Estado, apesar de serem minorias expressivas em países do Leste Europeu, como a Romênia. Não vemos movimentos internacionais como os existentes pela criação da Palestina, de Kosovo, de Timor Oriental ou do Curdistão. Os ciganos são perseguidos na Itália e na Suíça, mas poucos se preocupam em defendê-los, ao contrário do que ocorre com imigrantes ilegais de nações africanas.


Não sabemos quase nada sobre os ciganos, ou romas. Há estereótipos, como o de que eles trapaceiam ao dizer que lêem o futuro com bolas de cristais, que roubam pessoas em estações de trem, que agridem suas mulheres. Seriam também nômades que montam suas tendas por onde passam, consumindo bebidas indiscriminadamente. Os ciganos, ou romas, não são uma religião, mas um povo com uma cultura particular. Muitos se destacam nas arte, na literatura e na música, mas também existem médicos, advogados e outros profissionais.


Um dos problemas, segundo o educador alemão Mairele Krause, é que os ciganos, por sofrerem com a perseguição, estabeleceram uma cultura de segredo e proteção que torna difícil entendê-los e estudá-los. David Mayall, um acadêmico que escreveu a história dos ciganos nos últimos 500 anos, afirma ser difícil definir uma identidade para este povo, pois elas são múltiplas.


No site do Centro de Defesa de Direitos dos Romas, na Europa, fiquei sabendo que as crianças ciganas são discriminadas em escolas da Croácia, ao serem colocadas em classes separadas. O governo eslovaco também defendeu que eles estudassem em colégios a parte do restante da população. Na Hungria, foram 45 ataques violentos contra os ciganos em 2009, que também foram vítimas de agressões na Itália. Muitos foram expulsos de suas casas em Milão. A França também desrespeita o trânsito de ciganos, inclusive os que são cidadãos europeus.


Os Estados Unidos estão desenvolvendo uma série de programas para ajudar os ciganos ao redor do mundo. Afinal, como diz Hillary Clinton, “temos que nos lembrar com orgulho dos atos corajosos de homens e mulheres que se recusaram a permanecer em silêncio diante do extermínio cometido pelo regime nazista”. Aliás, os ciganos denominam o Holocausto como Porrajmos.


Artigos acadêmicos sobre os ciganos:

http://romanistudies.lupjournals.org/default.aspx?content=Sample%20Issues

Centro de Defesa dos Ciganos: www.errc.org



JB (09/04/2010)


CB (09/04/2010)


GP (09/04/2010)


Paraná online (09/04/2010)


Terra (09/04/2010)


G1 (09/04/2010)


Último Segundo (09/04/2010)


IHU (09/04/2010)

  • As feministas islâmicas: Há uma jihad totalmente nova que, há alguns anos, gira o mundo: vai do Marrocos ao Irã, passando pelos Estados Unidos, pela Malásia, a Turquia e o Egito. As suas armas não são kalashnikovs, mas livros e conhecimento. Os seus porta-bandeiras não são kamikazes, mas estudiosas persistentes e determinadas. A "gender jihad", a batalha de gênero que as muçulmanas estão combatendo para afirmar o seu papel dentro da sociedade, é a protagonista de dois livros que chegaram às livrarias [italianas] há poucas semanas. "Femminismo islamico: Corano, diritti, riforme", de Renata Pepicelli (Ed. Carocci, 160 páginas) e "Teologhe, musulmane, femministe", de Jolanda Guardi e Renata Bedendo (Ed. Effatà, 160 páginas), relatam como duas ideias aparentemente distantes – a do feminismo e a do Islã, justamente – se misturaram nos últimos anos para dar vida a um movimento novo e variado que está animando o debate cultural no Ocidente, assim como na África e na Ásia. A reportagem é de Francesca Caferri, publicada no jornal La Repubblica, 07-04-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.
  • Mil anos de Inquisição: Como agiam os tão temidos tribunais da fé? Com base em quais procedimentos eles localizavam os acusados e emitiam as cruéis sentenças? Quem era os inquiridos e de que eram acusados? Quem eram os inquisidores e em quais princípios se inspiravam? São essas perguntas que uma nova obra, recém publicada na Itália, tenta responder. A análise é do filósofo italiano Nuccio Ordine, considerado um dos maiores especialistas em Renascimento. É professor de Teoria da Literatura na Universidade da Calábria e pesquisador do Centro de Estudos da Renascença Italiana da Universidade de Harvard e da Fundação Alexander von Humboldt. O artigo foi publicado no jornal Corriere della Sera, 07-04-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis o texto.


Deutsche Welle (09/04/2010)


BBC Brasil (09/04/2010)


Aurora Digital (09/04/2010)


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