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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Israel x Gaza x Oriente Médio (253) .... O anti-sionismo – de esquerda, direita, liberal e islâmico

De Olho na Mídia


O anti-sionismo – de esquerda, direita, liberal e islâmico

Franklin GOLDGRUB

São Paulo: Editora Samizdat, 2008 (190p.)

PEDIDOS: www.franklingoldgrub.com

E leia ainda: O PT e a guerra entre Israel e o Hamas na faixa de Gaza



CEBRAP

Anti-semitismo na Europa hoje

Autora: Bila Sorj

Sobre a autora: Professora titular de sociologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É autora de Identidades judaicas no Brasil contemporâneo (Imago, 1997), e co-autora, junto com Guila Flint, de Israel, terra em transe. Democracia ou teocracia? (Civilização Brasileira, 2000)

Publicação: Novos estudos - CEBRAP no.79 São Paulo Nov. 2007.

Resumo: O termo "anti-semitismo" é utilizado nas manifestações de hostilidade contra os judeus desde a Antiguidade. No entanto, como fenômeno histórico, o anti-semitismo é parte integrante das dinâmicas socioculturais e políticas de cada sociedade. Este artigo enfoca particularmente as especificidades que ele assume hoje na Europa Ocidental.

Palavras-chave: anti-semitismo; identidades comunitárias; anti-sionismo.



Parlata

Rodrigo Constantino: O Ódio a Israel: O anti-semitismo é praticamente tão antigo quanto o próprio judaísmo. Os motivos variaram com o tempo. A arrogância presente na idéia de “povo escolhido” pode ser parte da explicação, mas não basta, pois todas as religiões acabam se vendo como a única detentora da Verdade e das chaves para o paraíso. O fator econômico pode ser parte da origem desse sentimento também. A prática da usura era condenada enquanto os judeus desfrutavam de sua evidente lógica: o tempo tem valor. Shakespeare retratou de forma intensa o anti-semitismo de seu tempo, na sua clássica obra O Mercador de Veneza. Shylock é o ícone do financista insensível e explorador, visão até hoje alimentada por muitos. O Holocausto, com apoio dos principais líderes muçulmanos, foi o ponto alto do preconceito contra judeus. Atualmente, o ódio irracional aos judeus está novamente em alta.
O anti-semitismo acaba levando ao anti-sionismo, e o próprio direito de existência de Israel é negado por muitos. Vários países existem por causa de decisões arbitrárias de governos, principalmente após guerras. São inúmeros exemplos, e Israel é apenas mais um. Só que, curiosamente, somente Israel não tem o direito de existir. O que Israel faz de tão terrível para que mereça ser “varrido do mapa”, como fanáticos islâmicos defendem? Vou arriscar uma possível resposta nesse artigo, com base no foco econômico. >>> Leia mais, clique aqui.



CEBRAP

  • Peter Demant: COM AMIGOS ASSIM, QUEM PRECISA DE INIMIGOS?: Em resposta ao artigo “O Lobby de Israel”, sustenta-se que a proximidade entre os EUA e Israel é cultivada pelo Lobby e não por ele criada. Defende-se também que as conclusões de Mearsheimer e Walt são baseadas em pesquisa descuidada, deturpações e lógica falsa, mas que ainda assim a tese central é digna de debate.


Último Segundo (05/02/2009)


Conversa Afiada (Paulo Henrique Amorim)


FSP online 05/02/2009


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