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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Viradouro muda carro do holocausto

Sai lembrança do nazismo e entra protesto, anuncia presidente da escola.

Ele afirma que acatou a proibição judicial e não vai recorrer.


Renata Granchi
Do G1, no Rio - 20h01 - Atualizado em 31/01/2008 - 21h05

O carro alegórico de número 5 da escola de samba Viradouro, que mostraria o holocausto e traria uma imagem de Adolf Hitler, vai ser modificado para desfilar no Sambódromo, domingo (3 de fevereiro). O anúncio foi feito pelo presidente da agremiação, Marco Antônio Lira de Almeida, na tarde desta quinta-feira (31), em coletiva na Cidade do Samba, na zona central do Rio. Ele não quis adiantar que tipo de protesto fará: "'É segredo, vocês vão ver na hora".

A decisão de mudar o carro da polêmica foi tomada depois que a Justiça estadual concedeu um liminar proibindo o desfile, a pedido da Federação Israelita fluminense. Apesar de o presidente da Viradouro afirmar que houve cerceamento de liberadade, ele não considera que a Federação tenha praticado um ato de censura.

A decisão da justiça provocou tristeza no barracão da escola.

Segundo Lira de Almeida, o carro tinha a intenção de mostrar um Adolf Hitler arrependido e de cabeça baixa com vergonha do que realizou. “Era para causar arrepio. Não há nada desrespeitoso no carro. O nosso objetivo era mostrar o que aconteceu. Aquilo arrepiou o mundo. Muita gente desconhece isso”, explicou.

Lira de Almeida disse ainda que não pretende entrar com recurso para derrubar a liminar e que agirá dentro da lei, com a obediência à decisão do judiciário e aos critériosda Liesa, a liga das escolas de samba do Rio.

Sobre o passista que viria vestido de Hitler, o presidente guardou segredo. “Será uma grande surpresa. Aguardem!”

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